CUIABÁ

BOCA NO TROMBONE

Tigresa fala em machismo e vai revelar quem a derrubou no PT de MT

Por meio de uma postagem no Facebook, a estrela pornô disse que vai relevar nesta segunda-feira (25) quem articulou sua “expulsão”

Publicados

POLÍTICA

A atriz demonstrou mágoa com a decisão do partido

A atriz de filmes adultos, Esther Perralto, conhecida como “Tigresa VIP”, utilizou seu perfil nas redes sociais, neste fim de semana, para afirmar que sofreu preconceito ao ter sua filiação no Partido dos Trabalhadores (PT) barrada pela executiva nacional.

Na semana passada, após sua filiação ter sido anunciada pelas lideranças do partido em Mato Grosso, ela havia se lançado como pré-candidatura à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Entretanto, a filiação foi anulada na sexta-feira (22), surpreendendo inclusive a própria Tigresa. Por meio de uma postagem no Facebook, a estrela pornô disse que vai relevar nesta segunda-feira (25) quem articulou sua “expulsão” do PT.

“Pretos, pobres e profissionais do sexo sofrem preconceito só por serem o que são! Também existe o machismo. Segunda-feira irei falar sobre a minha expulsão do Partido dos Trabalhadores”, escreveu Tigresa em postagem.

A jovem, de Alta Floresta (789 km de Cuiabá), ganhou o mundo erótico com diversos vídeos publicados na internet, em 2015, quando ainda era uma adolescente de 17 anos. Com a filiação anulada, ela não pode mais disputar pelo PT.

Leia Também:  Após ICMS saltar 50% em sua gestão, Mauro reclama de teto em 17%

Assim que sua filiação foi conhecida, sua pré-candidatura começou a chamar a atenção e, devido sua relevância no mundo digital, o assunto virou notícia nacional. A repercussão, contudo, não era a que os grandes nomes do partido esperavam.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA

TCE aponta superfaturamento de prefeitos de MT na pandemia

De acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra de cada um dos kits de testes COVID. As unidades foram compradas por R$ 1,3 mil

Publicados

em

O Consórcio alvo do TCE é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) apontou superfaturamento no preço pago por testes de Covid-19 pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos (Cisva).

Conforme o TCE, a irregularidade ocorreu na compra de testes em 2020, em período agudo da pandemia. O julgamento da tomada de contas ocorreu nos últimos dias.

Ninguém do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos se pronunciou, até o momento. A tomada de contas ordinária foi instaurada pelo TCE para apurar irregularidades no certame emergencial.

Segundo o Tribunal de Contas, o consórcio intermunicipal comprou cerca de 70 kits de testes com a dispensa de licitação. O valor pago por esses kits foi de 91 mil reais. Ainda de acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra e cada um desses kits saiu por R$ 1,3 mil, enquanto que o estado, já tinha contrato firmado para entrega de itens parecidos, no valor de R$ 98,50.

Ao analisar o processo, o conselheiro-relator Antônio Joaquim ponderou que, embora a compra tenha sido superfaturada, os agentes públicos envolvidos estão isentos do dano ao erário, uma vez que foi constatada conduta dolosa por parte das empresas beneficiadas, mas estendeu a eles a responsabilização pelo dano, por entender que houve erro grosseiro na aquisição dos testes.

Leia Também:  Prefeita gasta mais de R$ 1 milhão com Luan Santana, Zé Felipe e cia

Assim, Antônio Joaquim julgou regulares as contas prestadas pelo presidente e demais servidores e irregulares as contas prestadas pelas empresas.

Suspensão da compra

O TCE havia suspendido a compra dos kits emergenciais devido aos indícios de sobrepreço, em junho 2020. O Consórcio é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

Durante a compra somente Juara possuía casos de pacientes com Covid-19, o que, segundo o TCE, não justifica a forma como foi procedida a aquisição dos testes.

O Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos, presidido pelo prefeito de Porto dos Gaúchos (MT), Moacir Pinheiro Piovezan, afirmou que o valor pago no momento da compra estava de acordo com o valor de mercado e que se levou em consideração a ‘Lei da Oferta e Procura’.

O advogado do CISVA, Rony de Abreu Munhoz, disse, na época, que a comparação de preços realizada pelo TCE-MT foi com base em produtos distintos. Segundo ele, os produtos adquiridos pelo consórcio possuíam qualidade superior aos adquiridos pelo estado, que foram citados na ação.

Leia Também:  Aliado de Neri rechaça PT: "Eu sou Bolsonaro"
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA