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Pesquisa aponta reeleição de Wellington pouco ameaçada em MT

Wellington, atualmente no mesmo partido do presidente, Jair Bolsonaro (PL), aparece com 32,3% das intenções de voto na modalidade estimulada

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POLÍTICA

Atual senador se beneficiou da chegada do presidente Bolsonaro, absoluto em Mato Grosso, ao seu partido.

Uma nova pesquisa da Percent Brasil divulgada nesta quinta-feira (4) mostra o senador por Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), bem à frente dos adversários e com reeleição encaminhada na disputa pela única vaga em disputa pelo Senado Federal.

Wellington, atualmente no mesmo partido do presidente, Jair Bolsonaro (PL), aparece com 32,3% das intenções de voto na modalidade estimulada, quando é apresentada ao eleitor uma relação de candidatos.

Abaixo de Wellington aparece o deputado federal Neri Geller (PP), com 14,8%, seguido da médica Natasha Slhessarenko (PSB) com 7,9% das intenções de voto.

O dirigente ruralista Antônio Galvan (PTB) figura com 4%, enquanto o vereador Kássio Coelho (Patriota) tem 3% e o servidor público Feliciano Azuaga (Novo) com 1%.

Brancos e nulos somam 5,5% e os eleitores indecisos são 30,5%. Um por cento preferiu não responder. A pesquisa da Percent foi realizada entre os dias 30 de julho e 2 de agosto com 812 entrevistas presenciais em Mato Grosso.

Com intervalo de confiança de 95%, a sondagem tem margem de erro de 3,44 pontos percentuais para mais ou para menos.  A pesquisa quantitativa utilizou a técnica Survey de opinião e foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números MT-01064/2022 e BR-04455/2022, respectivamente.

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Comparativo

O Instituto ainda fez um comparativo da pesquisa atual com uma realizada em fevereiro. Nele, Wellington e Neri aparecem com crescimento de 10 pontos percentuais cada no período.

Em fevereiro deste ano Wellington estava com 22,5% de intenção de voto, conforme o instituto, e cresceu para 32,3% na última pesquisa. Já Neri estava com 4,7% em fevereiro e subiu para 14,8%.

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POLÍTICA

Mauro vê plágio em plano de Governo de Márcia e Emanuel ironiza

Grupo de oposição quer colocar em prática aquilo que o governador, enquanto candidato, teorizou e nunca entregou

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Emanuel é o coordenador da campanha de Márcia e vai explorar os desgastes do atual gestor para dar fôlego ao projeto oposicionista. FOTO - Marcus Vallant GD

A candidata a governadora de Mato Grosso, Márcia Pinheiro (PV), rebateu a acusão de que seu plano de governo é plágio das propostas apresentadas por Mauro Mendes (UB), nas eleições de 2018.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), coordenador da campanha de Márcia, disse que as propostas descritas no Plano de Governo de Marcia atendem exatamente a necessidades universais não cumpridas pela atual gestão do Estado.

Dentre os pontos, cita o pagamento da Revisão Geral (RGA) e a valorização dos servidores públicos. “Não se trata de nenhum demérito. É uma questão de redação. E se o gestor atual não conseguiu cumprir o que havia prometido, é uma necessidade do povo, vai constar no Plano de Governo”, Emanuel Pinheiro (MDB).

A coordenação da campanha a reeleição de Mauro apontou que 23 compromissos protocolados na Justiça Eleitoral em 2018 pelo então candidato e atual governador Mauro Mendes (UB) foram plagiados, na íntegra, pela candidata de oposição Márcia Pinheiro (PV), em seu Plano de Governo das eleições de 2022.
No total, 71 propostas de Mauro em 2018 foram alvo de “inspiração” para a primeira-dama de Cuiabá, sendo 23 integralmente copiadas. De acordo com Emanuel, “o fato de serem propostas idênticas ou semelhantes deve-se, exclusivamente, a inoperância da atual gestão que não cumpre o que promete. E, logicamente, o debate deve ser retomado. Se é uma necessidade da população, o assunto retornará a pauta”, asseverou.

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Quanto à entrega do novo hospital municipal de Cuiabá , o coordenador lembra que foi a gestão Emanuel Pinheiro quem finalizou e entregou à população de todo estado o maior e mais moderno hospital de Cuiabá, obra que foi prometida pelo então prefeito Mauro Mendes e que não foi entregue.

Hoje, em razão da desassistência da saúde no interior do Estado, o novo pronto-socorro é a referência a milhares de moradores de Mato Grosso e a citação à construção, descrita no Plano de Governo, trata-se de um erro da equipe redatora e será devidamente corrigido.

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