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Instituto Mamirauá promove Encontro Pop Ciência no coração da Amazônia

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Com o objetivo de fortalecer a popularização da ciência, tecnologia e inovação na Amazônia, o Encontro Pop Ciência desembarca em Tefé (AM) nesta quarta-feira (29). O evento ocorre no Instituto Mamirauá, organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). 

Com expectativa de reunir mais de 200 pessoas, o encontro deve contar com a presença de professores, pesquisadores e gestores públicos da região. “Essa troca entre quem está realizando e quem está fomentando é fundamental para o aprimoramento das políticas públicas e também para que a gente consiga entender o alcance do que está sendo promovido”, afirma a coordenadora-geral de Popularização da Ciência e Tecnologia do MCTI, Luana Bonone. 

O evento busca consolidar, em âmbito regional, estratégias alinhadas às políticas públicas nacionais voltadas à difusão do conhecimento científico. “Esse evento é importante para articular quem já atua com a popularização da ciência, integrando iniciativas para ampliar seu impacto e mostrar diversas formas de divulgar a ciência para diferentes públicos, desde crianças até adultos”, explica a coordenadora do evento e líder do Núcleo de Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação do instituto, Bianca Darski. 

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Além de iniciativas do MCTI que serão apresentadas por Bonone, o evento contará com palestras sobre outros programas estratégicos, como o Programa Ciência na Escola (PCE), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), e o Programa Saúde na Escola (PSE), do Ministério da Saúde. 

A programação do evento ainda conta com mesas-redondas com representantes de instituições de ensino, pesquisa e extensão e gestão e uma feira de ideias. 

O encontro promovido pelo Mamirauá é inspirado nos eventos nacionais promovidos pelo MCTI, como os Encontros Nacionais de Popularização da Ciência e a articulação da rede de popularização da ciência da Região Norte. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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MCTI abre edital de R$ 50 milhões para fortalecer a Rede Nacional de Métodos Alternativos

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciaram a Chamada CNPq/MCTI Nº 11/2026. O edital destina R$ 50 milhões para estruturar a Rede Nacional de Métodos Alternativos (Renama) e impulsionar a transição tecnológica dos atuais testes com cobaias para novas metodologias na ciência brasileira. 

Durante a cerimônia de lançamento, a secretária de Políticas e Programas Estratégicos (Seppe) do MCTI, Andrea Latgé, destacou que a ação materializa uma política de Estado. “O investimento robusto desta chamada posiciona o Brasil em um patamar de destaque, sinalizando um compromisso concreto com o avanço científico, a inovação regulatória e a adoção de práticas éticas e modernas”, apontou a secretária. 

A transição tecnológica baseia-se no princípio global dos 3Rs — Substituição, Redução e Refinamento (ReplacementReduction and Refinement). As linhas temáticas contemplam projetos focados em métodos computacionais, tecnologias de biologia molecular, modelos 3D baseados em células humanas e sistemas microfisiológicos. 

Segurança jurídica e regulação sanitária 

O financiamento atende a uma demanda estruturante da indústria e da regulação no País. A articulação do edital envolve o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), responsável por estabelecer as diretrizes e atestar a validade jurídica das inovações; e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que incorpora as novas metodologias no processo regulatório. 

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A expectativa governamental é que o desenvolvimento nacional gere dados capazes de fortalecer a Farmacopeia Brasileira. 

“A articulação entre a Renama, o Concea e a Anvisa é essencial para garantir que os avanços científicos em métodos alternativos se traduzam, de fato, em inovação regulatória. Não basta desenvolver novos métodos, pois é preciso assegurar sua validação, reconhecimento e adoção nos processos regulatórios, com previsibilidade, segurança jurídica e alinhamento internacional”, pontuou Andrea Latgé. 

A chamada prioriza o trabalho em rede. A prioridade é a formação de consórcios entre laboratórios centrais e associados, capacitando a infraestrutura nacional. “Mais do que uma exigência normativa, trata-se de um compromisso ético da ciência com a sociedade, que reconhece a necessidade de reduzir o uso de animais sempre que existam métodos cientificamente validados e igualmente eficazes”, completou a titular da Seppe. 

Como e até quando inscrever o seu projeto 

Pesquisadores e instituições científicas têm de 6 de maio a 3 de julho de 2026 para submeterem as propostas. O processo de inscrição é inteiramente digital. 

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Para participar, siga o passo a passo: 

  1. Acesse o Portal do CNPq (Plataforma Carlos Chagas) 

  1. Consulte a íntegra do documento oficial da Chamada CNPq/MCTI Nº 11/2026 

  1. Leia o documento de Perguntas Frequentes – FAQ para o esclarecimento de dúvidas pontuais 

  1. Preencha o formulário eletrônico de submissão, anexe o plano de pesquisa e detalhe a atuação do grupo ou consórcio 

A gestão do edital e o acompanhamento das contratações são coordenados pelo CNPq. Dúvidas técnicas sobre a elaboração dos projetos, critérios de financiamento ou uso da Plataforma Carlos Chagas devem ser encaminhadas pelo e-mail [email protected]. 

 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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