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Fórum de Participação Social do Ceará entrega pautas ao ministro Guilherme Boulos

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“Uma pessoa branca, de cabelo escuro, de camisa branca do Governo do Brasil na Rua, e com uma calça jeans”. Com essa audiodescrição, reiterando a importância da pauta das pessoas com deficiência visual, o ministro Guilherme Boulos iniciou sua fala na reunião do Fórum de Participação Social do Ceará (FPS/CE), realizada nesta quinta-feira (16), como parte integrante do Governo do Brasil na Rua em Fortaleza, que segue até esta sexta (17).

O FSP/CE reúne 63 organizações, movimentos sociais, coletivos e entidades comunitárias do estado do Ceará. Possui trajetória consolidada de participação em agendas públicas, conferências e processos de controle social. A sua comissão operativa representa formalmente o fórum, articulando suas demandas e construindo proposições estratégicas para o estado.

 Os participantes do fórum ocuparam os 223 lugares – capacidade total – do auditório do Centro Urbano de Cultura, Arte, Ciência e Esporte (CUCA) do bairro Pici, numa demonstração da importância do encontro para debater pautas prioritárias das organizações sociais que foram apresentadas ao titular da Secretaria-Geral da Presidência da República:

  • LGBTQIAPN+ – Expositora: Alice Oliveira – Rede LESBI Brasil Ceará
  • Direito à Moradia e Desenvolvimento Urbano Expositor: Ivanildo Andrade Batista (Ivan) – Federação de Entidades de Bairros e Favelas de Fortaleza
  • Política de Imigrantes – Expositora: Ana Cristina Dias – Fórum Estadual dos Usuários do SUAS – CE
  • Política da Pessoa com Deficiência – Expositora: Fatinha – Associação Das Pessoas com Deficiência Bom Viver
  • Economia Solidária, Economia Criativa e Escala 6X1 – Expositora: Ana Cristina Souza – Central de Movimentos Populares
  • Políticas Públicas de Soberania e Segurança – Expositor: Roberto Sérgio
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“É preciso criar oportunidades e o fim da escala 6×1 vai trazer qualidade de vida para os jovens. Fomentar a economia criativa e a economia criativa vai abrir oportunidades de trabalho”, afirmou a representante da Central de Movimentos Populares, Ana Cristina Souza, ao entregar para o ministro Boulos a proposta do movimento.

No encerramento do fórum, o ministro Guilherme Boulos lembrou que o Governo do Brasil na Rua foi criado como uma via de mão dupla, que também facilita o acesso dos movimentos sociais locais ao governo federal, com a participação de debates e entrega de pautas.

“Essa semana recebemos mais de 15 movimentos sociais no Palácio do Planalto em Brasília. A porta está sempre aberta, mas nem todos têm condição de viajar. Por isso estamos fazendo essas reuniões do fórum de participação social para estar aqui junto de vocês e ouvir as demandas de cada estado”, afirmou o ministro.

Governo do Brasil na Rua – A feira da cidadania na capital cearense está sendo realizada no Cuca Pici – Centro Urbano de Cultura, Arte, Ciência e Esporte – nesta quinta (16) e sexta-feira (17), sempre das 9h às 17h.

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Os visitantes têm à disposição um conjunto de serviços públicos sem agendamento, com a oportunidade de sair do local com demandas plenamente atendidas. Entre os serviços mais procurados, estão perícias do INSS, vacinação para todas as idades, microchipagem de cães e gatos e atendimentos de saúde.

Em Fortaleza, o Governo do Brasil na Rua conta com forte parceria da prefeitura e do governo do estado, ampliando a oferta de serviços para os moradores da capital e região metropolitana.

Fórum de Participação Social do Ceará
Fórum de Participação Social do Ceará. Fotos: Ruy Castro – ASCOM | SGPR

Fonte: Secretaria-Geral

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Governo e CMN definem condições para empresas acessarem crédito do Brasil Soberano

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abrirá, em 30 dias, as linhas do Plano Brasil Soberano para que as empresas elegíveis possam acessar os R$ 15 bilhões adicionais do programa, anunciados pelo presidente Lula em março. Nesta quinta-feira (16/4), o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que definiu as condições para a oferta do crédito.

O anúncio para detalhamento foi feito em Brasília pelo presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin. Portaria com critérios para empresas acessarem os recursos já haviam sido publicados em portaria conjunta do Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério da Fazenda na quarta-feira (15/4)

Os novos recursos do Plano Brasil Soberano vão apoiar empresas brasileiras exportadoras e relevantes para a balança comercial nacional, em meio a tensões geopolíticas e a instabilidade internacional, como as afetadas pela guerra no Oriente Médio e as que ainda enfrentam as medidas tarifárias impostas pelo governo dos Estados Unidos.

“São R$ 15 bilhões para apoiar quem foi afetado pelo tarifaço americano, quem está tendo dificuldade para exportar para o Golfo Pérsico e aqueles setores estratégicos, especialmente aqueles que têm um déficit na balança comercial. Saúde, TI, químico, são os setores que têm um déficit maior na balança comercial”, ressaltou Alckmin.

Quem tem direito ao crédito
Três grupos de empresas têm direito ao crédito, conforme a portaria Interministerial. No primeiro grupo, as empresas exportadoras de bem industriais e seus fornecedores afetados pelas medidas tarifárias impostas dos Estados Unidos (Seção 232), cujo faturamento bruto com exportações representou 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de agosto de 2024 a 31 de julho de 2025. Neste grupo estão empresas dos setores do aço, cobre, alumínio, automotivo e de moveleiro.

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No segundo grupo, empresas atuantes em setores industriais de média-baixa, média-alta ou alta intensidade tecnológica com relevância na balança comercial brasileira, assim como aqueles setores identificados para adaptação ou modernização produtiva em função de acordos comerciais, ou identificados como estratégicos para a transição para uma economia de baixo carbono. Integram esse grupo empresas do ramo têxtil, químico, farmacêutico, automotivo, máquinas e equipamentos eletrônicos e de informática, além de borracha e minerais críticos.

No terceiro grupo, empresas exportadoras de bens industriais, e seus fornecedores, para países do Oriente Médio, como Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã, cujo faturamento bruto com exportações represente 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025.

Linhas de crédito
O Plano Brasil Soberano ofertará linhas de crédito para financiar capital de giro; capital de giro destinado à produção para exportação; aquisição de bem de capital; e investimentos para ampliação da capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção, adaptação de atividade produtiva, e em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos.

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Para operacionalizar essa nova etapa do Brasbrasilil Soberano, o BNDES criou linhas de crédito para atender as empresas, a partir da resolução do CMN.

As empresas que forem diretamente ao BNDES solicitar o financiamento terão taxas de:

  • 1,28% ao mês (Giro Grande)
  • 1,17% ao mês (Giro MPME)
  • 1,17% ao mês (Giro Exportação) 
  • 1,05% ao mês (BK) 
  • 0,94% ao mês (Investimento)

As empresas que contratarem o financiamento de forma indireta terão taxas de:

  • 1,41% ao mês (Giro Grande)
  • 1,29% ao mês (Giro MPME)
  • 1,29% ao mês (Giro Exportação) 
  • 1,18% ao mês (BK) 
  • 1,06% ao mês (Investimento)

Todas as taxas já incluem spreads e custo financeiro das operações.

Em casos de Giro Grande, Giro MPME, Giro Exportação e BK, os financiamentos terão prazo total de cinco anos e carência de um ano. Já em caso de Investimento, o prazo será de 20 anos, com carência de quatro anos. Os setores industriais estratégicos podem acessar apenas BK e Investimento. 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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