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MEC disponibiliza relatórios para apoiar municípios na análise do Ideb

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Gestores e profissionais da educação podem consultar relatórios personalizados disponibilizados pelo Ministério da Educação (MEC) para analisar os resultados de municípios e escolas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2025. Os materiais reúnem a trajetória do indicador, o desempenho das unidades de ensino e dados de aprendizagem em língua portuguesa e matemática. Os resultados do Ideb foram divulgados em agosto de 2026.

Os relatórios personalizados integram o Brasil Aprende+, estratégia vinculada ao Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, e utilizam os resultados do Ideb 2025 e os dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A proposta é facilitar a leitura das informações e oferecer subsídios para o planejamento e o acompanhamento das ações educacionais.

Os materiais apresentam a série histórica do Ideb de cada município e permitem comparar o desempenho da rede com o de municípios de mesmo porte e nível socioeconômico, além dos resultados do estado e do Brasil. Dessa forma, é possível analisar o indicador a partir de diferentes referências e compreender o resultado do município dentro de contextos semelhantes.

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A consulta também pode ser aprofundada até a realidade de cada escola. Os relatórios permitem verificar o Ideb alcançado por cada instituição de ensino, comparar o resultado com a meta estabelecida e acompanhar a evolução dos indicadores. Com isso, gestores podem identificar o percentual de escolas que aumentaram, reduziram ou mantiveram seus resultados.

A análise é complementada por informações de língua portuguesa e matemática, incluindo a série histórica e os níveis de proficiência do município.

O Ideb combina informações de rendimento escolar, obtidas a partir das taxas de aprovação, com o desempenho dos estudantes nas avaliações do Saeb.

Como acessar os relatórios

Os relatórios podem ser consultados pela página Aqui Tem MEC:

1. Acesse o site do MEC
Na página inicial, desça a tela até a seção “Atuação do MEC”.

2. Clique em “Aqui Tem MEC”
Na página seguinte, localize a área de relatórios e selecione “Relatório Brasil Aprende+”.

3. Escolha o estado ou município
O usuário pode selecionar o estado para consultar os municípios ou acessar diretamente o relatório de um município específico.

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4. Consulte os dados da rede
O relatório apresenta informações sobre o Ideb, a evolução dos resultados e o desempenho das escolas do município.

Os relatórios educacionais municipais também têm previsão de integração à Plataforma Nacional de Dados da Educação (EducaDados), que deverá reunir informações educacionais de diferentes etapas e níveis de ensino. A plataforma está prevista na Lei Complementar nº 220/2025, que instituiu o Sistema Nacional de Educação.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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Rede Federal inspira estudantes em palestras no Rio Grande do Sul

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O Ministério da Educação (MEC) promoveu, por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), uma série de palestras realizadas entre os dias 28 de setembro a 2 de outubro em cinco campi do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). Durante os eventos comemorativos aos 117 anos da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o secretário da Sase, Gregório Grisa, reuniu estudantes e servidores dos campi Restinga, Porto Alegre, Sapucaia do Sul, Alvorada e Canoas para debater a história da educação profissional e a contribuição dos institutos federais para o desenvolvimento do país. 

Durante a palestra “Contexto da Educação Profissional no Brasil”, Gregório Grisa destacou a presença da Rede Federal em todas as unidades da Federação e reforçou a importância dos institutos federais na oferta de educação pública, gratuita e de qualidade. Segundo ele, as instituições promovem uma formação humana integral por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, da educação básica até a pós-graduação. 

“O ensino profissional e tecnológico está presente tanto na educação básica quanto na educação superior. Os institutos federais oferecem oportunidades de formação e transformação social para milhares de estudantes em todo o país”, afirmou. 

As atividades também abriram espaço para que estudantes compartilhassem experiências sobre o impacto da instituição em suas trajetórias pessoais e acadêmicas. Foi o caso de Jasmine Padilha de Almeida, de 17 anos, estudante do curso técnico em meio ambiente integrado ao ensino médio no Campus Canoas. 

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Para a jovem, o acolhimento encontrado na instituição foi determinante para sua adaptação e seu desenvolvimento. “O que mais me impactou quando entrei aqui foi o acolhimento dos professores, servidores e colegas. É um ambiente muito receptivo, onde me sinto bem para estudar e permanecer durante todo o dia. Eu gosto muito de ficar aqui, por isso, inclusive, eu escolhi fazer a bolsa, porque aí eu posso trabalhar aqui, fazendo o que eu gosto”, relatou. 

Além de assistir às aulas, Jasmine participa de atividades relativas à bolsa acadêmica e a práticas esportivas oferecidas pelo campus. A estudante já projeta os próximos passos de sua formação. Entre os planos para o futuro, estão o ingresso em uma universidade pública por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a possibilidade de atuar na área ambiental por concurso público. 

Expansão – Durante os encontros, o secretário também apresentou os investimentos realizados pelo governo federal para fortalecer a Rede. Os recursos, segundo ele, estão sendo destinados à consolidação das unidades existentes e à melhoria da infraestrutura, com a construção e adequação de espaços como bibliotecas, refeitórios, quadras esportivas e laboratórios. 

Grisa destacou ainda a ampliação da rede como parte da estratégia para ampliar oportunidades educacionais, especialmente em regiões com menor oferta de vagas. 

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“Queremos consolidar os institutos federais existentes, mas também ampliar o acesso para que mais jovens tenham a oportunidade de estudar nessas instituições e realizar seus projetos de vida”, afirmou. 

Além da expansão física, o secretário da Sase destacou ações voltadas ao fortalecimento da assistência estudantil e da formação inicial e continuada de professores, consideradas estratégicas para garantir a permanência e o sucesso dos estudantes. 

História da Rede Federal – A origem da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica remonta à data 23 de setembro de 1909, quando o então presidente Nilo Peçanha assinou o Decreto nº 7.566, criando 19 Escolas de Aprendizes Artífices. Essas instituições deram origem à atual rede de educação profissional e tecnológica do país. 

A configuração contemporânea da Rede Federal foi instituída pela Lei nº 11.892/2008, que criou os institutos federais de educação, ciência e tecnologia e consolidou um modelo de ensino voltado à formação técnica, científica e cidadã. 

Atualmente, a Rede Federal conta com 755 unidades distribuídas em todo o território nacional, oferecendo cursos técnicos, graduações, pós-graduações e programas voltados à educação de jovens e adultos (EJA), contribuindo para a inclusão social e o desenvolvimento regional. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase) 

Fonte: Ministério da Educação

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