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“Não estamos em condições de escolher qual vacina tomar”, alerta governador

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Diante do crescente número de faltosos nos centros de vacinação contra a Covid-19, o governador Mauro Mendes (DEM) usou as redes sociais, nesta segunda-feira (21), para fazer um apelo aos mato-grossenses para que não deixem de se imunizar.

Em uma publicação, ele pediu que “não acreditem em fake news” e lembrou a marca de 500 mil mortos para Covid no Brasil. “Meus amigos, peço a todos os mato-grossenses que agendaram a imunização: vacinem. Não acreditem em fake news. Um pequeno efeito colateral que possa ocorrer é melhor do que ir parar em uma UTI ou até mesmo acabar morrendo”, disse.

O gestor, que se articulou pela compra de mais de um milhão de doses da vacina russa Sputnik, mas acabou esbarrando na liberação da ANVISA, tem se posicionado, ao lado de Wellington Dias (PT/PI) e Flávio Dino (PCdoB/MA), em uma crítica ferrenha ao Governo Bolsonaro.

Mendes reiterou que não é hora de politizar a questão e demonizar o imunizante A ou B. “É importante lembrar que chegamos à lamentável marca de 500 mil mortes por covid-19 no país. Não estamos em condições de escolher qual vacina tomar e fico triste ao saber que muitos estão fazendo isso em nosso estado. Essa é uma conduta que compromete e atrasa a vacinação”, acrescentou.

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Mauro ignora apelo ribeirinho e veta projeto de proteção ao Rio Cuiabá

Após o veto de Mendes, cabe a Assembleia Legislativa uma nova análise. O veto pode ser mantido ou derrubado em votação em plenário

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Mendes tem filho no ramo de PCHs, algo que defende abertamente em detrimento ao interesse protecionista

O governador Mauro Mendes (União Brasil) vetou integralmente, nesta semana, o projeto de lei que proibia a construção de usinas hidrelétricas (UHE) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) no Rio Cuiabá.

A medida foi aprovada em maio pela Assembleia Legislativa. A decisão de Mendes circulou em edição extra do Diário Oficial nesta terça-feira (5).

Na sua justificativa, Mendes disse que o dispositivo é inconstitucional por interferir em assunto cuja tratativa é de competência da União.

“Interfere na competência privativa da União para legislar sobre águas, violação ao art.22, IV da CF, bem como na competência material para explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão aproveitamento energético dos cursos de água; instituir sistema nacional de gerenciamento de recurso hídricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso”, disse na publicação.

De autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSD), o projeto colocava em discussão a viabilidade ambiental do projeto apresentado pela Maturati Participações e que visa a construção de PCHs na região.

Após o veto de Mendes, cabe a Assembleia Legislativa uma nova análise. O veto pode ser mantido ou derrubado em votação em plenário. Se derrubado, a expectativa é que Governo, mais uma vez, judicialize um tema que perdeu no parlamento, como tem feito em outras matérias.

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Entusiasta de PCHs

O governador já tinha sinalizado que seria contra o projeto de Wilson Santos, que atende apelo de ribeirinhos, sobretudo por ser um entusiasta das PCHs. Segundo já declarou Mendes, “represar água não mata rio”.

O olhar de Mauro sobre o assunto, contudo, pode ser conotação mais pessoal do que de gestão ambiental, já que seu filho, o fenômeno dos negócios, Luis Antônio Taveira Mendes, de apenas 24 anos, tem como um dos seus negócios o de PCHs, inclusive articula, junto com o genro do ex-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho, a liberação de um licenciamento ambiental, por parte do Governo do Estado, para tocar o empreendimento de R$ 100 milhões.

 

 

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