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Operação Ágata apreende cerca de duas toneladas de maconha e haxixe na fronteira do Paraná
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Brasília (DF), 23/07/2026 – A atuação integrada entre Forças Armadas e órgãos de segurança pública resultou na apreensão de aproximadamente duas toneladas de maconha e haxixe em quatro ações realizadas nesta semana em diferentes localidades do estado do Paraná, no âmbito da Operação Ágata Arco Sul-Sudeste 2026.
Conduzida pelo Comando Conjunto Tamandataí, ativado pelo Ministério da Defesa, a operação é desenvolvida na faixa de fronteira dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As apreensões ocorreram durante ações de repressão a ilícitos transfronteiriços e contaram com a participação do Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom) da Polícia Federal, do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) da Polícia Militar do Paraná e de militares empregados na operação.
Ao longo da Operação, Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira atuam de forma integrada com órgãos de segurança pública e instituições em atividades de vigilância, fiscalização e repressão de ilícitos transfronteiriços, conforme as atribuições legais de cada órgão participante.
A Operação Ágata Arco Sul-Sudeste 2026 integra a Operação Ágata, coordenada pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) no âmbito do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), e reúne periodicamente Forças Armadas e órgãos de segurança e fiscalização em ações voltadas à prevenção e repressão de ilícitos em áreas de fronteira.
As atividades abrangem áreas terrestres e fluviais da faixa de fronteira da Região Sul, região que demanda ações coordenadas de vigilância, fiscalização e repressão a ilícitos transfronteiriços.
Por Ascom
Fotos e informações: Comando Operacional Conjunto Tamandataí
Assessoria Especial de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa (MD)
(61) 3312-4070
Fonte: Ministério da Defesa
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Saiba como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de luz
As bandeiras tarifárias são utilizadas para sinalizar aos consumidores sobre as condições de custo da geração de energia elétrica no país. Não se trata de uma cobrança adicional na tarifa, mas de um mecanismo de transparência. A medida detalha as informações sobre um custo que já faz parte do fornecimento de energia, permitindo que os consumidores acompanhem as variações e organizem o consumo.
A definição da bandeira tarifária considera, mensalmente:
– As condições de operação do sistema elétrico, com base em aspectos como a disponibilidade dos recursos de geração;
– A necessidade de utilização de diferentes fontes de energia; e
– Os custos estimados para atender à demanda dos consumidores.
O sistema é aplicado às unidades consumidoras atendidas pelas distribuidoras conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), que integra as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e parte da Região Norte do país. Cada bandeira indica as condições de geração no momento em que a energia está sendo consumida:
- Bandeira Verde – Indica condições favoráveis de geração de energia. Não há cobrança adicional na tarifa;
- Bandeira Amarela – Indica condições de geração menos favoráveis. Há acréscimo de R$ 0,01885 para cada kWh consumido;
- Bandeira Vermelha (Patamar 1) – Indica condições mais custosas de geração. Há acréscimo de R$ 0,04463 para cada kWh consumido; e
- Bandeira Vermelha (Patamar 2) – Indica condições ainda mais custosas de geração. Há acréscimo de R$ 0,07877 para cada kWh consumido.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
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