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Portal da Transparência destaca recursos federais destinados ao Rio Grande do Sul
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O Portal da Transparência do Governo Federal lança, nesta quarta (28), seção específica sobre os recursos federais destinados ao Rio Grande do Sul (RS) para as ações de auxílio à população, restabelecimento e reconstrução. A iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) apresenta como o dinheiro público está sendo utilizado nas áreas de Assistência Social, Defesa Civil, Infraestrutura, Saúde, entre outras.
Acesse: https://transparencia.gov.br/acoesrs
A seção permite obter rapidamente informações orçamentárias e de execução das despesas voltadas para as ações federais de amparo nas localidades atingidas, com filtros de pesquisa pré-aplicados. Para facilitar o mapeamento dos investimentos relacionados à situação de calamidade pública no Estado, o Governo Federal criou o identificador de Plano Orçamentário (PO) chamado “CP” (calamidade pública), referente aos créditos extraordinários para tal finalidade.
O ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius de Carvalho, destacou a importância da inovação realizada hoje no Portal. “É fundamental que a população tenha acesso claro e transparente a como os recursos públicos estão sendo utilizados, especialmente em situações de calamidade pública. O lançamento desta seção específica no Portal da Transparência reforça nosso compromisso com a prestação de contas e a eficiência no uso do dinheiro público”, afirmou Carvalho.
Até a última data de atualização (27/05), o Portal detalha mais de R$ 6,3 bilhões em recursos empenhados (promessa de pagamento) e R$ 644,5 milhões em valores pagos. Essas informações podem ser consultadas por diversos parâmetros, como órgão, área de atuação, programa, ação orçamentária, bem como por favorecidos. Despesas: saiba como consultar.
Outra informação é o orçamento previsto para as ações federais em socorro ao Rio Grande do Sul. Até o momento, são cerca de R$ 20,8 bilhões em créditos extraordinários, fixados a partir das Medidas Provisórias nº 1.218/2024, nº 1.223/2024 e nº 1.225/2024. No Portal, essas informações sobre dotações orçamentárias estão divididas por áreas temáticas (função/subfunção) e podem ser detalhadas. Orçamento: saiba como consultar.
É importante esclarecer que os números divulgados pela Secretaria de Comunicação Social (Secom/PR) e pelo Portal da Transparência podem apresentar diferenças. Enquanto a Secom aponta um investimento total de R$ 62,5 bilhões até agora, o Portal da Transparência oferece dados orçamentários específicos. Os números da Secom incluem uma série de recursos de diferentes naturezas (incluindo recursos não orçamentários), enquanto o Portal da Transparência se concentra nos dados orçamentários.
A seção será atualizada periodicamente, com a inclusão de novas informações e consultas destinadas a ampliar a transparência dos recursos empregados para atender a situação de calamidade local. A previsão é que novas informações sejam inseridas no Portal da Transparência em breve, como dados acerca do Auxílio Reconstrução e atualizações do Cartão de Pagamento da Defesa Civil (CPDC) e do Bolsa Família.
Ações no Rio Grande do Sul
Além de oferecer ampla transparência aos recursos federais utilizados em apoio ao Rio Grande do Sul no Portal da Transparência, a CGU também criou espaço no site institucional para relatar e prestar contas sobre as atividades desenvolvidas pelo órgão em resposta à crise. A importância de fornecer uma prestação de contas detalhada e transparente sobre as medidas adotadas é vista como prioridade pela Controladoria.
O Governo Federal mantém ainda o site “O Brasil Unido pelo Rio Grande do Sul” para apresentar as ações e investimentos federais realizados para reconstrução e apoio à população do estado. Há listagem de ações, recursos aplicados, bem como orientações sobre como doar e ajudar.
Fonte: Controladoria-Geral da União
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Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo
A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.
Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).
Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.
Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias
Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.
Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.
Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]
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