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Ministério das Cidades amplia investimentos em saneamento da região Sul para acelerar metas do Marco Legal
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Com a aproximação do prazo para a avaliação das metas do Marco Legal do Saneamento, o Ministério das Cidades intensifica os investimentos voltados à ampliação do acesso à água potável no Brasil.
Entre os objetivos estabelecidos pelo Marco Legal está a ampliação da cobertura de abastecimento de água para 99% da população brasileira até 31 de dezembro de 2033. Para alcançar a meta, o Ministério das Cidades mantém investimentos contínuos em infraestrutura hídrica. Somente na região Sul do país já foram destinados mais de R$ 4,2 bilhões para obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apresentam índices de abastecimento água acima da média nacional. Enquanto o país registra cobertura de 84,14% no acesso à água potável, os três estados somam índice de 88,32% da população atendida com água nas residências.
“É inadmissível que em 2026 ainda haja pessoas sem acesso à água potável. Estamos atuando para corrigir essas distorções sociais históricas. O Governo do Brasil está fazendo sua parte. Não vamos ampliar o prazo, sete anos é muito tempo para as pessoas ficarem sem água”, afirmou o ministro das Cidades, Vladimir Lima.
Um exemplo da atuação da pasta são os recursos disponibilizados ao Paraná nesta semana. Foram mais de R$ 800 milhões destinados a 23 municípios paranaenses para ampliação das redes de abastecimento de água e saneamento, com potencial de beneficiar mais de 4 milhões de moradores. Somente para Curitiba, capital do estado, foram disponibilizados R$ 97 milhões.
“A intenção do Governo do Brasil é somar esforços com estados, municípios e iniciativa privada para que consigamos levar água tratada a todos os brasileiros”, explicou o ministro.
No pacote de investimentos destinado ao Paraná, além de Curitiba, foram contempladas cidades-polo do norte, noroeste e sudoeste do estado, como Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Cascavel e Toledo. Os investimentos serão executados em parceria com as prefeituras municipais e a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).
Além disso, para o Rio Grande do Sul foi disponibilizado mais de 1,5 bilhão do Novo PAC e para Santa Catarina R$ 1,9 bilhão.
SANEAMENTO TRATADA É SINÔNIMO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
Segundo estudo do Banco Mundial [Poverty and Social Impact Analysis for the Water Sector Reform in Montenegro], investimentos em abastecimento de água contribuem para melhoria do ambiente de negócios, fortalecimento do turismo, valorização imobiliária e aumento da competitividade econômica regional.
O estudo concluiu que “um melhor abastecimento de água facilitará novos investimentos no desenvolvimento do turismo e consequentemente aumentará o emprego”. O documento também apontou que “a melhoria no abastecimento de água levará a um melhor ambiente de investimentos em todas as cidades-alvo”.
“Levar água tratada às casas e esgotamento sanitário vai muito além de um recurso natural, é sinônimo de saúde, de inclusão social, de direito fundamental. E é também sinônimo de desenvolvimento econômico regional”, afirmou o ministro.
Como parte da estratégia de ampliação dos investimentos, o Ministério das Cidades também atua na estruturação de mecanismos de financiamento para o setor, como a emissão de debêntures incentivada para projetos de saneamento, oferecendo isenção de Imposto de Renda a investidores. Já são mais de R$ 30 bilhões, alavancados no mercado para obras de infraestrutura hídrica.
Texto: Ascom Ministério das Cidades
Fonte: Casa Civil
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Governo do Brasil realizará estudo para impulsionar soberania e abastecimento alimentar no país
Um Acordo de Cooperação Técnica assinado na tarde de hoje (18) entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vai garantir a realização de estudos que contribuam para fortalecer o setor de abastecimento alimentar. A iniciativa prevê a avaliação de dados e informações e a proposição de ações para inovação e aprimoramento das políticas públicas existentes. Também deverão ser identificadas potenciais parcerias relacionadas ao abastecimento alimentar no Brasil.
O documento foi assinado pela ministra do MDA, Fernanda Machiaveli, pelo diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa, pelo superintendente da Área de Soluções de Infraestrutura do BNDES, Ian Ramalho Guerriero, pelo diretor-presidente da Conab, Sílvio Isoppo Porto, pelo diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo Anacleto de Campos, e pela secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar, Ana Terra.
“Estou bem entusiasmada com os próximos passos da nossa política de abastecimento, vamos conseguir um avanço bem expressivo. Essa parceria entre o MDA e o BNDES é bem importante, e nós estamos muitos satisfeitos em poder contar com a expertise do banco para avançar na modernização das nossas estatais”, declarou a ministra Fernanda Machiaveli. “A partir desse aporte nós pretendemos modernizar as infraestruturas, fazer melhor aproveitamento dos nossos ativos, pensar na estrutura de armazenagem e na estratégia para conseguir avançar ainda mais na política de abastecimento”, concluiu.
A atuação do BNDES se dará no âmbito do Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP). “O Banco irá realizar um estudo com recursos próprios sobre o sistema de abastecimento no Brasil. Vamos avaliar como melhorá-lo, usando não só as referências que a gente tem aqui no Brasil, mas também experiências internacionais. Nós vamos analisar o que os outros países fazem e se isso pode ou não ser feito no Brasil”, explicou diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa.
Para o diretor-presidente da Conab, Sílvio Isoppo Porto, a relação com o BNDES tem sido bastante positiva. “Estamos dando passos importantes. Toda essa estruturação, esses estudos, esses subsídios que o BNDES vai gerar em termos de oportunidade serão fundamentais para que consigamos planejar e ter uma política bastante robusta, com uma intervenção muito concreta, no sentido de reduzir o preço dos alimentos, criar uma logística mais eficiente e, principalmente, fazer uma mudança fundamental nos sistemas alimentares do Brasil, garantindo comida de verdade, alimentação saudável para o povo brasileiro”.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar
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