Search
Close this search box.

Geral

MDHC vai debater sobre direitos das pessoas indígenas LGBTQIA+ em Genebra nesta quinta-feira (18)

Publicados

Geral

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, participará, nesta quinta-feira (18), de missão oficial em Genebra, na Suíça. A agenda integra a 62ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) e tem como destaque o evento paralelo “Povos Indígenas LGBTQIA+: Território, Autodeterminação e Direitos Humanos”, realizado no Palácio das Nações.

O evento promove o diálogo internacional sobre as violações de direitos humanos enfrentadas por pessoas indígenas LGBTQIA+, dando ênfase a temas como colonialidade, violência estrutural, autodeterminação dos povos indígenas, conflitos territoriais, políticas públicas e cooperação internacional. O MDHC será representado pela secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat.

A participação brasileira na atividade contribui para consolidar o compromisso do Estado com a promoção da dignidade humana e a proteção das pessoas LGBTQIA+ em espaços multilaterais. A presença institucional do MDHC em Genebra reforça o diálogo internacional, a cooperação entre países e a construção de estratégias globais de proteção de direitos humanos.

Colocando em destaque a situação de pessoas indígenas LGBTQIA+ e abordando os impactos da violência territorial, do racismo e da LGBTQIAfobia, o Brasil se posiciona como referência internacional no enfrentamento à discriminação interseccional e na promoção de direitos humanos.

Leia Também:  MDS entrega veículos adaptados para o MobSUAS na Paraíba

Serviço

Evento paralelo “Povos Indígenas LGBTQIA+: Território, Autodeterminação e Direitos Humanos”
Data: Quinta-feira (18 de junho de 2026)
Local: Palácio das Nações – Genebra, Suíça

Atendimento exclusivo à imprensa:

[email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MDHC

(61) 2027-3538

Acesse o canal do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania no WhatsApp.

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Geral

PRF apreende 25 fuzis em maior ação da história da corporação

Publicados

em


Brasília, 17/6/2026
– A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou, na tarde desta quarta-feira (17), a maior apreensão de fuzis da história da corporação. A ação ocorreu na BR-277, em Santa Terezinha do Iguaçu (PR), próximo à fronteira entre Brasil e Paraguai, e integra o Programa Brasil Contra o Crime Organizado, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Durante a operação, os policiais encontraram 25 fuzis e 16 pistolas escondidos em um caminhão carregado com insumos para ração animal. Até então, a maior apreensão de fuzis da PRF havia sido registrada no Rio de Janeiro, em agosto de 2020.

O veículo era conduzido por um homem de 28 anos e transportava uma carga de insumos para ração animal que seguia da Argentina para Minas Gerais. Durante a abordagem, o motorista demonstrou nervosismo e informou aos policiais que transportava armas. Na vistoria, foram localizados armamentos e peças ocultos na cabine do caminhão.

Após a retirada e a montagem do material apreendido, foram contabilizados:

• 25 fuzis (22 calibre 5,56 mm e três calibre 7,65 mm);
• 898 munições de calibre 7,62 mm;
• 16 pistolas (14 calibre 9 mm e duas calibre .40);
• 4.150 munições calibre 9 mm;
• 127 carregadores.

Leia Também:  Operação apreende armas de guerra, munições e falsas viaturas no Espírito Santo

Entre as armas apreendidas, destacam-se dois fuzis AK-47, armamento de infantaria utilizado por grupos guerrilheiros, forças paramilitares e organizações criminosas. Em razão da confiabilidade e do baixo custo de produção, esse modelo se tornou uma das armas militares mais difundidas no mundo e também uma das mais utilizadas pelo crime organizado.

Diante dos fatos, o motorista foi preso e encaminhado à Polícia Federal em Foz do Iguaçu (PR), onde foi registrada a ocorrência por tráfico internacional de arma de fogo, crime cuja pena pode chegar a 16 anos de reclusão.

O Programa Brasil Contra o Crime Organizado é uma estratégia federal voltada ao enfraquecimento financeiro e operacional das facções criminosas, por meio de ações integradas de controle, investigação e combate destinadas a desarticular a logística dessas organizações.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA