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CGU promove lançamento do Mês da Carta de Serviços ao Usuário

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Nesta quinta-feira (28/05), a Controladoria-Geral da União (CGU), por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), realizou o lançamento oficial do Mês da Carta de Serviços 2026. Por meio de uma live, transmitida pelo canal da CGU no Youtube, estiveram reunidos representantes da CGU, do Ministério da Gestão e Inovação e de diversas ouvidorias. 

O encontro marcou o início de uma programação mensal dedicada à promoção das Cartas de Serviços ao Usuário. A carta consiste em um instrumento essencial para aproximar a administração pública da sociedade por meio de informações claras, acessíveis e transparentes sobre os serviços oferecidos pelas instituições. 

A abertura do evento foi realizada pela ouvidora-geral da União, Valdirene Paes, que destacou a importância do trabalho voltado ao aprimoramento das Cartas de Serviços como instrumento estratégico para qualificar a prestação de serviços públicos no país. “As Cartas de Serviços são instrumentos basilares para fortalecer a transparência e permitir um olhar estratégico sobre os serviços públicos prestados pelas instituições brasileiras”, afirmou 

Na sequência, a secretária-executiva da CGU, Eveline Brito, destacou que o lançamento do mês dedicado às Cartas de Serviços busca valorizar o instrumento como ferramenta essencial de comunicação entre o Estado e a sociedade. “Ao destinarmos um mês de ações voltadas ao tema, reconhecemos a importância desse instrumento para fortalecer a transparência e facilitar o acesso da população às informações sobre os serviços públicos. As Cartas de Serviços devem apresentar, de forma simples, clara e acessível, os principais serviços ofertados pelas instituições públicas”, destacou Eveline. A secretária ressaltou ainda que a programação será um espaço para troca de experiências, disseminação de boas práticas e construção de soluções inovadoras. 

A diretora de Difusão da Transformação Digital da Secretaria de Governo Digital (SGD), Loyane De Sousa Tavares, falou sobre a relação entre as Cartas de Serviços e a Estratégia Federal de Governo Digital, ressaltando que o instrumento é fundamental para orientar a transformação digital dos serviços públicos. 

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Segundo a diretora, a Carta de Serviços está diretamente conectada às ações de modernização e centralidade no cidadão desenvolvidas pelo Governo Federal. “O Plano de Transformação Digital e a Estratégia Federal de Governo Digital estabelecem diretrizes voltadas à digitalização e à melhoria contínua dos serviços públicos. Nesse contexto, cabe aos órgãos públicos oferecerem soluções digitais integradas, seguras, acessíveis e alinhadas a padrões comuns de usabilidade, identidade visual, privacidade e proteção de dados”, afirmou. 

Ela também ressaltou a importância da experiência do usuário e da avaliação contínua da qualidade dos serviços públicos. “A discussão sobre experiência do usuário e qualidade do serviço público é central nesse processo. A Carta de Serviços é um instrumento fundamental também para a integração de dados e serviços”, destacou. 

A coordenadora-geral de avaliação dos Serviços Públicos (CGASP), Maria Luiza Firmiano, lembrou que o mês de junho marca o aniversário da Lei nº 13.460/2017, conhecida como Lei de Defesa do Usuário dos Serviços Públicos. Por esse motivo a data foi incorporada ao conjunto de ações promovidas pela instituição. Segundo ela, a iniciativa busca oferecer um olhar estratégico voltado ao usuário, com foco na oferta de serviços públicos de qualidade. 

Maria Luiza mencionou o movimento de mobilização para incentivar que cada ouvidoria desenvolva ações próprias de promoção do instrumento de participação e melhoria da gestão pública e enfatizou, ainda, a relevância de as ouvidorias implementarem iniciativas capazes de ampliar a efetividade de sua atuação junto aos cidadãos. 

Por fim, o diretor de Defesa do Usuário de Serviços Públicos (DUSP) da OGU, Leonardo Alamy Martins, falou sobre a importância do aprimoramento contínuo dos serviços públicos, com foco em melhorias percebidas diretamente pelos usuários e no contínuo compromisso da administração pública com a qualidade do atendimento. 

Segundo o diretor, a Carta de Serviços desempenha papel fundamental nesse processo, por permitir a identificação e a organização dos elementos essenciais relacionados à prestação dos serviços públicos. Alamy também ressaltou a necessidade de ampliar o conhecimento da sociedade sobre esse instrumento, de modo a fortalecer a capacidade dos cidadãos de exercer e demandar seus direitos. 

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Ainda de acordo com o diretor, o “Mês da Carta” representa um passo importante para a institucionalização permanente dessa pauta na agenda nacional, contribuindo para consolidar a cultura de transparência, participação social e melhoria contínua dos serviços públicos. 

Programação contará com webinários e compartilhamento de boas práticas 

Durante o mês de junho estão previstos webinários e ações de divulgação voltadas ao compartilhamento de experiências e boas práticas relacionadas à construção, atualização e utilização das Cartas de Serviços nos órgãos e entidades públicas. 

A programação busca conscientizar gestores e servidores sobre a importância desse instrumento para a melhoria da comunicação pública e da prestação de serviços ao cidadão. 

Confira, logo abaixo, a programação do mês para os webinários: 

03 de junho – Linguagem simples aplicada à Carta de Serviços 
14h às 17h | On-line, com transmissão ao vivo no canal da CGU no YouTube 

16 de junho –  webinário com a Secretaria de Governo Digital (SGD/MGI), gestora do Portal Gov.br 
14h às 17h | On-line (link em breve) 

17 de junhowebinários sobre Boas Práticas Aplicáveis às Cartas de Serviços 

  • 14h – O funcionamento da Proposição de Melhoria em Processos, Produtos e Serviços (PDM) no Banco do Nordeste do Brasil  

  • 15h – Desafios da construção da Carta de Serviços do Município de Campinas  

On-line (links em breve) 

Ouvidorias podem cadastrar iniciativas e integrar a programação 

As unidades do SisOuv e da Renouv podem participar diretamente do Mês da Carta de Serviços promovendo iniciativas próprias que fortaleçam a divulgação e gestão desse instrumento.  

Clique aqui e saiba como participar! 

Cadastre a Iniciativa da sua Ouvidoria! 

 

Fonte: Controladoria-Geral da União

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Participantes de Fellowsip sobre Governo e Dados Abertos com foco em Mudanças Climáticas apresentam resultados

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A Controladoria-Geral da União e a Organização dos Estados Americanos (OEA) celebraram, nesta quinta-feira (28/05), o encerramento do Programa Fellowship OEA sobre Governo e Dados Abertos com foco em Mudanças Climáticas 2025. A iniciativa buscou estimular a construção colaborativa de soluções inovadoras para desafios climáticos, conectando lideranças, transparência, participação cidadã, dados abertos, inovação e fortalecimento democrático. 

Na cerimônia, realizada na sede da CGU, em Brasília (DF), os participantes do programa apresentaram os resultados de seus projetos, no contexto da Semana de Governo Aberto 2026, promovida pela CGU.

Por meio de iniciativa da OEA, desenvolvida no Brasil em parceria com a CGU, os participantes do Fellowship se debruçaram, nesta edição do programa, sobre cinco desafios climáticos, identificados em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), com o propósito de transformá-los em soluções inovadoras.  O Fellowship contou também com a parceria da Embaixada da França no Brasil e do Banco Mundial.

A secretária nacional de Transparência e Acesso à Informação, Livia Sobota, destacou que os projetos criados durante o Fellowship contribuem para a elaboração de ações da CGU. “Estamos fechando um ciclo de reestruturação da Política de Transparência e Acesso à Informação e um processo de revisão do Plano de Governo Aberto. Então, ouvir vocês sobre que ideias vocês trazem faz parte da construção da política de governo aberto”.

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Ainda de acordo com Livia Sobota, a formação faz parte de uma série de iniciativas do Governo do Brasil dentro de um ciclo de aceleração das políticas de Estado meio ambiente e mudança do clima.

Conforme destacou a diretora do Departamento de Gestão Pública Eficaz da OEA, Maria Fernanda Trigo, os participantes foram além do desenvolvimento de projetos independentes, construindo de forma colaborativa um sistema de governança climática. “Quando olhamos em conjunto, os projetos formam um ciclo, que, no fundo, define a capacidade de um Estado de responder aos desafios climáticos. O Fellowship não está apenas discutindo governança climática, mas experimentando como construí-la”, destacou Trigo. 

O coordenador técnico desta edição do programa e ex-fellow, Humberto Fuentes, ressaltou o caráter inovador desta edição do Fellowship, a primeira realizada exclusivamente para o Brasil e também a primeira inteiramente dedicada aos desafios das mudanças climáticas. “Conectar pessoas também é uma forma de construir soluções públicas. Diante de problemas que ultrapassam fronteiras, a articulação entre jovens lideranças de diferentes setores e territórios é fundamental para desenvolver soluções mais colaborativas e eficazes”, destacou.

Também participaram da cerimônia o coordenador de Projeto da Secretaria Nacional de Mudança do Clima do MMA, Carlos Alexandre Príncipe Pires, a conselheira para assuntos globais da Embaixada da França do Brasil, Nastassja Hoffet, e o especialista em Transformação Digital e IA do Banco Mundial, Julián Nagiles.

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Projetos

Os projetos envolveram temas como transição energética justa; poluição e respostas a eventos climáticos extremos; desertificação e seca no Semiárido; financiamento climático e transparência; e datacenters e soberania digital. Em um processo de cocriação, os jovens usaram dados abertos como matéria-prima e ferramentas de governo aberto como motor para buscar soluções para esses problemas e gerar confiança entre governo e cidadania.   

1. Observatório CLIMAE – Transparência e governança da energia eólica

Projeto voltado à transição energética justa, transformando dados dispersos em informações acessíveis e transparentes para a sociedade.

2. Confluências – Conhecimento comunitário para governança da água

Plataforma aberta e comunitária para mapear vulnerabilidade hídrica em pequenas cidades e comunidades, conectando ciência cidadã, cartografia social e dados abertos.

3. Desacelerar a Desertificação

Iniciativa para fortalecer a capacidade dos municípios no enfrentamento da degradação do solo e da seca, promovendo uma governança ambiental mais integrada.

4. Clima em Conta -Governança climática municipal

Ferramenta de transparência para ajudar gestores públicos e sociedade civil a identificar gastos relacionados à adaptação climática nos municípios.

5. Observatório Brasileiro de Datacenters

Plataforma de monitoramento dos impactos socioambientais de grandes datacenters no Brasil, com foco em incidência legislativa e critérios socioambientais para o setor.

Fonte: Controladoria-Geral da União

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