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Vereadores de Sorriso-MT elevam verba indenizatória em mais de 50%

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Os vereadores da Câmara de Sorriso (a 418 km de Cuiabá) aumentaram em 51,28%, nos últimos dias, o valor da verba indenizatória. De R$ 3,9 mil, o valor vai ser de R$ 5,9 mil aos parlamentares a partir de janeiro de 2022.

No total, se cada um dos 11 vereadores utilizarem quantia de modo integral, o custo será de R$ 778,8 mil por ano aos cofres públicos.

Atualmente, o salário dos parlamentares é de R$ 7,9 mil. Acrescido com a verba indenizatória, o custo é de R$ 13,8 mil a cada vereador.

O valor das diárias também sofreu reajuste. Para a pernoite em Cuiabá, a quantia sobe de R$ 349 para R$ 500. Sem a pernoite, o valor vai de R$ 175 para R$ 250.

Os reajustes foram sancionados pelo prefeito do município, Ari Lafin (PSDB). Em nota, o chefe do Executivo municipal destacou que os reajustes foram aprovados por unanimidade pelos parlamentares e enfatizou a autonomia do Poder Legislativo.

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Obcecado pelo BRT, Mauro almoça com ministro do TCU

Inicialmente por meio do ministro, Aroldo Cedraz, e depois pelo pleno da Corte, a implantação do BRT se tornou suspensa

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Mendes almoçou com o ministro do TCU, Augusto Nardes, que é de Mato Grosso e atua no órgão onde o governador quer destravar sua manobra antiVLT

O governador, Mauro Mendes (UNIÃO), que visivelmente se sente plenamente reeleito, já começou a focar em agendas em que prepara o terreno para o que “fará em seu segundo mandato”. A principal meta do gestor estadual é retomar e conseguir implantar o BRT em Cuiabá/Várzea. Para tanto, pagará cerca de R$ 460 milhões à empresa, que soma/se a valores repassados à Caixa Econômica Federal – CEF para enterrar, inexplicavelmente, o projeto do VLT, que já havia consumido mais de R$ 1 bilhão.

Após intervenção do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), no Tribunal de Contas da União – TCU, em Brasília, o órgão reconheceu a falta de explicações técnicas e econômicas por parte de Mauro e barrou a implantação do BRT, inicialmente por meio do ministro, Aroldo Cedraz, e depois pelo pleno da Corte.

Desde então, o governador não consegue esconder o desconforto. Ele já chegou a pegar um avião e foi até Brasília se reunir com Aroldo e boa parte da bancada federal, buscando uma maneira de demover o ministro da ideia. Aroldo, contudo, se manteve firme.

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Nesta segunda-feira (8), Mendes almoçou com o também ministro do TCU, Augusto Nardes, que é de Mato Grosso, e não escondeu que trataria com ele sobre o BRT: “é uma boa pauta”.

Segundo Mendes, a decisão do TCU de barrar a construção do BRT é um “caso muito atípico”. “O TCU deu um parecer para uma obra que não tem atribuição do Tribunal de Contas. Não tem verba federal, não tem órgão federal envolvido nisso. É um absurdo, um verdadeiro absurdo. Mas eu espero que o TCU reconheça isso. O que é óbvio, que qualquer técnico com o menor nível de conhecimento sabe o que eu estou falando é a verdade. Então eu espero que o TCU reveja essa posição e não seja um paralisador de obras aqui no estado do Mato Grosso quando não tem verba federal que atrai a sua competência”, argumentou.

 

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