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Contenção de Encostas: investimento que salva vidas e transforma territórios

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Brasília (DF) – Eliminar os riscos e reforçar as ações de prevenção a desastres e de proteção das populações que vivem em áreas de risco. Para garantir que quem sofre mais com as mudanças climáticas tenha segurança, o Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Periferias retomou investimentos em ações de contenção de encostas.  

Com investimentos que somam mais de R$ 3,6 bilhões, desde 2023, foram contratadas, planejadas e iniciadas novas obras com as duas seleções do Novo PAC, e também as intervenções paralisadas que foram retomadas, garantindo a redução dos impactos provocados por deslizamentos e fortalecendo a infraestrutura nas periferias brasileiras em mais de 150 municípios do país. 

Já são 86 obras entregues, em cinco estados prioritários, com histórico de ocorrência de desastres e alta densidade populacional nas áreas de risco: Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. 

A política pública da prevenção prioriza os investimentos nos territórios periféricos, que sofrem primeiro com as mudanças climáticas. “Destinar os recursos priorizando os territórios é colocar a proteção à vida no centro e reconhecer que desastres não são naturais, e sim resultado de desigualdades históricas”, destaca o secretário Nacional de Periferias, Vitor Araripe. 

Segurança sentida por quem viveu tendo a chuva como inimiga, como declara Francisco da Silva, morador do Parque das Flores, em São Paulo.  “Era muita angústia e hoje vemos aqui a contenção salvando vidas. Quando chove já não tem mais aquele desespero e além da segurança foi possível trazer mais qualidade de vida para nós”.   

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Na imagem homem negro
Crédito: Leandro Va/MCID.

Prevenção integrada  

A prevenção de riscos é um conjunto de ações da Secretaria Nacional de Periferias que une mobilização, tecnologia, cooperação e protagonismo comunitário para tornar os territórios urbano mais seguros e resilientes.  

A formulação dos Planos Municipais de Redução de Riscos (PMRR), reforçam a identificação de áreas de vulnerabilidade e orientam intervenções preventivas. São 200 PMRRs contratados, com investimento de mais de 110 milhões, o maior valor da história desse tipo de política no país.  

Além disso, a SNP estabeleceu como meta a implementação de 100 Planos Comunitários de Redução de Riscos e Adaptação Climática (PCRA). Até o momento, já foram apoiados 45 planos, considerando tanto os concluídos quanto os que se encontram em fase de elaboração. Atualmente, há ações em andamento nos estados do Ceará, Minas Gerais, Pará, Pernambuco e São Paulo. 

Na última segunda-feira, foi lançada a publicação Planos Comunitários de Redução de Risco e Adaptação Climática: Coprodução e Resiliência Local, desenvolvida em parceria com o CEFAVELA. A obra apresenta a trajetória dos primeiros planos apoiados pela SNP e reúne experiências de coprodução comunitária voltadas ao fortalecimento da resiliência local. A publicação está disponível aqui. 

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Em outra frente está o investimento em Soluções Baseadas na Natureza (SBN). Parcerias com universidades federais para a implementação de protótipos SBN no DF e nos estados do Pará, Ceará, Tocantins e Bahia, forneceram subsídios técnicos e operacionais para a política SBN nas Periferias e para a realização do Edital Periferias Verdes Resilientes. 11 territórios prioritários do Programa Periferia Viva foram contemplados com R$25,3 mi para que organizações da sociedade civil implementem ações de SBN para adaptação inclusiva das comunidades às mudanças climáticas. 

“Para além das obras, trata-se de uma política voltada às pessoas e às famílias que vivem em áreas de risco em nosso país, com o objetivo de promover segurança, dignidade e qualidade de vida. Ainda há muito a ser feito, mas estamos no caminho certo.” ressalta o diretor do Departamento de Mitigação e Prevenção de Risco da Secretaria Nacional de Periferias, Rodolfo Moura. 

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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ObservaDH lança novas ferramentas para ampliar acesso a dados e indicadores em direitos humanos

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O Observatório Nacional dos Direitos Humanos (ObservaDH) lançou, nesta quinta-feira (2), quatro novas ferramentas voltadas a aprimorar a navegação e o acesso a indicadores e evidências em direitos humanos: o GlossárioDH, a página +Observatórios, o painel interativo para consulta sobre fontes de dados públicas de temas de direitos humanos, e o índice remissivo da plataforma.

As novas funcionalidades se somam à ferramenta que gera relatórios territoriais (link) lançada recentemente, fortalecendo o acesso à informação e a promoção de uma cultura de formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas fundamentadas em evidências em todo o país. Elas integram o processo contínuo de aprimoramento do ObservaDH, que, ao longo de 2026, vem expandindo os temas abordados na plataforma e investindo no desenvolvimento de recursos inovadores para tornar a informação pública mais acessível, qualificada e útil para gestores, pesquisadores, conselheiros e toda a sociedade.

Para o coordenador-geral de Indicadores e Evidências em Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Pedro de Lemos, o conjunto de ferramentas reforça o compromisso do ministério com a ampliação do acesso às informações qualificadas.

“Nosso objetivo é que todas as pessoas consigam encontrar e compreender dados e indicadores sobre temas importantes dos direitos humanos. Além disso, com a publicação da página +Observatórios, buscamos consolidar uma rede de iniciativas voltadas à democratização do acesso aos dados, apresentando, no ObservaDH, outros observatórios de órgãos públicos que também atuam diretamente na interface com as políticas de direitos humanos”, explicou.

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“Com essas ferramentas, conseguimos disponibilizar no ObservaDH um acesso muito mais fácil a temas transversais e interseccionais no campo dos direitos humanos, como, por exemplo, indicadores sobre raça e enfrentamento ao racismo”, ressaltou.

Glossário

Entre as novidades, está o GlossárioDH, desenvolvido para facilitar a compreensão das narrativas de dados e dos indicadores publicados no ObservaDH. Além de apresentar definições de termos centrais e recorrentes nos temas de direitos humanos, o glossário estabelece conexões entre as definições conceituais e as evidências apresentadas nas narrativas na plataforma.

Cada verbete demonstra como determinado termo contribui para a interpretação dos indicadores e traz exemplos extraídos do próprio ObservaDH, tornando a leitura mais acessível e qualificando o uso das informações disponíveis.

Acesse o GlossárioDH.

+Observatórios

Outra novidade é a página +Observatórios, criada para reunir, em um único ambiente, informações e links de acesso a observatórios e plataformas de dados produzidos por órgãos parceiros do governo federal.

O espaço reúne iniciativas estratégicas de diferentes ministérios que sistematizam dados, monitoram indicadores e subsidiam gestores com evidências qualificadas, tornando o Estado mais responsivo, transparente e eficaz. Ao integrar essas experiências, o ObservaDH fortalece um ecossistema de dados públicos sobre direitos humanos, promovendo a transparência, a articulação entre instituições e o acesso da população a informações qualificadas produzidas pelo Estado.

Acesse o +Observatórios.

Painel interativo

O ObservaDH também passa a disponibilizar um painel interativo para consulta de fontes públicas de dados relacionadas aos direitos humanos.

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A ferramenta é resultado de um amplo levantamento realizado pela equipe da Coordenação-Geral de Indicadores e Evidências em Direitos Humanos (CGIE/MDHC), durante a criação do Observatório que analisou dezenas de bases públicas, incluindo registros administrativos e pesquisas nacionais, identificando variáveis capazes de subsidiar diagnósticos sobre a situação dos direitos humanos para cada grupo populacional abrangido pelas políticas públicas.

A expectativa é que a ferramenta apoie gestores públicos, conselheiros e pesquisadores, além de incentivar a criação de novos observatórios estaduais e municipais baseados em evidências.

Acesse o painel interativo.

Índice remissivo amplia a navegação interseccional

O índice remissivo reúne uma lista de termos transversais às diversas temáticas apresentadas no ObservaDH, facilitando a busca por indicadores específicos.

Com o novo recurso, será possível localizar, de forma mais fácil e rápida, indicadores relacionados a temas específicos nas diversas narrativas de dados publicadas no Observatório, contribuindo para a promoção de uma abordagem interseccional sobre os direitos humanos.

Acesse o índice remissivo.

Leia também:

“Um ObservaDH para cada um”: plataforma ganha nova ferramenta para gerar relatórios temáticos de indicadores por território

Texto: P.V.

Edição: F.T.

Atendimento exclusivo à imprensa:

[email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MDHC

(61) 2027-3538

Acesse o canal do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania no WhatsApp.

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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