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Visita técnica intensifica reconstrução do RS dois anos após enchentes
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Brasília (DF) – Dois anos após o maior desastre natural da história do Rio Grande do Sul e um dos maiores do Brasil, o estado segue em processo de reconstrução. Para reforçar o apoio do Governo Federal ao povo gaúcho, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) enviou a Porto Alegre o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, que ficará na capital gaúcha até sábado (16), a pedido da Casa Civil da Presidência da República, para cumprir agenda técnica como foco no acompanhamento das ações de recuperação dos municípios atingidos pelo desastre em 2024.
Nesta quarta-feira (13), Wolnei se reuniu com prefeitos para um alinhamento técnico. “Nosso papel aqui é orientar, destravar demandas pendentes e dar celeridade à análise e aprovação de planos de trabalho referentes a projetos de reconstrução e restabelecimento. O Rio Grande do Sul sempre esteve nas prioridades do Governo Federal”, afirmou o secretário.
Foram atendidos municípios como General Câmara, Lajeado, Taquari, Arroio do Meio, São José do Hortêncio, Estrela, Colinas, Imigrante, entre outros. “As tratativas foram relacionadas a obras de infraestrutura, habitação, reconstrução de pontes, intervenções de baixo custo e acompanhamento de projetos financiados com recursos federais”, completou Wolnei.
A agenda também contempla o acompanhamento da execução das ações e dos recursos federais destinados aos municípios, com foco em garantir maior eficiência, agilidade e efetividade na implementação das obras e serviços necessários à reconstrução das áreas atingidas.
Até o momento, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) empenhou R$ 1,5 bilhão para ajudar 274 municípios e executou um dos principais benefícios para a população atingida, o Auxílio Reconstrução. O programa ajudou 430 mil famílias gaúchas, totalizando R$ 2,2 bilhões de investimento. O apoio financeiro de R$ 5,1 mil foi destinado às vítimas residentes em áreas atingidas pelo desastre e com registro de danos ou perda de bens.
Ao todo, foram aprovados 1.556 planos de trabalho, sendo 314 para assistência humanitária, incluindo ritos sumários e proteção animal, 684 para restabelecimento de serviços essenciais e 558 para reconstrução de infraestruturas destruídas pelo evento. Além disso, 451 cidades obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência.
Reconstrução do estado
Nos próximos dias, a agenda do secretário Wolnei também inclui o acompanhamento presencial de obras em andamento e grandes entregas para o povo gaúcho. A presença da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa (Sedec), além de garantir maior eficiência na execução dos recursos federais destinados à reconstrução do estado, reforça a atuação próxima aos gestores locais, buscando soluções conjuntas para acelerar as obras e assegurar que os esforços cheguem de forma efetiva à população atingida.
Em março deste ano, WolneI esteve no Rio Grande do Sul para inaugurar empreendimentos e acompanhar a execução de obras de reconstrução. Além de pontes, cabeceiras e rodovias, foram aprovadas mais de 20 mil novas unidades habitacionais em 120 cidades afetadas pelo desastre.
O secretário visitou os municípios de Estrela, Relvado, Santa Tereza e Canela. Em Relvado, ele entregou as novas cabeceiras de uma ponte na Avenida Independência. Já em Santa Tereza, inaugurou a Ponte Pênsil, cartão-postal da cidade. Mais três pontes também foram reconstruídas e entregues ao município, assim como o restabelecimento da Praça do Porto.
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Fonte: Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional
BRASIL & MUNDO
CGU contribui com investigação da PF contra supostas fraudes no Ministério da Saúde durante a pandemia
A Controladoria-Geral da União (CGU) participou de investigação com a Polícia Federal (PF), que resultou na realização da Operação Suprimento, nesta quinta-feira (14/5). A ação teve como objetivo apurar suspeitas de irregularidades em contratos relacionados ao fornecimento de equipamentos hospitalares, durante a pandemia de Covid-19.
O inquérito contou com análises técnicas produzidas pela perícia da PF e também pela CGU, órgão responsável por auditorias em contratos públicos.
Os agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em endereços ligados a investigados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. As ordens judiciais foram autorizadas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal.
Como denunciar
A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), mantém a plataforma Fala.BR para o recebimento de denúncias.
Quem tiver informações sobre esta operação ou sobre quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio do sistema.
A denúncia pode ser anônima. Para isso, basta escolher a opção “Não identificado”. O cadastro deve seguir as seguintes orientações: no campo “Sobre qual assunto você quer falar”, marque a opção “Operações CGU”; e no campo “Fale aqui”, inclua o nome da operação e a unidade da federação na qual ela foi realizada.
Fonte: Controladoria-Geral da União
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