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“O Brasil poderá ser protagonista na disseminação dessa nova tecnologia para a América Latina”, defendeu o ministro das Comunicações em live da TV 3.0

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A implementação da TV 3.0 está alinhada à transformação digital do Brasil, e o acesso à nova geração da televisão aberta já começou a se tornar realidade em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. As funcionalidades da chamada DTV+ foram apresentadas durante evento online promovido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) nesta quarta-feira (1º).

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, participou do debate e destacou que, assim como aconteceu na migração da TV analógica para a digital, o “Brasil poderá ser o grande protagonista na divulgação e na disseminação dessa nova tecnologia para a América Latina”.

A live reuniu jornalistas e influenciadores com o objetivo de contextualizar a evolução da televisão no Brasil até a chegada da TV 3.0, além de detalhar o papel da EBC no desenvolvimento da nova tecnologia desde 2023.

“As emissoras estão se estruturando para essa nova realidade, e a EBC larga na frente por entender a importância dessa reinvenção e desse novo papel como responsável pela Plataforma Comum, principalmente em relação aos serviços públicos”, afirmou o ministro Frederico de Siqueira Filho.

A EBC, operadora da chamada Plataforma Comum da DTV+, é responsável por administrar a infraestrutura compartilhada que permitirá a oferta de aplicativos, serviços interativos e recursos digitais. Esse ambiente reunirá os canais geridos pela EBC, como a TV Brasil, o Canal Gov, o Canal Educação e o Canal Saúde, além do Tela Brasil e de serviços do Gov.br.

O secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, João Brant, destacou que a plataforma foi definida em decreto e concebida como parte da comunicação pública, reunindo todas as TVs públicas e também serviços públicos.

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“A plataforma vai ter uma lógica editorial. No momento do Enem, por exemplo, o que precisamos passar de informação? Serão serviços segmentados, pensando no cidadão como alguém que recebe o serviço em casa, o que é um direito dele”, frisou Brant.

Para a presidente da EBC, Antonia Pellegrino, a TV 3.0 redefine o papel institucional da empresa, criada há 18 anos com a missão de oferecer acesso à comunicação pública de qualidade.

“Com este novo momento, devemos falar em uma redefinição da EBC para que ela se torne uma infraestrutura que une o que já estávamos acostumados a consumir na televisão e na internet. Agora, com mais interatividade, mais serviços e mais inclusão digital”, reforçou.

Antonia Pellegrino explicou que a Plataforma Comum será um hub de canais federais que garantirá aos brasileiros acesso à cultura, à saúde e à comunicação pública por meio do eletrodoméstico mais popular do país: a televisão.

“E, para acessar, não será necessário fazer login. Tudo seguirá as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados”, completou.

Segundo o ministro Frederico de Siqueira Filho, essa inovação da radiodifusão só é possível graças às parcerias que viabilizam as políticas públicas de inclusão digital.

“São mais serviços públicos para o cidadão, mais internet, mais infraestrutura e mais inclusão digital no país, especialmente nas áreas mais remotas. A beleza do nosso trabalho é que ele impacta diretamente a vida das pessoas”, destacou.

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Como vai funcionar

Durante a live, o diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da EBC, Bráulio Ribeiro, apresentou as funcionalidades da TV 3.0 e reforçou que, para acessar a tecnologia durante este período experimental, será necessário adquirir um conversor.

“Na TV 3.0, os canais se tornam aplicativos de televisão, e aqueles que ainda utilizam a tecnologia anterior continuam funcionando, sem qualquer interação do telespectador”, explicou.

Ainda em fase de testes, Bráulio demonstrou os recursos de enquetes disponíveis no canal da TV Brasil. Também apresentou serviços do governo que poderão ser acessados pela plataforma, como a localização do estabelecimento credenciado ao Farmácia Popular mais próximo da residência do cidadão. Além disso, mostrou conteúdos sob demanda, como o Tela Brasil, plataforma pública de streaming.

“Estamos falando de uma mudança na televisão, em que o telespectador deixa de ser passivo para participar da experiência. Muitas outras novidades chegarão com o tempo”, frisou.

O secretário de Radiodifusão do Ministério das Comunicações, Wilson Wellisch, acrescentou que este é apenas o começo de um processo de inovação.

“A TV 3.0 é muito mais do que qualidade de som e imagem. Começamos as transmissões agora, já temos algumas experiências com a Plataforma Comum, mas novas opções e ferramentas serão incorporadas para que o usuário aproveite cada vez mais essa poderosa tecnologia”, finalizou.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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“Eu nunca tive uma casa, e agora eu tenho”

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São Luís (MA) – O Ministério das Cidades entregou, nesta quinta-feira (2/7), 64 moradias do Minha Casa, Minha Vida Rural nos municípios de Raposa e Paço do Lumiar, no Maranhão.  Em Raposa, foram as primeiras 25 das 49 unidades habitacionais previstas para o empreendimento Raposa I, localizado no povoado Itapeua. O investimento federal é de R$ 3,67 milhões.

Na sequência, em Paço do Lumiar, o Ministério das Cidades entregou 39 moradias para famílias da comunidade Pau Deitado. O empreendimento recebeu investimento de R$ 2,92 milhões do Governo Federal e beneficiou aproximadamente 160 pessoas.

Moradia digna

Ana Cláudia da Conceição de Jesus é uma das 100 pessoas beneficiadas no município de Raposa.  Pela primeira vez na vida, ela vai morar dentro de uma casa com telhado, paredes de tijolo, portas e janelas. Ao longo de seus 39 anos o seu lar era feito de barro e seu teto, de madeira e lona, popularmente chamado de casa de Taipa. Não havia divisão de quartos ou cozinha, era apenas um cômodo para todos os seus pertences.

O banheiro era improvisado, não havia chuveiro, ela e sua família tomava banho de balde. Ana Claudia lidava, todos os dias, com a o medo das chuvas e dos ventos. O local em que ela vivia, muito antigo e precário, sofria pequenas inundações quando chovia.

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“A minha casa era de Taipa. As condições eram ruins, péssimas, mas eu tinha que me adaptar a realidade que a gente tinha por que não tinha outro lugar para ficar. Tudo era mais difícil”, contou.

Agora a situação é totalmente diferente, ela conquistou o tão aguardado sonho da casa própria. A maranhense, vai poder dormir tranquila na chuva, trancar as portas de noite e tomar banho com chuveiro na temperatura quente. “É uma emoção que eu não consigo explicar. A felicidade é enorme porque eu nunca tive uma casa e agora eu tenho.”

Qualidade de vida

No Maranhão, os investimentos do Governo Federal já somam R$ 12,5 bilhões, considerando as ações do Novo PAC, os contratos de repasse firmados desde 2023 e os recursos do Minha Casa, Minha Vida.

Na área da habitação, o estado conta com 55,9 mil moradias contratadas, que representam um investimento de R$ 6,8 bilhões. Desse total, 26,1 mil unidades já foram entregues, enquanto outras 26,7 mil moradias subsidiadas seguem em execução.

Os investimentos também alcançam diversas áreas de atuação do Ministério das Cidades, como abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana, mobilidade, regularização fundiária, contenção de encostas e urbanização de favelas, contribuindo para melhorar a infraestrutura e a qualidade de vida da população maranhense.

Durante a cerimônia de entrega das casas, em Raposa, no Maranhão, o ministro das cidades, Vladimir Lima, destacou a importância de levar moradias rurais para pessoas que vivem em moradias precarizadas.

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“Mais do que números, estamos falando de pessoas. Estamos falando da Ana Cláudia e de tantas outras famílias que, por muitos anos, viveram sem acesso a uma moradia digna. É sobre isso que o Governo do Brasil, que retomou a agenda de investimentos a partir de 2023, está falando: sobre cada pessoa, sobre cada ser humano. Temos números grandes, mas também a sensibilidade de olhar para cada Ana Cláudia, levando qualidade de vida, dignidade e melhores condições para viver”, afirmou.

Vistoria

Durante a agenda no Maranhão, o ministro das Cidades também visitou as obras de ampliação da Avenida Litorânea, uma das principais intervenções de mobilidade urbana financiadas pelo Novo PAC no estado.

Com investimento federal de R$ 237 milhões, a obra prevê a extensão de cinco quilômetros da via, conectando São Luís ao município de São José de Ribamar. A nova estrutura contará com seis faixas de rolamento, calçadão, ciclovia, iluminação pública e paisagismo, além de facilitar o acesso às praias do Meio e de Araçagy, impulsionando o turismo na região.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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