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MIDR repassa R$ 13,1 milhões para ações de defesa civil

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Brasília (DF) – O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta quinta-feira (21), o repasse de R$ 13,1 milhões para ações de resposta e recuperação em áreas afetadas por desastres. Os recursos serão destinados ao estado de Pernambuco e a municípios do Pará, Maranhão, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Minas Gerais, Bahia e Amazonas.

As liberações foram oficializadas por meio de portarias publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:

Piçarra/PA – R$ 106.529,08

Bacuri/MA – R$ 845.289,00

Ponta de Pedras/PA – R$ 897.244,00

Tomé-Açu/PA- R$ 460.050,00

Ipixuna do Pará/PA – R$ 188.050,00

Santo Antônio do Tauá/PA – R$ 677.029,00

São Vicente Ferrer/PE – R$ 39.941,00

Imigrantes/RS – R$ 1.214.826,65

Guararapes/PE – R$ 350.230,00

Espigão Alto do Iguaçu/PR – R$ 21.611,20

Concórdia do Pará/PA – R$ 865.530,00

Guaraniaçu/PR – R$ 29.252,30

Estado de Pernambuco/PE – R$ 60.854,57

Vicência/PE – R$ 134.898,07

Peri Mirim/MA – R$ 284.000,00

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Aldeias Altas/MA – R$ 301.600,00

Bagé/RS – R$ 379.651,58

Porto Walter/AC – R$ 656.041,50

Estado de Pernambuco/PE – R$ 49.590,17

Garruchos/RS – R$ 116.103,78

Muriaé/MG – R$ 51.296,44

Nova Olinda do Norte/AM – R$ 872.345,00

São Geraldo do Araguaia/PA – R$ 548.705,95

Maiquinique/BA – R$ 865.612,25

Manaus/AM – R$ 3.122.729,00

Brasiléia/AC – R$ 12.453,55

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.

Como solicitar recursos

Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após a aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.

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Capacitação para agentes de defesa civil

A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.

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Fonte: Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional

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Crédito imobiliário supera 10% do PIB com estímulo do Minha Casa, Minha Vida

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A participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB) atingiu mais de 10% no último ano, segundo dados do Banco Central apresentados pela Caixa Econômica Federal durante o Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) 2026. O resultado representa um marco para o país e reforça o papel da política habitacional para o desenvolvimento econômico nacional.

O avanço está diretamente relacionado à retomada dos investimentos em habitação e ao fortalecimento do Minha Casa, Minha Vida. Desde 2023, o programa já alcançou a marca de 2,3 milhões de moradias contratadas, com meta de chegar a 3 milhões de contratações até o fim de 2026.

Antes da implementação MCMV, o crédito imobiliário representava somente 2% do PIB no Brasil. Em 2009, ano de lançamento do programa, o índice subiu para 7,5%. Após a retomada da política habitacional pelo Governo Federal, em 2023, o percentual voltou a crescer, chegando a mais de 10% em 2025, conforme os dados apresentados no encontro.

Os números reforçam que o investimento público em habitação tem impacto direto na economia, ao ampliar o acesso à casa própria, estimular a cadeia produtiva da construção civil, gerar emprego, renda, e contribuir para a redução do déficit habitacional.

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Ainda no ENIC, o ministro Vladimir Lima destacou que o MCMV representou mais de metade dos lançamentos de imóveis habitacionais no país em 2025. Para 2026, o orçamento foi reforçado recentemente com R$ 20 bilhões do Fundo Social e atingiu recorde histórico de R$ 200 bilhões.  “Isso nos dá a confiança de que vamos bater a meta e chegar a 3 milhões de residências contratadas desde 2023, o que será um recorde”, disse o ministro.

Diálogo com o setor busca garantir continuidade dos investimentos

Diante do avanço do crédito imobiliário e da ampliação dos investimentos em habitação, representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) entregaram ao Governo Federal um documento com propostas relacionadas ao fortalecimento da política habitacional e à sustentabilidade das fontes de financiamento do setor que, segundo o presidente Lula, deverá ser analisado até o final de junho.

A entrega do documento reforça a importância do diálogo permanente entre governo, trabalhadores e cadeia produtiva para manter o ritmo de crescimento da construção civil, ampliar o acesso à moradia e garantir que os investimentos em habitação continuem contribuindo para a geração de emprego, renda e desenvolvimento urbano.

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Fonte: Ministério das Cidades

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