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MDIC firma parceria com Governo do Paraná e Caixa para fortalecer economia de impacto

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV), assinou dois Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com o Governo do Paraná e a Caixa Econômica Federal para fortalecer o Sistema Nacional de Economia de Impacto (Simpacto). As assinaturas ocorreram durante o evento Impacta Mais 2026, em São Paulo.

O Simpacto é uma iniciativa ligada à Estratégia Nacional de Economia de Impacto (Enimpacto) e busca integrar políticas públicas, instrumentos financeiros e ações de apoio a empreendimentos que geram impacto social e ambiental positivo aliado ao desenvolvimento econômico.

Com a adesão do Paraná, o estado passa a ser a sétima unidade federativa a integrar o sistema e a primeira da região Sul a participar da rede.

O acordo com o governo do Paraná foi assinado na quarta-feira (20) pela secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, Julia Cruz, e pelo secretário em exercício da Indústria, Comércio e Serviços do Paraná, Marlos Wilton de Andrade.

Segundo Julia, a cooperação interfederativa contribui para a consolidação da economia verde e do desenvolvimento sustentável em todo o país. “O Simpacto foi concebido dentro do MDIC demonstrando a importância de integrar a economia de impacto a linhas de financiamento, às cadeias de produção estratégicas e aos diferentes entes federativos. A economia de impacto é por natureza territorializada, específica de cada território. Não fazia sentido trabalharmos a política pública sozinhos em Brasília. O Simpacto é um sistema que precisa dos estados para que, juntos, possamos promover uma economia cada vez mais positiva do ponto de vista social, ambiental e econômico”.

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Já o ACT com a Caixa Econômica Federal foi firmado hoje (21) pelo secretário-adjunto da SEV, Lucas Ramalho, e pela gerente nacional de Inovação e Negócios de Impacto da Caixa, Thayssa Gelenske.

A parceria com a Caixa prevê o desenvolvimento de linhas de crédito, instrumentos financeiros e ações de apoio a negócios de impacto em todo o país. A instituição também passará a integrar iniciativas de mentoria, aceleração e fortalecimento do ecossistema nacional de impacto.

“Ao fortalecer a economia de impacto, contribuímos para a construção de um ambiente de negócios que alia inovação e desenvolvimento econômico à geração de inclusão, renda e soluções concretas para os desafios sociais e ambientais do país”, destacou Lucas Ramalho.

As iniciativas propostas no documento estão alinhadas às diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB), da Estratégia Nacional de Economia de Impacto (Enimpacto) e da Estratégia Nacional de Contratações Públicas para o Desenvolvimento Sustentável.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Foz do Iguaçu e municípios do Oeste do Paraná recebem movimento agroecológico nacional, de 18 a 22 de maio

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Entre os dias 18 e 22 de maio, Foz do Iguaçu e municípios da região Oeste do Paraná receberão representantes do movimento agroecológico de todo o país. A programação, que integra a Plenária Nacional da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), terá início com caravanas agroecológicas por rotas estratégicas, visitando territórios indígenas, quilombolas, assentamentos e cooperativas que buscam a transformação dos sistemas agroalimentares. 

Novos contratos do Ecoforte e apresentação do Mapear 

Ao final do evento, na sexta-feira, haverá o lançamento da campanha Agroecologia nas Eleições 2026, com a apresentação da agenda do movimento agroecológico a integrantes do governo federal. Na ocasião, será apresentado o projeto Mapear, acompanhado pela solenidade de assinatura de novos contratos do programa Ecoforte com redes territoriais de agroecologia da região Sul e do Mato Grosso do Sul . O programa Ecoforte é o principal instrumento da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, e, nesta edição, terá o valor recorde de R$100 milhões, oferecidos pela Fundação Banco do Brasil (FBB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Será ainda anunciada a realização do 5° Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), que acontecerá em 2027, 

O desafio da Agroecologia nas Eleições 2026 

A campanha Agroecologia nas Eleições 2026 propõe colocar a agenda agroecológica no centro do debate eleitoral, a partir de pautas concretas construídas pelo movimento para orientar o compromisso das candidaturas. Sob coordenação da ANA, a iniciativa levará ao eleitorado informações claras sobre o papel da agroecologia no enfrentamento de desafios do nosso tempo, como as crises dos alimentos, da segurança, do clima e da biodiversidade. Ao mesmo tempo, vai oferecer instrumentos para formalizar esses compromissos, contribuindo para que eleitoras e eleitores possam avaliar e escolher candidaturas alinhadas a práticas agroecológicas.

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Caravanas 

As caravanas agroecológicas percorrerão sete rotas, visitando 36 comunidades.. As rotas apresentam um mosaico de experiências que demonstram como a agroecologia atua como ferramenta de transformação social, produtiva e ambiental em diversos contextos. A proposta é promover conexão e troca de saberes com uma grande diversidade de iniciativas que englobam novas tecnologias sociais, agroindústrias protagonizadas por jovens e mulheres, compostagem comunitária, uso da homeopatia na transição agroecológica, práticas como sistemas de rotação de culturas, manejo de solos e diversificação produtiva, políticas públicas para aquisição de merenda escolar orgânica, moinho ecológico e, até, uma visita a Rio Bonito do Iguaçu, onde a agroecologia busca seu papel na reconstrução do município, após a passagem do tornado em novembro do ano passado. 

Conheça as rotas:

Rota 01 – Diversidade Urbana e Comunitária: focada em iniciativas locais, inclui a prática da compostagem comunitária em território indígena, visita a quilombo urbano, terreiro de matriz africana com culinária tradicional e feira agroecológica, destacando a inclusão produtiva na tríplice fronteira.

Rota 02 – Resistência e Território: apresenta o contraste entre a monocultura de soja e a resistência de comunidades, experiências de agroindústria certificada e produção de orgânicos em assentamentos.

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Rota 03 – Resiliência Climática e Gênero: a rota aborda a agroecologia como resposta à crise climática e o papel central das mulheres e da juventude neste cenário, além de apresentar espécies de frutas nativas e o cuidado com as sementes da juçara.

Rota 04 – Tecnologias Sociais e Políticas Públicas: destaca o uso de homeopatia na transição agroecológica, práticas como sistemas de rotação de culturas, manejo de solos, diversificação produtiva, produção de grãos orgânicos, produção de mandioca, manejo de plantas espontâneas e plantio direto. Destaca também a mecanização agrícola adaptada para a produção de grãos e para a agricultura familiar e a agroecologia como política pública. 

Rota 05 – Conflitos e Modos de Vida: mostra a luta de comunidades indígenas para permanecer no local, a valorização e a preservação da cultura e espiritualidade desses povos, além dos impactos do uso de agrotóxicos em áreas vizinhas.

Rota 06 – Inovação e Gênero: foca no protagonismo de mulheres através de agroindústrias de panificação e massas e iniciativas de comercialização que apresentam alternativas sustentáveis dentro do cenário do agronegócio regional.

Rota 07 – Caminho das Águas e Saberes Transfronteiriços: a rota apresenta o cinema alternativo como ferramenta para difundir temas socioambientais e agroecológicos, a capacitação de mulheres com a permacultura e o manejo de mini-agroflorestas, e um modelo de produção de alimentos em tanques-rede. O percurso aborda também o resgate de saberes ancestrais, a valorização da biodiversidade e o uso alimentar de PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais) em áreas de reserva natural.

Fonte: Secretaria-Geral

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