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Consea realiza encontro preparatório para oficina de construção do Protocolo de Ação Integrada de Segurança Alimentar para Povos Indígenas

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A construção de políticas públicas voltadas à segurança alimentar e nutricional dos povos indígenas avançou mais uma etapa nesta terça-feira (12), com a realização do Encontro Preparatório Indígena para a Oficina de Construção do Protocolo de Ação Integrada de Segurança Alimentar e Nutricional para Povos Indígenas. A atividade, promovida pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), foi realizada no Cecad/PR.

O encontro reuniu representantes indígenas de diversos estados do país e integrantes do governo federal para debater propostas que servirão de subsídio à Oficina de Construção do Protocolo de Ação Integrada de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) para Povos Indígenas. A iniciativa está prevista no III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (III Plansan 2025-2027).

Mediada por Inara Nascimento, conselheira do Consea, a atividade contou com a participação de Mozart Machado, analista técnico de Políticas Sociais da Secretaria Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (SECF/MDS); do coordenador-geral de Direitos Sociais dos Indígenas da Secretaria Nacional de Articulação e Promoção de Direitos Indígenas do Ministério dos Povos Indígenas (SEART/MPI), Niotxarú Pataxó; e do assessor do Consea, Luiz Carlos Machado.

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Participaram, ainda, representantes do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI/MPI), do GT dos Povos Indígenas da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), além de Lennon Corezomaé (MPI) e Eduardo Nunes, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Durante o encontro, os participantes debateram experiências exitosas em seus territórios e apontaram aspectos que necessitam de aprimoramento, entre eles a maior valorização da alimentação não apenas enquanto fonte de sustento, mas também como elemento cultural, a ampliação da destinação de recursos para o desenvolvimento de projetos e o fortalecimento do mapeamento participativo nos territórios.

Mozart Machado destacou que a realização da oficina representa um passo importante para o fortalecimento da segurança alimentar e nutricional indígena. Segundo ele, apesar da melhoria geral nos índices de segurança alimentar e nutricional no país, alguns grupos ainda permanecem em situação de elevada vulnerabilidade, entre eles os povos indígenas. “O terceiro Plansan apresenta um diagnóstico muito claro: apesar do repertório de políticas e programas do governo federal que avançaram significativamente no combate à fome, existe um núcleo duro que persiste e isso não está só na cidade, mas também em diversos grupos sociais específicos, entre eles os indígenas”.

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A atividade se soma a outros dois painéis de diálogo realizados no mês de fevereiro em uma construção que tem como objetivo concretizar as entregas previstas no III Plansan, e a programação teve continuidade na quarta-feira (13) com a realização da Oficina de Construção do Protocolo de Ação Integrada de Segurança Alimentar e Nutricional para Povos Indígenas.

Fonte: Secretaria-Geral

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Governo do Brasil realizará estudo para impulsionar soberania e abastecimento alimentar no país

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Um Acordo de Cooperação Técnica assinado na tarde de hoje (18) entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vai garantir a realização de estudos que contribuam para fortalecer o setor de abastecimento alimentar. A iniciativa prevê a avaliação de dados e informações e a proposição de ações para inovação e aprimoramento das políticas públicas existentes. Também deverão ser identificadas potenciais parcerias relacionadas ao abastecimento alimentar no Brasil.

O documento foi assinado pela ministra do MDA, Fernanda Machiaveli, pelo diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa, pelo superintendente da Área de Soluções de Infraestrutura do BNDES, Ian Ramalho Guerriero, pelo diretor-presidente da Conab, Sílvio Isoppo Porto, pelo diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo Anacleto de Campos, e pela secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar, Ana Terra.

“Estou bem entusiasmada com os próximos passos da nossa política de abastecimento, vamos conseguir um avanço bem expressivo. Essa parceria entre o MDA e o BNDES é bem importante, e nós estamos muitos satisfeitos em poder contar com a expertise do banco para avançar na modernização das nossas estatais”, declarou a ministra Fernanda Machiaveli. “A partir desse aporte nós pretendemos modernizar as infraestruturas, fazer melhor aproveitamento dos nossos ativos, pensar na estrutura de armazenagem e na estratégia para conseguir avançar ainda mais na política de abastecimento”, concluiu.

Foto: Luis Fabiano Neves - Ascom/MDA
Foto: Luis Fabiano Neves – Ascom/MDA
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A atuação do BNDES se dará no âmbito do Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP). “O Banco irá realizar um estudo com recursos próprios sobre o sistema de abastecimento no Brasil. Vamos avaliar como melhorá-lo, usando não só as referências que a gente tem aqui no Brasil, mas também experiências internacionais. Nós vamos analisar o que os outros países fazem e se isso pode ou não ser feito no Brasil”, explicou diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa.

Para o diretor-presidente da Conab, Sílvio Isoppo Porto, a relação com o BNDES tem sido bastante positiva. “Estamos dando passos importantes. Toda essa estruturação, esses estudos, esses subsídios que o BNDES vai gerar em termos de oportunidade serão fundamentais para que consigamos planejar e ter uma política bastante robusta, com uma intervenção muito concreta, no sentido de reduzir o preço dos alimentos, criar uma logística mais eficiente e, principalmente, fazer uma mudança fundamental nos sistemas alimentares do Brasil, garantindo comida de verdade, alimentação saudável para o povo brasileiro”.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

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