AGRO
MMA divulga resultado de filmes e espaços exibidores da 15ª edição do Circuito Tela Verde
AGRO
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), através do Departamento de Educação Ambiental e Cidadania (DEA), divulga a relação dos 47 filmes e dos 614 espaços exibidores selecionados para a 15ª edição do Circuito Tela Verde (CTV). A iniciativa busca promover a produção audiovisual independente no Brasil, e no exterior, com enfoque em temas socioambientais.
As obras selecionadas compõem a Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente, prevista para começar em junho, no mês do Meio Ambiente.
Os filmes contemplam conteúdos relacionados à biodiversidade, desenvolvimento rural sustentável, educação ambiental, florestas, meio ambiente e direitos humanos, mudança do clima, ordenamento ambiental e territorial, povos e comunidades tradicionais, qualidade ambiental, racismo ambiental e unidades de conservação.
O processo seletivo levou em conta critérios como afinidade com a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), alinhamento com as políticas públicas ambientais vigentes e qualidade técnica das produções.
A edição de 2026 do Circuito Verde tem parceria com a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, que disponibilizou três produções para serem exibidas. Já a Controladoria Geral da União (CGU) colaborou com cinco curtas-metragens do 8º Concurso de Vídeos CGU “1 Minuto pela Integridade. O Clima está mudando!”.
Acesse aqui a lista final de filmes selecionados.
Espaços exibidores
Os 614 espaços exibidores estão distribuídos por todas as regiões do Brasil e também em Angola e Moçambique, que, juntos, tiveram sete instituições selecionadas para exibirem os filmes.
As instituições participantes receberão acesso aos vídeos (playlist) e ao material com as instruções para a realização das exibições (Guia Orientador). Os órgãos governamentais e as entidades da sociedade civil que realizarem todas as atividades previstas no guia, e encaminharem o formulário de avaliação até maio de 2027, receberão certificado de participação.
Confira aqui os espaços exibidores selecionados no Brasil, Angola e Moçambique.
Coordenado pelo DEA/MMA, o Circuito Tela Verde já selecionou, desde 2009, mais de 600 vídeos e mobilizou mais de 10 mil espaços exibidores. Para mais informações sobre o projeto, acesse o site oficial.
Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA
AGRO
MMA abre consulta pública para atualização do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em parceria com a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), abriu a consulta pública da proposta de atualização do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro III (PNGC III), previsto para o período 2027-2036. Os interessados poderão contribuir até o dia 10 de julho, através de formulário.
O PNGC é um dos principais instrumentos da política ambiental brasileira, orientando o uso sustentável da zona costeira e a proteção de seus ecossistemas e comunidades. Desde sua última atualização, em 1997, o país passou por profundas transformações ambientais, sociais e institucionais que tornam urgente a revisão do instrumento — entre elas, a intensificação das mudanças climáticas, o avanço da erosão costeira, novos usos do espaço marinho e a necessidade de maior protagonismo da sociedade civil na governança do litoral.
A construção de um plano nacional robusto, legítimo e efetivo depende do engajamento de todos os setores da sociedade. A consulta pública é uma etapa decisiva para assegurar a consistência técnica do PNGC III e fortalecer sua legitimidade institucional.
Acesse aqui o formulário para realizar contribuições ao plano
Construção participativa
A proposta que está em consulta é resultado de um processo de construção coletiva iniciado em 2023. Um marco fundamental foi o XV Encontro Nacional de Gerenciamento Costeiro (ENCOGERCO), realizado em Fortaleza (CE), em 2025. O encontro reuniu gestores públicos, a comunidade científica, o setor produtivo, organizações da sociedade civil e povos e comunidades tradicionais. Durante o evento, foram sistematizadas mais de 500 contribuições que fundamentaram a atualização do plano.
A nova estrutura ganha ainda mais relevância diante dos avanços do Planejamento Espacial Marinho (PEM), que evidenciam a zona costeira como espaço central de conflitos de uso, pressões ambientais e oportunidades de desenvolvimento sustentável.
Quatro eixos estratégicos
O PNGC III organiza suas ações em quatro eixos estratégicos complementares, com horizontes de implementação de curto, médio e longo prazos:
-
Vulnerabilidade Costeira e Adaptação às Mudanças do Clima — voltado à redução de riscos, ao aumento da resiliência socioambiental e à incorporação da adaptação climática nas políticas públicas, incluindo o monitoramento da linha de costa e o apoio a iniciativas de proteção costeira frente à erosão e à inundação.
-
Ordenamento Territorial Integrado da Zona Costeira e Marinha — busca compatibilizar usos e atividades na zona costeira, integrando o gerenciamento costeiro ao Planejamento Espacial Marinho, fortalecendo o Projeto Orla e incentivando a elaboração e normatização dos Zoneamentos Ecológico-Econômicos Costeiros (ZEECs) estaduais.
-
Conservação e Recuperação de Ecossistemas Costeiros — com foco na proteção, restauração e uso sustentável de ecossistemas estratégicos para a biodiversidade, os serviços ecossistêmicos e a mitigação e adaptação climática, incluindo ações contra a poluição por plásticos no oceano e o apoio à criação de áreas protegidas costeiras e marinhas.
-
Participação Social na Gestão Costeira — reconhece o papel central da sociedade civil, comunidades locais e povos e comunidades tradicionais na governança costeira, com ações de mapeamento participativo, fortalecimento de colegiados e garantia de acesso amplo e irrestrito às informações do gerenciamento costeiro.
Próximos passos
As contribuições recebidas serão analisadas pela equipe técnica do MMA e da CIRM, subsidiando a versão final do PNGC III, a ser implementado em regime de cooperação entre União, estados e municípios costeiros.
O plano estabelece, ainda, um sistema de monitoramento e avaliação contínua, com avaliação de meio-termo, ao final de cinco anos, e avaliação final, ao término dos dez anos de vigência, conduzidas no âmbito do Grupo de Integração do Gerenciamento Costeiro (GI-GERCO).
Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA
-
POLÍTICA3 dias atrásAbilio diz que vai consumir produtos Ipê após ação da Anvisa
-
Educação7 dias atrásMEC distribui mais cargos e funções para institutos federais
-
POLÍTICA4 dias atrásCongresso é pisado por Alexandre de Moraes”, diz Medeiros
-
AGRO3 dias atrásPreço do feijão sobe no Brasil com oferta limitada e atraso na colheita da segunda safra no Paraná



