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Reajuste do diesel chega às bombas em Mato Grosso

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O reajuste no preço do diesel anunciado pelo governo na semana passada já está nas bombas dos postos de combustíveis de todo o País. O aumento foi de 4,8%, e já pode ser observado aqui em Mato Grosso.

Como o preço do frete não sobe, os motoristas sofrem com a alta do diesel e com a desvalorização no preço do frete.

Em Rondonópolis (MT), o preço do diesel comum varia de R$ 3,82 a R$ 3,98. O diesel S10 custa em média R$ 4,30. Já em Tangará da Serra (MT), o aumento foi de R$ 0,10. Na Capital o preço médio do diesel comum custa R$ 3,95.

Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Terrestres em Rondonópolis (STTRR) Luiz Gonçalves da Costa, “Todos os usuários são prejudicados, desde da população que usa o coletivo ao empresário que trabalha com uma grande frota de caminhões”, relata o presidente.

Ele conta também que tanto o motorista empregado quanto o autônomo são os mais prejudicados. ” O frete é desvalorizado no caso do autônomo, o motorista empregado que recebe a comissão do valor liquido, acaba sofrendo já que o valor do diesel é computado nas despesas”, finaliza Luiz.

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Reajuste do diesel

No último dia 11, a Petrobras anunciou reajuste de 5,74% no preço do óleo diesel. No mesmo dia, o presidente Jair Bolsonaro mandou a empresa suspender o reajuste até que ele tivesse uma reunião com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e com os ministros da equipe econômica.

A reunião aconteceu no último dia 16. Após o encontro, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmaram que o valor do reajuste e o momento do anúncio cabem exclusivamente à Petrobras. Em seguida, a empresa anunciou aumento de R$ 0,10 por litro no diesel.

Compromisso com os caminhoneiros

O Ministério da Infraestrutura divulgou uma nota na última segunda-feira (22) na qual anunciou compromisso com os caminhoneiros de repassar o custo do diesel para a tabela de fretes.

A nota foi divulgada após o ministro Tarcísio Gomes de Freitas se reunir com integrantes da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e de outras entidades, além de caminhoneiros autônomos.

A tabela de fretes foi criada no ano passado pelo governo Michel Temer, após a greve dos caminhoneiros que bloqueou estradas e comprometeu o abastecimento em todo o Brasil. A tabela era uma das reivindicações da categoria.

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O mecanismo, no entanto, foi alvo de críticas até mesmo dentro do governo. Na ocasião, o então ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou que a tabela prejudica o agronegócio. O tabelamento também foi alvo de contestações da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) na Justiça.

Fonte: Da Redação com Cláudia Santos

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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