FIM DE SEMANA
Lei seca prende 93 motoristas em oito municípios de MT
Ao todo, foram fiscalizados 930 veículos e realizados 1.027 testes de alcoolemia em abordagens realizadas nas oito cidades
POLÍCIA
Em Mato Grosso, a Operação Lei Seca resultou na prisão de 93 condutores por embriaguez ao volante, durante ação nacional neste fim de semana (24 a 26 de abril) de forma simultânea em 20 Estados
Conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram fiscalizados 930 veículos e realizados 1.027 testes de alcoolemia em abordagens realizadas em oito municípios. Do total de veículos fiscalizados, 441 foram autuados e 339 removidos.
Ao todo, foram expedidos 817 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 152 por conduzir sob efeito de álcool e 51 por recusas ao teste de alcoolemia. Além de 140 autuações por conduzir veículo sem habilitação e 229 sem registro ou não licenciado.
A ação nacional foi realizada entre sexta-feira e domingo (24 a 26), em Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Cáceres, Tangará da Serra, Nova Mutum, Alta Floresta e Rondonópolis.
A Operação Lei Seca é uma ação realizada em parceria com os municípios, Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros Militar, Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Departamento de Trânsito e Guardas Municipais.
POLÍCIA
Grupo ligado a tráfico e homicídios é alvo de operação policial
Parte da estrutura era comandada de dentro do sistema penitenciário, com ordens a integrantes em liberdade para monitorar possíveis rivais
Uma facção criminosa com atuação estruturada em Cáceres, a 220 km de Cuiabá, virou alvo da Operação Codinomes nesta segunda-feira (27) por envolvimento com tráfico de drogas e homicídios. O grupo mantinha ao menos 32 pontos de venda de entorpecentes e operava com divisão de funções, hierarquia e controle territorial.
Ao todo, foram expedidas 22 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, cumpridos em Cuiabá, Cáceres, Mirassol D’Oeste, Várzea Grande e Primavera do Leste.
As investigações começaram em julho de 2025 e identificaram cerca de 35 pessoas ligadas à organização criminosa. Parte da estrutura era comandada de dentro do sistema penitenciário, com ordens repassadas a integrantes em liberdade para monitorar possíveis rivais e manter o controle das áreas dominadas.
Entre os alvos está uma mulher conhecida como “Princesa”, apontada como gerente regional do grupo. Ela já havia sido investigada em outra operação e, segundo as apurações, tinha papel estratégico na coordenação das atividades criminosas.
O grupo também utilizava um sistema de vigilância constante nos bairros, com envio de fotos e vídeos para acompanhar movimentações, incluindo presença de rivais e circulação nas áreas de atuação.
O nome da operação faz referência à prática dos investigados de trocar frequentemente apelidos para dificultar a identificação.
O caso segue em investigação.
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