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FIM DA BRIGA

Ação contra acordo do Estado com a Oi é arquivada

A ação popular era movida pelo ex-governador Pedro Taques contra Mauro Mendes e questionava um acordo firmado entre o Estado e a empresa Oi

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Juiz aponta que ação popular não pode ser usada para anular decisão judicial

A Justiça de Mato Grosso arquivou a ação popular movida pelo advogado Pedro Taques contra o ex-governador Mauro Mendes, que questionava um acordo firmado entre o Estado e a empresa Oi.

A decisão foi proferida na terça-feira (14) pelo juiz Bruno de Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas. Na sentença, o magistrado destacou que a ação popular não é o instrumento adequado para contestar acordos homologados pela Justiça, já que, após a homologação, o ato passa a ter natureza judicial.

O juiz ressaltou ainda que o ordenamento jurídico não permite o uso desse tipo de ação para desconstituir decisões judiciais. No processo, o Ministério Público de Mato Grosso também se manifestou contra o pedido, apontando ausência de irregularidades e destacando que o acordo trouxe vantajosidade econômica ao Estado.

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Ataques de Fávaro a Mauro levantam dúvida sobre estratégia

Críticas ao VLT e ao BRT levantam suspeita de estratégia para impulsionar pré-candidaturas no mesmo grupo político

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A eventual rivalidade pública pode funcionar como vitrine para as duas pré-campanhas

As críticas feitas pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), ao ex-governador Mauro Mendes (União), em postagem nas redes sociais no aniversário de Cuiabá, na quarta-feira (8), elevaram o tom do debate político e acenderam dúvidas nos bastidores sobre um possível jogo combinado.

Ao citar o impasse do VLT — substituído pelo BRT — e comparar a situação com Salvador (BA), que recebeu os vagões originalmente destinados à capital mato-grossense, Fávaro fez críticas diretas à gestão de Mauro, com ironias sobre a condução do transporte público e as prioridades de investimento.

Nos bastidores, a ofensiva é vista com cautela. Há quem avalie que o embate pode fazer parte de uma estratégia calculada para criar antagonismo entre os dois, ampliando a exposição de ambos no cenário eleitoral. Isso porque Fávaro e Mauro são apontados como nomes próximos ao empresário Eraí Maggi, reconhecido como um dos principais financiadores de campanhas em Mato Grosso.

Nesse contexto, a eventual rivalidade pública pode funcionar como vitrine para as duas pré-campanhas, fortalecendo suas posições nas articulações e na disputa por espaço político.

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