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Estudo inédito do MTE evidencia diferentes cenários do trabalho infantil nas capitais e regiões metropolitanas
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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), divulga o “Diagnóstico do Trabalho Infantil nas Capitais e Regiões Metropolitanas”, estudo inédito elaborado com base nos microdados da PNAD Contínua 2024 do IBGE. A publicação reúne dados e análises sobre a incidência do trabalho infantil nos principais centros urbanos do país e busca fortalecer o planejamento estratégico das ações de fiscalização e das políticas públicas de enfrentamento a essa violação.
O estudo será apresentado durante o Seminário Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Infantil, que ocorrerá nos dias 16 e 17 de junho, em Salvador (BA). O material reúne análises detalhadas sobre a incidência do trabalho infantil nos principais centros urbanos do país e contribuirá para o debate técnico sobre estratégias de fiscalização e formulação de políticas públicas. A publicação reforça a importância do uso de inteligência de dados e da atuação integrada entre instituições para o enfrentamento das diferentes formas de trabalho infantil identificadas nos territórios brasileiros.
O diagnóstico mostra que o trabalho infantil apresenta dinâmicas distintas no território nacional, exigindo estratégias adaptadas à realidade local. Em estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, a concentração do trabalho infantil é maior nas regiões metropolitanas. Já em estados como Pará e Maranhão, o fenôeno se mostra mais presente no interior, indicando a necessidade de respostas diferenciadas para cada contexto regional.
De acordo com o estudo, as 20 regiões metropolitanas analisadas e a Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina/PI concentravam 18,4% do total do trabalho infantil no Brasil em 2024, o equivalente a 303.649 crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil.
O levantamento também aponta diferenças significativas entre as capitais brasileiras. Em Roraima, por exemplo, 43,5% do trabalho infantil do estado estava concentrado em Boa Vista. Já no Espírito Santo, a capital Vitória representava apenas 0,9% do total estadual.
Além da produção de inteligência e análises, a Auditoria-Fiscal do Trabalho atua diretamente na proteção de crianças e adolescentes por meio de ações fiscais que identificam, caracterizam tecnicamente e interrompem situações de trabalho infantil, promovendo o afastamento imediato e a garantia de direitos.
O estudo destaca que o enfrentamento ao trabalho infantil exige conhecimento aprofundado sobre suas diferentes formas de manifestação. Segundo a publicação, a diversidade social, econômica e territorial do Brasil faz com que apresente características específicas em cada unidade da federação, tornando fundamental a elaboração de estratégias estaduais e regionais voltadas ao combate dessa prática.
A publicação foi elaborada pela Coordenação de Erradicação e Fiscalização do Trabalho Infantil (COEFIT), vinculada à Secretaria de Inspeção do Trabalho, e integra os esforços do MTE para qualificar o debate público, ampliar a integração entre instituições e fortalecer ações voltadas à erradicação do trabalho infantil no país.
Para acessar o diagnóstico completo, acesse aqui.
Ações do Ministério do Trabalho e Emprego
Além das ações de fiscalização e da produção de informações qualificadas sobre a realidade do trabalho infantil no país, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) disponibiliza à sociedade um canal exclusivo para o recebimento de denúncias: o Sistema Ipê Trabalho Infantil.
A ferramenta permite o registro de denúncias de forma segura, acessível, contribuindo para o fortalecimento das ações de enfrentamento ao trabalho infantil. Por meio do sistema, cidadãos podem colaborar diretamente com a identificação de situações de violação de direitos, auxiliando o poder público na proteção de crianças e adolescentes em todo o território nacional.
Canal de Denúncia de Trabalho Infantil
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Aplicativo do Bolsa Família terá novas funcionalidades a partir desta segunda-feira (18.05)
As mais de 19 milhões de famílias beneficiárias do Bolsa Família passarão a contar com um aplicativo renovado e com novos serviços. A partir desta segunda-feira (18.05), a versão atualizada estará disponível para download em dispositivos Android, por meio da loja Google Play.
A modernização do aplicativo do Bolsa Família marca um avanço estratégico na digitalização dos serviços sociais, promovendo mais acessibilidade, transparência e autonomia aos beneficiários.
Resultado de uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Caixa Econômica Federal, o aplicativo foi reformulado com foco na experiência do usuário e na inclusão digital.
“As novas funções do aplicativo do Bolsa Família vão na linha do que faz o governo do presidente Lula, ao facilitar o serviço para o usuário. No dia a dia, as famílias poderão acessar informações importantes e saber, por exemplo, o motivo do bloqueio do benefício. Elas também poderão identificar quais medidas precisam ser adotadas para regularizar a situação”, destacou o ministro Wellington Dias.
Com a atualização do aplicativo, o Responsável Familiar poderá consultar informações detalhadas sobre a situação do benefício, a composição dos pagamentos e eventuais ocorrências relacionadas ao cadastro, identificando possíveis pendências que precisam ser regularizadas para garantir a continuidade do recebimento.
Dessa forma, os atendimentos nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em outros serviços públicos ficarão ainda mais ágeis, já que o beneficiário saberá quais medidas deve tomar antes de se deslocar em busca de informações.
O aplicativo ainda recebeu aprimoramentos de acessibilidade, tornando-se compatível com leitores de tela, como o TalkBack, além de contar com uma navegação mais simples e intuitiva.
Funcionalidades já existentes, como o extrato de pagamento, as mensagens do programa e o calendário de repasses, também foram otimizadas para proporcionar uma experiência mais eficiente aos usuários.
Com a nova versão do aplicativo, o cidadão também poderá conhecer outros programas do Governo do Brasil, com acesso direcionado às páginas de cada iniciativa. “Eu não tenho casa própria, como faço para acessar o Minha Casa, Minha Vida? O aplicativo também vai ajudar com informações sobre um conjunto de programas integrados ao Cadastro Único”, concluiu Wellington Dias.
Evento e portal
No dia 27 de maio, o MDS realizará, em sua sede em Brasília, um evento com a presença de autoridades para apresentar as atualizações e explicar o funcionamento das ferramentas disponíveis no aplicativo.
Na ocasião, também será lançado um site exclusivo do Bolsa Família, que reunirá, de forma acessível e organizada, conteúdos sobre calendário de pagamentos, acesso ao benefício, regras do programa, canais de atendimento, perguntas frequentes e orientações para as famílias atendidas.
Principais funções do app:
Consultar os tipos de benefício;
Verificar situações e pendências que possam interromper o pagamento;
Acompanhar as parcelas mensais do benefício;
Consultar as datas de pagamento;
Acessar informações atualizadas do programa;
Conhecer outros programas do Governo do Brasil;
Navegar em uma interface mais simples e intuitiva;
Ter informações sobre o programa;
Canal direto com a Caixa Econômica Federal.
Assessoria de Comunicação – MDS
Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
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