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PSB quer Leitão como suplente de Natasha ao Senado Federal

Max Russi vê o tucano trazendo um importante setor do agronegócio para a chapa, além de preciosos segundos de TV, por causa do PSDB

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POLÍTICA

Leitão tentou disputar o Senado duas vezes, em 2018 e na eleição suplementar de 2020, e em ambas saiu derrotado.

O presidente estadual do PSB, deputado Max Russi, afirmou nesta quarta-feira (15) que o ex-deputado federal Nilson Leitão está sendo “cortejado” pelo partido para ser suplente da médica Natasha Slhessarenko, que deve disputar o Senado na eleição deste ano.

Russi relatou que teve um encontro com o deputado Carlos Avallone, presidente estadual do PSDB, para discutir a ocupação das duas vagas na suplência da médica, que ainda não foram ocupadas.

O parlamentar afirmou que nessa ocasião, o nome do ex-deputado federal foi citado. “Falamos com o presidente do PSDB, ele falou que é uma possibilidade. Nilson Leitão poderia ser um nome e foi feito essa primeira conversa. Ele ficou de encaminhar isso junto ao diretório dele”, afirmou.

Leitão tentou disputar o Senado duas vezes, em 2018 e na eleição suplementar de 2020. Em ambas, saiu derrotado, mas mesmo assim não deve ver com bons olhos a suplência.

Atualmente, é presidente do Instituto Pensar Agropecuária e consultor da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) e já teria até dito não para uma articulação que o levaria a uma candidatura ao Governo do Estado.

Para Max, contudo, o ex-parlamentar traria um peso importante para a chapa de Natasha, já que é ligado ao agronegócio, e também aumentaria o tempo de TV à médica, por meio do PSDB.

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Russi ainda comentou sobre o fato de Natasha ter declarado que gostaria de se aproximar dos eleitores “neutros” do estado para se distanciar da polarização Lula x Bolsonaro.

“Ela está tentando primeiro ser vista, mostrar a candidatura, que está preparada e qualificada”, disse.

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POLÍTICA

TCE aponta superfaturamento de prefeitos de MT na pandemia

De acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra de cada um dos kits de testes COVID. As unidades foram compradas por R$ 1,3 mil

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O Consórcio alvo do TCE é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) apontou superfaturamento no preço pago por testes de Covid-19 pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos (Cisva).

Conforme o TCE, a irregularidade ocorreu na compra de testes em 2020, em período agudo da pandemia. O julgamento da tomada de contas ocorreu nos últimos dias.

Ninguém do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos se pronunciou, até o momento. A tomada de contas ordinária foi instaurada pelo TCE para apurar irregularidades no certame emergencial.

Segundo o Tribunal de Contas, o consórcio intermunicipal comprou cerca de 70 kits de testes com a dispensa de licitação. O valor pago por esses kits foi de 91 mil reais. Ainda de acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra e cada um desses kits saiu por R$ 1,3 mil, enquanto que o estado, já tinha contrato firmado para entrega de itens parecidos, no valor de R$ 98,50.

Ao analisar o processo, o conselheiro-relator Antônio Joaquim ponderou que, embora a compra tenha sido superfaturada, os agentes públicos envolvidos estão isentos do dano ao erário, uma vez que foi constatada conduta dolosa por parte das empresas beneficiadas, mas estendeu a eles a responsabilização pelo dano, por entender que houve erro grosseiro na aquisição dos testes.

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Assim, Antônio Joaquim julgou regulares as contas prestadas pelo presidente e demais servidores e irregulares as contas prestadas pelas empresas.

Suspensão da compra

O TCE havia suspendido a compra dos kits emergenciais devido aos indícios de sobrepreço, em junho 2020. O Consórcio é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

Durante a compra somente Juara possuía casos de pacientes com Covid-19, o que, segundo o TCE, não justifica a forma como foi procedida a aquisição dos testes.

O Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos, presidido pelo prefeito de Porto dos Gaúchos (MT), Moacir Pinheiro Piovezan, afirmou que o valor pago no momento da compra estava de acordo com o valor de mercado e que se levou em consideração a ‘Lei da Oferta e Procura’.

O advogado do CISVA, Rony de Abreu Munhoz, disse, na época, que a comparação de preços realizada pelo TCE-MT foi com base em produtos distintos. Segundo ele, os produtos adquiridos pelo consórcio possuíam qualidade superior aos adquiridos pelo estado, que foram citados na ação.

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