Educação
MEC discute intersetorialidade e educação especial inclusiva
Educação
O Ministério da Educação (MEC) participou da mesa “Experiências e desafios nos fluxos intersetoriais para garantir os direitos do público da educação especial inclusiva”, realizada durante o Seminário Nacional de Educação Especial e Inclusiva, dedicado ao fortalecimento da modalidade de ensino. O debate reuniu representantes de diferentes instituições para discutir estratégias de articulação entre educação, saúde, assistência social e outras políticas públicas voltadas à garantia dos direitos dos estudantes da educação especial.
O MEC foi representado pelo diretor de Articulação Intersetorial da Secretaria de Articulação e com os Sistemas de Ensino (Sase), Antonio Claret, que apresentou a experiência do Planejamento Regional Intersetorial da Educação no Marajó (PA) e destacou a importância da cooperação entre diferentes áreas governamentais para enfrentar desafios educacionais complexos. A participação reforça o papel da Sase na implementação do Plano Nacional de Educação (PNE) 2026-2036 e na promoção do diálogo federativo necessário ao alcance de suas metas.
“A experiência do planejamento regional intersetorial da educação no Marajó — elaborado de forma participativa com gestores da educação e de outras áreas dos municípios do arquipélago — identificou um conjunto de problemas que comprometem o direito à educação de crianças, adolescentes e jovens. Esses problemas são experienciados de forma ainda mais grave pelo público da educação especial, exigindo uma abordagem interseccional e intersetorial para superar barreiras e garantir sua participação plena e efetiva no processo educativo”, afirmou Antonio Claret.
A discussão dialoga diretamente com os objetivos do novo PNE relacionados à promoção da equidade, da inclusão e da garantia do acesso, da permanência e da aprendizagem de todos os estudantes. Os debates também contribuirão para a construção da Carta de Cuiabá pela Educação Especial Inclusiva, reforçando o compromisso do MEC com a participação social, a articulação intersetorial e a construção de políticas públicas capazes de ampliar oportunidades educacionais e promover uma melhor qualidade de vida escolar em todo o país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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