Search
Close this search box.

BRASIL & MUNDO

Encontro Nacional de Catadoras reforça compromisso com a inclusão produtiva de mulheres

Publicados

BRASIL & MUNDO

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV), participou nesta semana, em Curitiba (PR), do 1º Encontro Nacional das Mulheres Catadoras de Materiais Recicláveis: Racismo Ambiental e Saúde no Trabalho.

O evento reuniu mulheres de diferentes regiões do país para debater políticas públicas voltadas à inclusão produtiva, à saúde, à proteção social e à promoção da autonomia econômica das catadoras.

Durante o encontro, a secretária da SEV, Julia Cruz, reforçou o compromisso do MDIC com o fortalecimento da economia circular e com a valorização das mulheres que atuam na cadeia da reciclagem, reconhecendo o papel estratégico das catadoras para a transição do Brasil para um modelo de desenvolvimento mais sustentável.

“Encontros como este reconhecem o protagonismo das mulheres catadoras, que desempenham um papel essencial na cadeia da reciclagem e na construção de um modelo de desenvolvimento mais sustentável, e aproximam o poder público de quem vive, na prática, a realidade da economia circular”, afirmou a secretária Julia Cruz.

A participação do MDIC integra as ações desenvolvidas pela Estratégia Nacional de Economia Circular (ENEC), coordenada pela SEV, que busca ampliar a competitividade da indústria brasileira por meio do uso mais eficiente dos recursos, da geração de valor e da inclusão produtiva.

Leia Também:  Governo do Brasil retoma construção da UFN-III em Três Lagoas (MS) para ampliar a produção nacional de fertilizantes

Um dos destaques é o Grupo Elas na Economia Circular, criado pelo Departamento de Novas Economias (DNOVA/SEV) com apoio da Secretaria-Executiva do MDIC. A iniciativa reúne mulheres de diferentes segmentos da cadeia da economia circular para incorporar a perspectiva de gênero na formulação e implementação das políticas públicas do setor.

O grupo atua para garantir que as políticas de economia circular reflitam os desafios enfrentados pelas mulheres, especialmente aquelas que trabalham em cooperativas de reciclagem, sistemas de triagem e na indústria da reciclagem.

Desde 2023, o MDIC mantém diálogo permanente com mulheres catadoras e representantes de cooperativas em todo o país. As participações desse processo contribuíram para a construção do Plano Nacional de Economia Circular, lançado pelo ministério, e vêm subsidiando iniciativas voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas da reciclagem, à rastreabilidade de materiais, à agregação de valor aos resíduos e ao fortalecimento das cooperativas.

No encontro em Curitiba, representantes do Grupo Elas na Economia Circular participaram dos debates sobre inclusão socioeconômica, equidade de gênero e protagonismo das mulheres na transição para uma economia de baixo carbono.

Leia Também:  Consea, CNAPO e Condraf destacam papel da participação social na transição agroecológica

Encontro nacional

Realizado entre os dias 23 e 25 de junho, na Universidade Federal do Paraná (UFPR), o encontro foi promovido pelo Ministério das Mulheres, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela UFPR. A programação incluiu debates sobre racismo ambiental, mudanças climáticas, saúde no trabalho, cartografia social e políticas públicas para as mulheres catadoras, além da realização da 3ª Reunião do Fórum Nacional para Promoção da Autonomia e Inclusão Socioeconômica de Mulheres Catadoras de Materiais Recicláveis.

O evento também contou com atividades culturais, exposição fotográfica, exibição de documentário e feira de artesanato organizada pelas participantes, valorizando suas trajetórias e fortalecendo sua visibilidade social e econômica.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Propaganda

BRASIL & MUNDO

Novo PAC moderniza o SUS da porta de entrada ao atendimento especializado

Publicados

em

Uma consulta na Unidade Básica de Saúde (UBS), o atendimento de uma ambulância do SAMU, um exame especializado ou uma cirurgia em um hospital público. Em diferentes momentos da vida, milhões de brasileiros passam por essa rede de atendimento. Para ampliar sua capacidade de resposta, o Novo PAC está investindo R$ 33,55 bilhões na modernização da infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS), com obras, equipamentos, veículos e inovação.

Os investimentos abrangem 32.669 empreendimentos, entre obras, equipamentos e veículos, distribuídos em 5.183 municípios. A carteira fortalece todas as etapas do atendimento, da atenção básica aos serviços de alta complexidade, e, também, impulsiona a telemedicina, a inovação em saúde e a preparação do país para futuras emergências sanitárias.

“Quando uma pessoa procura uma Unidade Básica de Saúde, chama uma ambulância do SAMU ou precisa de uma consulta com um especialista, encontra uma rede preparada para atendê-la. O Novo PAC na Saúde representa o maior esforço de fortalecimento da rede pública em décadas, investindo justamente nessa estrutura: construindo unidades, ampliando hospitais, renovando equipamentos e incorporando tecnologia para fortalecer o SUS”, afirma o secretário especial do Novo PAC, Roberto Garibe.

Da UBS ao hospital

A maior parte da jornada do paciente começa perto de casa. Por isso, a Atenção Primária concentra uma das maiores frentes de investimento do Novo PAC e representa a maior expansão desse nível de atendimento das últimas décadas. São R$ 8,51 bilhões destinados à construção de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), retomada de obras paralisadas, aquisição de equipamentos e entrega de Unidades Odontológicas Móveis.

Ao todo, são 14.813 empreendimentos distribuídos em 4.988 municípios, ampliando o acesso aos serviços básicos de saúde, fortalecendo a prevenção e levando atendimento a localidades que antes enfrentavam maiores dificuldades de acesso.

Leia Também:  Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada encerra o segundo trimestre de 2026 com nove novas adesões

Quando o problema exige um especialista, um exame mais complexo ou uma cirurgia, entra em cena outra frente estratégica do Novo PAC. São R$ 16,28 bilhões destinados à ampliação de hospitais, maternidades, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), policlínicas, oficinas ortopédicas, serviços de reabilitação e unidades de tratamento do câncer. O investimento também contempla novos equipamentos para diagnóstico, a renovação da frota do SAMU 192 e a ampliação do transporte sanitário, somando mais de 9 mil empreendimentos em 3.278 municípios.

Essa ampliação da infraestrutura dialoga diretamente com o Agora Tem Especialistas, iniciativa do Ministério da Saúde voltada a ampliar a oferta de consultas, exames e cirurgias especializadas. Enquanto o programa atua para reduzir o tempo de espera dos pacientes, o Novo PAC amplia a capacidade física da rede pública para atender essa demanda com mais qualidade e eficiência.

O Novo PAC garante que estados e municípios contem com hospitais, policlínicas, equipamentos, ambulâncias e serviços preparados para ampliar o atendimento especializado. Dessa forma, as duas iniciativas atuam de maneira complementar para fortalecer o SUS e oferecer uma assistência mais ágil e resolutiva à população.

Tecnologia para conectar, inovar e preparar para o futuro

A transformação do SUS também passa pela inovação. O Novo PAC investe R$ 184,3 milhões para instalar mais de 8 mil kits de teleconsulta em UBS, policlínicas e hospitais, beneficiando 4.657 municípios. A iniciativa aproxima pacientes e especialistas, reduz deslocamentos e amplia o acesso a serviços especializados, especialmente em regiões remotas e de difícil acesso.

Outra frente estratégica do programa é o fortalecimento do Complexo Industrial da Saúde, que recebe R$ 8,38 bilhões para modernizar laboratórios públicos, hemocentros e estruturas de pesquisa e produção.

Leia Também:  Operações federais na Terra Indígena Yanomami apreendem ouro avaliado em R$ 10 milhões

Os investimentos ampliam a capacidade nacional de produzir medicamentos, vacinas, equipamentos e outras tecnologias estratégicas para o SUS, fortalecendo a autonomia do país e tornando a rede pública mais preparada para responder às necessidades da população.

As lições deixadas pela pandemia também orientam os investimentos do Novo PAC. Com R$ 205 milhões, o programa fortalece laboratórios, equipamentos e estruturas voltadas à resposta rápida diante de futuras emergências sanitárias, tornando o sistema público de saúde mais resiliente e preparado para enfrentar novos desafios.

Investimentos que já chegam à população

Os resultados já começam a aparecer em todo o país. Das 4.105 obras previstas, 665 já foram concluídas e 2.911 estão em execução. Além disso, mais de 3,2 mil conjuntos de equipamentos e 4.441 veículos já foram entregues aos municípios, reforçando principalmente a Atenção Primária e o atendimento de urgência realizado pelo SAMU.

Mais do que ampliar a infraestrutura, os investimentos do Novo PAC buscam preparar o SUS para responder às necessidades atuais da população e aos desafios das próximas décadas. Da construção de novas unidades de saúde à incorporação de tecnologias, da renovação de ambulâncias ao fortalecimento da produção nacional de insumos, o programa investe em uma rede pública mais moderna, acessível e capaz de oferecer atendimento de qualidade em todas as regiões do país.

R$ 33,55 bilhões em investimentos

32.669 empreendimentos

5.183 municípios beneficiados

4.105 obras

2.911 obras em execução

665 obras concluídas 

9.266 veículos

4.441 veículos entregues

19.298 conjuntos de equipamentos

3.243 conjuntos de equipamentos entregues

Fonte: Casa Civil

Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA