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Mais de 200 comunidades indígenas passam a acessar tecnologia com ações do Ministério das Comunicações

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O acesso à tecnologia tem se tornado uma ferramenta de transformação social em territórios indígenas de todo o Brasil. No Dia dos Povos Indígenas, celebrado em 19 de abril, o Ministério das Comunicações destaca avanços concretos na promoção da inclusão digital: mais de 211 comunidades indígenas já foram beneficiadas com ações que levam conectividade, capacitação e oportunidades.

Um dos principais destaques é o programa Computadores para Inclusão, que já destinou 1.708 equipamentos recondicionados a instituições indígenas em diferentes regiões do país. Apenas no último ano, foram mais de 618 computadores entregues a 69 comunidades, ampliando o acesso à informação, à educação e a serviços digitais.

A estratégia vai além da entrega de equipamentos. Com foco na formação profissional e na geração de oportunidades, a Carreta Digital tem levado capacitação itinerante a comunidades indígenas. No Mato Grosso do Sul, na Aldeia Amambai, da comunidade Guarani Kaiowá, a iniciativa já formou cerca de 429 alunos em cursos de informática básica e outras competências digitais.

“Levar conectividade e capacitação a essas comunidades é promover cidadania, transformação social e democracia. É garantir que os povos indígenas também sejam protagonistas na sociedade digital”, destaca o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

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Na área de radiodifusão, o avanço também chega a regiões remotas. O Ministério das Comunicações lançou edital para rádios comunitárias voltadas a comunidades indígenas, ampliando o acesso à informação e fortalecendo a comunicação local em territórios de difícil acesso.

Tecnologia a serviço da cidadania

As ações do Ministério também têm impacto direto em áreas essenciais, como a saúde. Em parceria com a Telebras, foram instaladas antenas via satélite no território Yanomami, garantindo conectividade em polos-base estratégicos como Surucucu e Auaris e contribuindo para o funcionamento de serviços de atendimento à população.

Outra frente importante é a promoção de direitos e inclusão social. Em parceria com o programa Bem Viver+, foram entregues mais de 75 computadores aos povos Guarani-Kaiowá e implantados seis laboratórios de informática em aldeias como Jaguapiru, Bororó, Amambaí, Taquapery, Porto Lindo e Limão Verde.

Para a chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério das Comunicações, Ludymilla Chagas, a inclusão digital em territórios indígenas vai além do acesso à tecnologia. “É uma política que fortalece a cidadania, amplia o acesso a direitos e respeita a diversidade dos modos de vida, contribuindo para reduzir desigualdades históricas”, afirma.

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Além dessas iniciativas, o Ministério também atua no apoio a ações interministeriais voltadas à proteção dos territórios indígenas, reforçando o compromisso com a dignidade e os direitos dos povos originários.

Dia dos Povos Indígenas

Celebrada em 19 de abril, a data é um convite à valorização da diversidade cultural e à reflexão sobre os direitos dos povos indígenas, além de reforçar a importância de políticas públicas que promovam inclusão, respeito e desenvolvimento com identidade.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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MDS dá as boas-vindas aos novos municípios da Estratégia Alimenta Cidades

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Mais de mil municípios brasileiros passam a integrar uma nova etapa da Estratégia Alimenta Cidades, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O anúncio foi feito durante webinário de boas-vindas, realizado nesta sexta-feira (17.04), que marcou o início do ciclo Alimenta Cidades +1000 e apresentou diretrizes, ferramentas e experiências já implementadas no país.

Entre os exemplos apresentados, está o de Caxias do Sul (RS), que aderiu à estratégia ainda no primeiro edital, em 2024. À frente da implementação local, Cristina Fabian destacou os avanços conquistados desde então, especialmente em contextos de crise.

“Durante as enchentes no Rio Grande do Sul, as cozinhas solidárias tiveram papel fundamental. A experiência mostrou que, como executores da política de segurança alimentar, também precisamos fortalecer essas iniciativas. Foi a partir desse movimento que estruturamos o primeiro fórum de cozinhas solidárias do estado”, relatou. 

Coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan/MDS), a estratégia chega a uma nova fase com a publicação da Portaria nº 1.178. A ampliação para mais de mil municípios valoriza a atuação da gestão local, ao reconhecer que os territórios são o ponto de partida para respostas mais efetivas.

Com a adesão, os municípios passam a contar com apoio técnico e instrumentos para planejar e executar ações voltadas à garantia do direito à alimentação adequada.

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Durante o webinário, a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Lilian Rahal, destacou que o país já acumula experiências bem-sucedidas na área.

“O Brasil já demonstrou que é possível construir sistemas alimentares mais justos, saudáveis e sustentáveis. Agora, o desafio é ampliar essa transformação, cidade por cidade, para que nós tenhamos um sistema de segurança alimentar vivo, presente em todos os territórios e é por isso que a gente faz esse chamado para que todos estejam conosco implementando no dia a dia o nosso sistema de segurança alimentar e nutricional”, afirmou.

A diretora do Departamento de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável do MDS, Patrícia Gentil, ressaltou que a estratégia contribui para identificar vazios de acesso à alimentação e organizar respostas estruturadas, especialmente em áreas mais vulneráveis.

“Muitas famílias vivem em territórios onde a comida saudável não chega ou chega com baixa qualidade e alto custo. É necessário organizar a ação pública para garantir que alimentos adequados cheguem, sobretudo, a quem mais precisa”, explicou. 

SISAN 

A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, destacou o papel do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) na implementação da estratégia. Segundo ela, cerca de 70% dos municípios já aderiram ao sistema.

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A estrutura permite a articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil, contribuindo para maior integração e efetividade das políticas públicas.

 “Quando falamos em governança, tratamos de intersetorialidade, participação social e melhores resultados. Integrar as ações do Governo Federal com os municípios é fundamental para avançarmos”, afirmou. 

Destaque internacional

João Marcelo Intini, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirmou que, dos 33 países que fazem parte da América Latina e do Caribe, o Brasil está entre os 11 que avançaram no combate à fome. 

“O Brasil, outra vez, saindo do mapa da fome, é um grande motor de inspiração, é um país que nos inspira, é um país que serve como uma grande referência de compromisso com o enfrentamento das desigualdades sociais e econômicas no campo e na cidade, isso nos serve como uma grande inspiração para dizer que sim, é possível”, afirmou.

Assessoria de Comunicação – MDS 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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