CUIABÁ

AGRO

Taxa pós-fixada no crédito rural é adiada para outubro

Publicados

AGRO

O produtor rural que precisa de crédito, só tem uma alternativa de taxa junto as instituições de financiamento rural, escolher taxa pré-fixada para o crédito agrícola. Mudanças que chegam tarde, quando parte significativa dos financiamentos de custeio da safra de verão já estiver contratada em diversas regiões do país.

O QUE MUDOU?

A resolução nº 4.674, de 26 de junho de 2018, do Conselho Monetário Nacional (CMN), desobrigou as instituições financeiras de operar com a taxa de juros pós-fixada até 30 de setembro de 2018, devido ao período necessário para adequações nos sistemas.

Porém, as taxas pré-fixadas do crédito rural de custeio e investimento estão definidas com percentuais máximos com taxas de até 6% ou até 7% na maioria das linhas, havendo condições especiais de taxas de até 5,25% como em investimentos do ABC para recompor áreas de Reserva Legal ou APP, ou taxas superiores, de até 7,5%, como no Moderfrota.

O importante é que os produtores fiquem atentos a essa regra que incluiu o termo “até”, colocando um limitador máximo para cada linha, mas que abre o precedente para que bancos e cooperativas de crédito ofereçam taxas de juros menores que esses percentuais, dependendo da fonte de recursos que será utilizada.

Leia Também:  Mesmo com apelo a Lula, Tigresa é vetada também pelo PT nacional

Como há uma competição acirrada entre as instituições financeiras para ofertar crédito rural, os produtores têm a oportunidade de buscar a instituição que oferece os melhores serviços, atendimento e taxa de juros.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

AGRO

MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

Publicados

em

Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Fábio Garcia leva invertida de Emanuelzinho, que aprova visita ao VLT
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA