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Política Estadual de Apoio à Agricultura Urbana é sancionada

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Lei contempla atividades como cultivos de frutas e hortaliças, além da produção artesanal de alimentos e bebidas

A Lei nº 10.824/2019, que dispõe sobre a Política Estadual de Apoio à Agricultura Urbana em Mato Grosso, foi sancionada neste mês. De autoria do ex-deputado estadual José Domingos Fraga (PSD), a norma busca garantir a segurança alimentar e nutricional da população.

O texto considera como agricultura urbana “o conjunto de atividades de cultivo de hortaliças, plantas medicinais, espécies frutíferas e flores, bem como a piscicultura e a produção artesanal de alimentos e bebidas para o consumo humano”. Para apoiar essas iniciativas, a lei cita como instrumentos o crédito, seguro agrícola, educação, capacitação, pesquisa, assistência técnica, certificação de origem e de qualidade dos produtos.

Na gestão da nova política, estão previstas ações como o desenvolvimento de atividades de formação profissional, o estabelecimento de parcerias com organizações não governamentais e universidades para realização de cursos e a criação de espaços públicos para comercialização dos produtos de agricultura urbana, como feiras e exposições.

A lei também trata da garantia de segurança alimentar e nutricional e elenca como beneficiários prioritários dessa política pessoas que sofrem com a falta de acesso à alimentação adequada. Ainda se incluem nas contribuições da Política Estadual de Apoio à Agricultura Urbana a proteção da saúde e do estado nutricional do grupo materno-infantil, a geração de emprego e renda e a ampliação e qualificação dos programas alimentares adotados por instituições como escolas, creches e hospitais. A preocupação com a sustentabilidade também está presente no texto.

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“Ações de agricultura urbana vêm sendo desenvolvidas por um grande número de governos e organizações da sociedade civil como forma de combate à pobreza, insegurança alimentar e degradação ambiental, pois além de complementar a produção rural nos aspectos de autoconsumo, comercialização e abastecimento, pode configurar-se como um importante incremento na renda das famílias”, diz José Domingos Fraga na justificativa.

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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