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PA e MT lideram desmatamento na Amazônia

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Os ministérios do Meio ambiente e da Ciência e Tecnologia divulgaram os dados de satélites que medem o desmatamento na região da Amazônia Legal, que engloba todos os estados do Norte mais Maranhão e Mato Grosso.

Foi registrado, entre agosto de 2017 e julho de 2018, um aumento de 13,7% da área desmatada na Amazônia em relação ao período anterior.

Isto significa que 7 mil e 900 quilômetros quadrados de floresta foram destruídos. Esta é a maior área registrada desde 2008.

Para se ter uma ideia, o espaço desmatado em um ano representa mais de cinco vezes o tamanho do município de São Paulo. De acordo com o pesquisador do IPAM, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, Paulo Moutinho, o dado indica uma reversão na tendência de queda se observada desde 2005.

Paulo Moutinho argumenta que o desmatamento altera o clima da região e de todo o país. Ele acredita que o aumento é resultado também do ambiente político.

Os estados que mais desmataram foram Pará, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas. Apesar do aumento, o ministério do Meio Ambiente ressalta que o número é 72% menor do que a taxa de 2004, quando o governo federal iniciou o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia.

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A medição é feita pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais que usa imagens de satélites e registra as áreas em que a cobertura florestal foi completamente removida em mais de 6 hectares, independente da finalidade.

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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