CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

Prefeito quer descontar salário de servidor que foi recepcionar Bolsonaro

O Executivo Municipal estaria disposto a cobrar dos faltosos os possíveis prejuízos causados ao Município pela ausência no posto de trabalho

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A Prefeitura de Várzea Grande quer descontar o ponto dos servidores que deixaram o serviço para acompanhar a visita do presidente Jair Bolsonaro (PL) à Cuiabá, na última terça-feira (19).

Segundo o prefeito Kalil Baracat (MDB), se houver confirmação da participação de servidores no evento, “serão tomadas as medidas necessárias”.

Nos bastidores, o comentário é de que o Executivo poderia cobrar dos faltosos os possíveis prejuízos causados ao Município pela ausência no posto de trabalho, mas estaria descartada a aplicação de penas administrativas.

A Prefeitura informou que, até o momento, tomou conhecimento de apenas um caso. Trata-se de um servidor que estava no local vestido como presidente e usando um óculos chamativo.

Ele chegou a conceder entrevista para jornalistas.

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Mauro ignora apelo ribeirinho e veta projeto de proteção ao Rio Cuiabá

Após o veto de Mendes, cabe a Assembleia Legislativa uma nova análise. O veto pode ser mantido ou derrubado em votação em plenário

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Mendes tem filho no ramo de PCHs, algo que defende abertamente em detrimento ao interesse protecionista

O governador Mauro Mendes (União Brasil) vetou integralmente, nesta semana, o projeto de lei que proibia a construção de usinas hidrelétricas (UHE) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) no Rio Cuiabá.

A medida foi aprovada em maio pela Assembleia Legislativa. A decisão de Mendes circulou em edição extra do Diário Oficial nesta terça-feira (5).

Na sua justificativa, Mendes disse que o dispositivo é inconstitucional por interferir em assunto cuja tratativa é de competência da União.

“Interfere na competência privativa da União para legislar sobre águas, violação ao art.22, IV da CF, bem como na competência material para explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão aproveitamento energético dos cursos de água; instituir sistema nacional de gerenciamento de recurso hídricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso”, disse na publicação.

De autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSD), o projeto colocava em discussão a viabilidade ambiental do projeto apresentado pela Maturati Participações e que visa a construção de PCHs na região.

Após o veto de Mendes, cabe a Assembleia Legislativa uma nova análise. O veto pode ser mantido ou derrubado em votação em plenário. Se derrubado, a expectativa é que Governo, mais uma vez, judicialize um tema que perdeu no parlamento, como tem feito em outras matérias.

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Entusiasta de PCHs

O governador já tinha sinalizado que seria contra o projeto de Wilson Santos, que atende apelo de ribeirinhos, sobretudo por ser um entusiasta das PCHs. Segundo já declarou Mendes, “represar água não mata rio”.

O olhar de Mauro sobre o assunto, contudo, pode ser conotação mais pessoal do que de gestão ambiental, já que seu filho, o fenômeno dos negócios, Luis Antônio Taveira Mendes, de apenas 24 anos, tem como um dos seus negócios o de PCHs, inclusive articula, junto com o genro do ex-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho, a liberação de um licenciamento ambiental, por parte do Governo do Estado, para tocar o empreendimento de R$ 100 milhões.

 

 

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