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MDA e Anater inauguram Casa Rio Doce em Governador Valadares (MG)
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O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) realizam, na próxima quinta-feira (21/05), a cerimônia de inauguração da Casa Rio Doce – Unidade Territorial do Médio Rio Doce, da Gerência Extraordinária de Reparação do Rio Doce, em Governador Valadares (MG).
Espaço permanente de articulação institucional e atendimento à população, a Casa Rio Doce terá como foco a orientação às comunidades atingidas sobre recursos e políticas de reparação previstas no Novo Acordo do Rio Doce, sob responsabilidade do MDA e Anater.
Principais serviços e atendimentos oferecidos pela Casa Rio Doce:
– Atendimento às atingidas e atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, com orientação e encaminhamento de demandas sobre as políticas de reparação previstas no Novo Acordo;
– Acompanhamento às Assessorias Técnicas Independentes (ATIs), com suporte à articulação das ações de reparação;
– Articulação institucional com municípios, movimentos sociais, cooperativas, sindicatos e organizações da sociedade civil.
Informações de atendimento da Casa Rio Doce:
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
E-mail: [email protected]
Telefone: (33) 99821-9704
Endereço: Rua Eduardo Carlos Pereira, 291 – Esplanada, Governador Valadares/MG
Aspas
“As casas que estamos inaugurando no Médio Rio Doce, em Governador Valadares, no Alto, em Mariana, e no Baixo, em Linhares, são um símbolo do compromisso do presidente Lula para atender integralmente as comunidades atingidas na Bacia do Rio Doce. Em 11 meses de trabalho da Gerência do Rio Doce, o MDA e a Anater estiveram nos territórios informando as comunidades sobre os direitos garantidos com o Novo Acordo. Levamos o PTR, contratamos as ATIs para assessorar as comunidades, garantimos as consultas informadas aos povos e comunidades tradicionais. Agora o MDA vai lançar as políticas e programas de retomada econômica, e as casas serão um espaço de apoio a essa nova etapa da reparação. Também iremos iniciar o processo de regularização fundiária na Bacia, além de protocolos de recuperação de solos, apoio à produção, acesso a crédito e retomada econômica agroecológica nos assentamentos”, Fernanda Machiaveli, ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
“Esta é a primeira Casa do MDA e da Anater que o Governo do Brasil está abrindo nos territórios atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão. Depois de 10 anos do rompimento da barragem, o governo está cada dia mais perto, ao lado das famílias atingidas, para informar e assegurar seus direitos, ouvir e construir com elas, com cada cidadão e cidadã, a retomada da cidadania, da dignidade, da economia, em comunidades que são muito resistentes, que estão vivas e cada dia mais fortalecidas”, Loroana Santana, presidenta da Anater.
Serviço
Inauguração da Casa Rio Doce – Unidade Territorial do Médio Rio Doce – Governador Valadares
Data: 21 de maio de 2026 (quinta-feira)
Horário: 16h30
Local: Rua Eduardo Carlos Pereira, nº 291, Bairro Esplanada – Governador Valadares/MG
Mais informações:
Gerência Extraordinária de Reparação do Rio Doce – Anater/MDA
Núcleo de Comunicação Ascom Anater/MDA
E-mail: [email protected]
Contato para entrevistas: Fernanda Oliveira: (33) 98856-8013 / Manoela Frade: (51) 99880-0807
Texto: Núcleo de Comunicação Social GEREX/Anater/MDA
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar
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Foz do Iguaçu e municípios do Oeste do Paraná recebem movimento agroecológico nacional, de 18 a 22 de maio
Entre os dias 18 e 22 de maio, Foz do Iguaçu e municípios da região Oeste do Paraná receberão representantes do movimento agroecológico de todo o país. A programação, que integra a Plenária Nacional da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), terá início com caravanas agroecológicas por rotas estratégicas, visitando territórios indígenas, quilombolas, assentamentos e cooperativas que buscam a transformação dos sistemas agroalimentares.
Novos contratos do Ecoforte e apresentação do Mapear
Ao final do evento, na sexta-feira, haverá o lançamento da campanha Agroecologia nas Eleições 2026, com a apresentação da agenda do movimento agroecológico a integrantes do governo federal. Na ocasião, será apresentado o projeto Mapear, acompanhado pela solenidade de assinatura de novos contratos do programa Ecoforte com redes territoriais de agroecologia da região Sul e do Mato Grosso do Sul . O programa Ecoforte é o principal instrumento da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, e, nesta edição, terá o valor recorde de R$100 milhões, oferecidos pela Fundação Banco do Brasil (FBB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Será ainda anunciada a realização do 5° Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), que acontecerá em 2027,
O desafio da Agroecologia nas Eleições 2026
A campanha Agroecologia nas Eleições 2026 propõe colocar a agenda agroecológica no centro do debate eleitoral, a partir de pautas concretas construídas pelo movimento para orientar o compromisso das candidaturas. Sob coordenação da ANA, a iniciativa levará ao eleitorado informações claras sobre o papel da agroecologia no enfrentamento de desafios do nosso tempo, como as crises dos alimentos, da segurança, do clima e da biodiversidade. Ao mesmo tempo, vai oferecer instrumentos para formalizar esses compromissos, contribuindo para que eleitoras e eleitores possam avaliar e escolher candidaturas alinhadas a práticas agroecológicas.
Caravanas
As caravanas agroecológicas percorrerão sete rotas, visitando 36 comunidades.. As rotas apresentam um mosaico de experiências que demonstram como a agroecologia atua como ferramenta de transformação social, produtiva e ambiental em diversos contextos. A proposta é promover conexão e troca de saberes com uma grande diversidade de iniciativas que englobam novas tecnologias sociais, agroindústrias protagonizadas por jovens e mulheres, compostagem comunitária, uso da homeopatia na transição agroecológica, práticas como sistemas de rotação de culturas, manejo de solos e diversificação produtiva, políticas públicas para aquisição de merenda escolar orgânica, moinho ecológico e, até, uma visita a Rio Bonito do Iguaçu, onde a agroecologia busca seu papel na reconstrução do município, após a passagem do tornado em novembro do ano passado.
Conheça as rotas:
Rota 01 – Diversidade Urbana e Comunitária: focada em iniciativas locais, inclui a prática da compostagem comunitária em território indígena, visita a quilombo urbano, terreiro de matriz africana com culinária tradicional e feira agroecológica, destacando a inclusão produtiva na tríplice fronteira.
Rota 02 – Resistência e Território: apresenta o contraste entre a monocultura de soja e a resistência de comunidades, experiências de agroindústria certificada e produção de orgânicos em assentamentos.
Rota 03 – Resiliência Climática e Gênero: a rota aborda a agroecologia como resposta à crise climática e o papel central das mulheres e da juventude neste cenário, além de apresentar espécies de frutas nativas e o cuidado com as sementes da juçara.
Rota 04 – Tecnologias Sociais e Políticas Públicas: destaca o uso de homeopatia na transição agroecológica, práticas como sistemas de rotação de culturas, manejo de solos, diversificação produtiva, produção de grãos orgânicos, produção de mandioca, manejo de plantas espontâneas e plantio direto. Destaca também a mecanização agrícola adaptada para a produção de grãos e para a agricultura familiar e a agroecologia como política pública.
Rota 05 – Conflitos e Modos de Vida: mostra a luta de comunidades indígenas para permanecer no local, a valorização e a preservação da cultura e espiritualidade desses povos, além dos impactos do uso de agrotóxicos em áreas vizinhas.
Rota 06 – Inovação e Gênero: foca no protagonismo de mulheres através de agroindústrias de panificação e massas e iniciativas de comercialização que apresentam alternativas sustentáveis dentro do cenário do agronegócio regional.
Rota 07 – Caminho das Águas e Saberes Transfronteiriços: a rota apresenta o cinema alternativo como ferramenta para difundir temas socioambientais e agroecológicos, a capacitação de mulheres com a permacultura e o manejo de mini-agroflorestas, e um modelo de produção de alimentos em tanques-rede. O percurso aborda também o resgate de saberes ancestrais, a valorização da biodiversidade e o uso alimentar de PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais) em áreas de reserva natural.
Fonte: Secretaria-Geral
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