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POR ACLAMAÇÃO

Tião da Zaeli é eleito presidente da Fecomércio-MT

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POLÍTICA

A eleição teve participação dos conselheiros da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso e ocorreu sem disputa

O empresário Sebastião dos Reis Gonçalves, o Tião da Zaeli, foi eleito por aclamação nesta segunda-feira presidente da Fecomércio-MT para o quadriênio 2026-2030. A escolha ocorreu durante reunião do conselho da entidade e consolidou o nome do ex-vice-prefeito de Várzea Grande no comando de uma das instituições mais influentes do setor produtivo mato-grossense.

A eleição teve participação dos conselheiros da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso e ocorreu sem disputa. Apenas o conselheiro Luiz Carlos Nigro, representante do segmento de bares, restaurantes e similares, não esteve presente.

Tião assume oficialmente a presidência em 1º de julho e também ficará responsável pela condução do Sesc-MT e do Senac-MT, instituições ligadas ao Sistema Comércio que atuam nas áreas de educação profissional, saúde, lazer, cultura e qualificação.

A aclamação foi vista nos bastidores como um movimento de consenso do setor empresarial em torno do nome do empresário, que nos últimos anos ampliou sua atuação política e institucional em Mato Grosso.

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Ex-prefeito de Várzea Grande e eleito vice-prefeito na chapa de Flávia Moretti em 2024, Tião deixou o cargo meses depois da posse, após divergências com a atual gestão municipal.

Na Fecomércio, ele afirma que pretende ampliar a aproximação com empresários e fortalecer a atuação da entidade no interior do estado.

“Nosso objetivo é aproximar ainda mais o empresário do Sistema Comércio, fortalecer as entidades e fazer com que Fecomércio, Sesc e Senac trabalhem de forma cada vez mais integrada, potencializando oportunidades e desenvolvimento para Mato Grosso”, declarou.

Entre as prioridades da nova gestão estão a integração entre as instituições do Sistema Comércio e o fortalecimento dos sindicatos empresariais ligados à Federação.

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POLÍTICA

Após desgastes, Pivetta amplia acenos aos servidores estaduais

Pacotes de benefícios, reajustes e projeto de auxílio-alimentação surgem em meio à baixa popularidade do governador entre servidores

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Pivetta acumulou medidas consideradas impopulares entre servidores ao assumir o governo

Desde que assumiu oficialmente o comando do Governo de Mato Grosso, em 31 de março, após a renúncia de Mauro Mendes para disputar o Senado, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) tem alternado desgaste e acenos ao funcionalismo público estadual.

Logo nas primeiras semanas à frente do Palácio Paiaguás, Pivetta acumulou medidas consideradas impopulares entre servidores. Dentre elas, a decisão de não conceder ponto facultativo na segunda-feira (20.04), mantendo expediente normal enquanto outros órgãos e instituições públicas suspenderam as atividades.

A medida gerou forte reação negativa nas categorias e reforçou a resistência histórica de parte do funcionalismo ao estilo mais rígido do governador.

O desgaste aumentou ainda mais após a repercussão das demissões de servidores do Samu, episódio que provocou críticas internas e externas ao governo. Diante da pressão, Pivetta acabou recuando da medida.

Pouco depois, no entanto, o cenário mudou. Em maio, o governo iniciou uma sequência de medidas voltadas diretamente à valorização dos servidores públicos estaduais.

Entre elas, a publicação da Lei Complementar nº 842/2026, que ampliou benefícios e garantias para efetivos, temporários, militares e comissionados. A norma aumentou a licença-paternidade para até 20 dias, consolidou licença-maternidade de 180 dias para temporárias e comissionadas, criou possibilidade de afastamento remunerado para acompanhamento familiar e ampliou direitos trabalhistas para contratos temporários.

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Na mesma linha, Pivetta também assinou decretos reajustando os valores do adicional de insalubridade e das diárias pagas aos servidores estaduais. O reajuste da insalubridade chegou a 35,39%, após mais de uma década sem atualização integral.

Outro movimento importante ocorreu na Assembleia Legislativa, onde tramita o Projeto de Lei nº 396/2026, de autoria do deputado Wilson Santos (PSD), autorizando a criação de auxílio-alimentação para os servidores do Executivo estadual. O texto deixa nas mãos do governador a definição dos valores e das regras do benefício.

A proposta ganhou apoio de sindicatos e entidades representativas do funcionalismo, que passaram a enxergar uma abertura maior para diálogo com o governo após os desgastes iniciais.

Nos bastidores políticos, porém, interlocutores avaliam que a mudança de postura também ocorre em meio ao cenário eleitoral de 2026. Mesmo com a máquina pública nas mãos e o apoio declarado de Mauro Mendes, Pivetta aparece apenas em terceiro lugar nas primeiras pesquisas para o Governo do Estado.

O próprio governador minimizou os levantamentos e afirmou que ainda não considera o cenário eleitoral consolidado. “Essa pesquisa retrata o cenário de agora, quase um ano antes da eleição. Pesquisa precisa ser considerada, mas, neste momento, não estou dando bola para pesquisa”, declarou.

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Apesar do discurso público de foco exclusivo na gestão, a sequência de medidas favoráveis ao funcionalismo passou a ser interpretada por parte da classe política como uma tentativa de reduzir resistências dentro do serviço público — um dos setores que historicamente possuem forte capacidade de mobilização eleitoral no Estado.

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