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Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada encerra o segundo trimestre de 2026 com nove novas adesões
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No período de abril a junho de 2026, a Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada (REDE) registrou a entrada de nove novos membros. A ampliação consolida o avanço da agenda e promove maior integração entre entes federativos, contribuindo para a uniformização de práticas relacionadas ao setor privado.
Com a adesão dos novos membros, a REDE passa a contar com mais um aderente estadual e oito entes municipais, sendo eles:
- Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas;
- Controladoria-Geral do Município de Conceição do Mato Dentro/MG;
- Controladoria-Geral do Município de João Monlevade/MG;
- Controladoria-Geral do Município de Mogi das Cruzes/SP;
- Controladoria-Geral do Município de Piúma/ES;
- Secretaria Municipal de Integridade e Transparência do Rio de Janeiro/RJ;
- Ouvidoria e Controle do Município de Santos/SP;
- Controladoria-Geral do Município de Sorocaba/SP;
- Secretaria de Controle e Transparência do Município de Vila Velha/ES.
Ao encerrar o segundo trimeste de 2026, a REDE alcança representação em 21 estados da Federação e no Distrito Federal, somando também 14 capitais estaduais e diversos municípios. O crescimento reforça a ampla adesão de entes subnacionais e evidencia o fortalecimento da articulação federativa em torno da promoção da integridade privada.
Confira aqui a lista com todos os aderentes.
A REDE tem como objetivo fomentar e uniformizar a aplicação da Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013) e da nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021) nos três níveis da federação, por meio da disseminação de conhecimentos, de boas práticas e de estratégias integradas de promoção da integridade no ambiente privado.
Além disso, podem participar, na condição de colaboradores, instituições diversas como organizações da sociedade civil, conselhos profissionais e serviços sociais autônomos, bem como outros colegiados, organizações e entidades que exerçam atribuições correlatas às dos membros da REDE, com adesão voluntária.
Detalhes sobre o processo de adesão encontram-se no site da Controladoria-Geral da União. Para mais informações ou em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail: [email protected].br.
Fonte: Controladoria-Geral da União
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Novo PAC moderniza o SUS da porta de entrada ao atendimento especializado
Uma consulta na Unidade Básica de Saúde (UBS), o atendimento de uma ambulância do SAMU, um exame especializado ou uma cirurgia em um hospital público. Em diferentes momentos da vida, milhões de brasileiros passam por essa rede de atendimento. Para ampliar sua capacidade de resposta, o Novo PAC está investindo R$ 33,55 bilhões na modernização da infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS), com obras, equipamentos, veículos e inovação.
Os investimentos abrangem 32.669 empreendimentos, entre obras, equipamentos e veículos, distribuídos em 5.183 municípios. A carteira fortalece todas as etapas do atendimento, da atenção básica aos serviços de alta complexidade, e, também, impulsiona a telemedicina, a inovação em saúde e a preparação do país para futuras emergências sanitárias.
“Quando uma pessoa procura uma Unidade Básica de Saúde, chama uma ambulância do SAMU ou precisa de uma consulta com um especialista, encontra uma rede preparada para atendê-la. O Novo PAC na Saúde representa o maior esforço de fortalecimento da rede pública em décadas, investindo justamente nessa estrutura: construindo unidades, ampliando hospitais, renovando equipamentos e incorporando tecnologia para fortalecer o SUS”, afirma o secretário especial do Novo PAC, Roberto Garibe.
Da UBS ao hospital
A maior parte da jornada do paciente começa perto de casa. Por isso, a Atenção Primária concentra uma das maiores frentes de investimento do Novo PAC e representa a maior expansão desse nível de atendimento das últimas décadas. São R$ 8,51 bilhões destinados à construção de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), retomada de obras paralisadas, aquisição de equipamentos e entrega de Unidades Odontológicas Móveis.
Ao todo, são 14.813 empreendimentos distribuídos em 4.988 municípios, ampliando o acesso aos serviços básicos de saúde, fortalecendo a prevenção e levando atendimento a localidades que antes enfrentavam maiores dificuldades de acesso.
Quando o problema exige um especialista, um exame mais complexo ou uma cirurgia, entra em cena outra frente estratégica do Novo PAC. São R$ 16,28 bilhões destinados à ampliação de hospitais, maternidades, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), policlínicas, oficinas ortopédicas, serviços de reabilitação e unidades de tratamento do câncer. O investimento também contempla novos equipamentos para diagnóstico, a renovação da frota do SAMU 192 e a ampliação do transporte sanitário, somando mais de 9 mil empreendimentos em 3.278 municípios.
Essa ampliação da infraestrutura dialoga diretamente com o Agora Tem Especialistas, iniciativa do Ministério da Saúde voltada a ampliar a oferta de consultas, exames e cirurgias especializadas. Enquanto o programa atua para reduzir o tempo de espera dos pacientes, o Novo PAC amplia a capacidade física da rede pública para atender essa demanda com mais qualidade e eficiência.
O Novo PAC garante que estados e municípios contem com hospitais, policlínicas, equipamentos, ambulâncias e serviços preparados para ampliar o atendimento especializado. Dessa forma, as duas iniciativas atuam de maneira complementar para fortalecer o SUS e oferecer uma assistência mais ágil e resolutiva à população.
Tecnologia para conectar, inovar e preparar para o futuro
A transformação do SUS também passa pela inovação. O Novo PAC investe R$ 184,3 milhões para instalar mais de 8 mil kits de teleconsulta em UBS, policlínicas e hospitais, beneficiando 4.657 municípios. A iniciativa aproxima pacientes e especialistas, reduz deslocamentos e amplia o acesso a serviços especializados, especialmente em regiões remotas e de difícil acesso.
Outra frente estratégica do programa é o fortalecimento do Complexo Industrial da Saúde, que recebe R$ 8,38 bilhões para modernizar laboratórios públicos, hemocentros e estruturas de pesquisa e produção.
Os investimentos ampliam a capacidade nacional de produzir medicamentos, vacinas, equipamentos e outras tecnologias estratégicas para o SUS, fortalecendo a autonomia do país e tornando a rede pública mais preparada para responder às necessidades da população.
As lições deixadas pela pandemia também orientam os investimentos do Novo PAC. Com R$ 205 milhões, o programa fortalece laboratórios, equipamentos e estruturas voltadas à resposta rápida diante de futuras emergências sanitárias, tornando o sistema público de saúde mais resiliente e preparado para enfrentar novos desafios.
Investimentos que já chegam à população
Os resultados já começam a aparecer em todo o país. Das 4.105 obras previstas, 665 já foram concluídas e 2.911 estão em execução. Além disso, mais de 3,2 mil conjuntos de equipamentos e 4.441 veículos já foram entregues aos municípios, reforçando principalmente a Atenção Primária e o atendimento de urgência realizado pelo SAMU.
Mais do que ampliar a infraestrutura, os investimentos do Novo PAC buscam preparar o SUS para responder às necessidades atuais da população e aos desafios das próximas décadas. Da construção de novas unidades de saúde à incorporação de tecnologias, da renovação de ambulâncias ao fortalecimento da produção nacional de insumos, o programa investe em uma rede pública mais moderna, acessível e capaz de oferecer atendimento de qualidade em todas as regiões do país.
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R$ 33,55 bilhões em investimentos |
32.669 empreendimentos |
5.183 municípios beneficiados |
4.105 obras |
2.911 obras em execução |
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665 obras concluídas |
9.266 veículos |
4.441 veículos entregues |
19.298 conjuntos de equipamentos |
3.243 conjuntos de equipamentos entregues |
Fonte: Casa Civil
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