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SÓ UMA VAGA EM DISPUTA

Neri descarta dividir palanque com Fagundes por apoio de Mauro

Neri voltou a ressaltar que nunca forçou a barra e sinalizou que ainda aguarda apoio de Mauro, embora esteja se estruturando além disso

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POLÍTICA

Pré-candidato ao Senado Federal não comprou ideia de aliados do governador, que tentam pacificar a questão

O deputado federal, Neri Geller (PP) descartou, nesta semana, a possibilidade de integrar uma aliança com múltiplos nomes na disputa por uma vaga no Senado Federal nas eleições deste ano. Aliados do governador, Mauro Mendes (UB), defendem a tese de que Mendes divida seu palanque em busca de reeleição.

A chance, contudo, de estar “junto” do principal adversário, Wellington Fagundes (PL), em um mesmo arco de aliança, é rechaçada por Geller. “Não tem duas noivas, a disputa é majoritária e só tem uma vaga”, disse durante evento de aniversário de 155 anos de Várzea Grande.

Na semana passada, um parecer assinado pelo vice-procurador geral, Paulo Gustavo Gonet Branco, feito a pedido do deputado federal de Goiás, Delegado Waldir (PL), abriu caminho para que Mauro coloque em seu palanque os dois candidatos ao Senado.

O Chefe do Executivo Estadual tem sido pressionado para escolher quem ele deverá apoiar nas eleições de outubro. Entretanto, Mauro já afirmou que vai se decidir sobre o assunto somente nas convenções. Na entrevista, Neri disse que já sabia dessa interpretação do parecer da PGE, mas descartou a possibilidade.

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Ele ainda enfatizou que segue construindo sua candidatura e que depois buscará apoio de Mauro. “Eu não vou entrar nessa discussão, estou entrando numa candidatura ao Senado com o apoio do PP, MDB e PSD e nessa linha que vou ir, vou consolidar o meu grupo, cada vez mais forte e a majoritária vamos discutir quando Muro decidir sobre a reeleição”, declarou.

“Nunca forcei a barra, vou trabalhar minha candidatura pela força do meu trabalho e aquilo que estou construindo. Ajudei muito o Governo Federal e Mauro”, completou deputado.

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POLÍTICA

VEJA aponta Bolsonaro 15 pontos à frente de Lula em MT

Segundo média de pesquisas publicadas, o atual mandatário crava 47,7% da preferência no estado e o ex-presidente petista surge com 32,6%.

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Em nenhum outro estado analisado o presidente tem o índice de aprovação popular mais alto que Mato Grosso. A diferença em relação a Lula, porém, é maior no Acre

Levantamento da empresa de consultoria Vector Research, publicado no site da revista Veja, nesta semana, confirma o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), absoluto em Mato Grosso.

O levantamento traçou um paralelo direto entre Bolsonaro e Lula (PT), seu principal adversário e com quem deve, de fato, disputar diretamente o maior cargo do país nas urnas, em 2022.

Os números confirmam a liderança bolsonaristas em Mato Grosso com 15 pontos percentuais de frente, com o atual mandatário cravando 47,7% da preferência e o ex-presidente petista surgindo com 32,6%.

Cenário geral

Embora em solo mato-grossense o índice de apoio bolsonarista seja o maior registrado, do ponto de vista de vantagem direta sobre Lula, ou seja, de diferença entre um e outro, o estado mais bolsonarista é o Acre.

Por lá, são mais de 18 pontos de frente do atual presidente. Enquanto Bolsonaro chega a ter 47,4% das intenções de voto, Lula surge com 29,1%.

Diferença similar ocorre, também, em Santa Catarina, onde Bolsonaro supera Lula por 45,1% a 29%. A liderança se mantém acima do patamar de 40% em Goiás, com 42,4% contra 32,1% do petista..

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O MAIS PETISTA

Do outro lado dos números, o Piauí é onde Lula (PT) tem a maior vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL), com mais de 46 pontos de diferença.

O ex-presidente tem 64,2% de preferência entre os eleitores do estado nordestino, enquanto o presidente que busca a reeleição marca 17,3%.

Apanhado geral

O mapa da disputa presidencial nos estados foi montado pela Vector Research a partir de uma análise média com pesquisas de 15 institutos, realizadas entre os dias 6 de maio e 29 de junho em 24 estados (exceto Amapá e Rondônia) e no Distrito Federal.

A empresa preferiu restringir a análise à dupla de atuais líderes nas sondagens.

Veja abaixo os índices comparativos entre os principais candidatos à Presidência da República por estado:

 

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