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Minha Casa, Minha Vida leva mais 1.600 moradias para famílias do Piauí
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O Minha Casa, Minha Vida avança pelo Piauí com a construção de mais 1.680 unidades habitacionais na capital Teresina, reforçando o compromisso do presidente Lula com a promoção da moradia digna e políticas habitacionais pelo país. O ministro das Cidades, Vladimir Lima, assinou, nesta sexta-feira (17), a autorização para a contratação das moradias durante visita à cidade. Serão investidos mais de R$ 286 milhões do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
As moradias, destinadas às famílias de baixa renda, estão distribuídas em 12 novos empreendimentos que serão construídos com biblioteca, varanda e próximos aos serviços públicos. “O Minha Casa, Minha Vida é o maior programa habitacional da história do Brasil. Aqui no Piauí são mais unidades entregues, mais sonhos realizados, mais famílias com direito à moradia digna”, afirmou o ministro. Desde a recriação do programa, em 2023, já foram entregues 16,3 mil moradias no estado.
VISTORIA – O ato aconteceu durante vistoria às obras do residencial Santa Teresa, que está em fase final da construção de 176 novos apartamentos. O Governo do Brasil está investindo R$ 29,9 milhões no empreendimento. A previsão de entrega é maio com infraestrutura completa: rede de abastecimento de água e esgotamento sanitário, energia elétrica, pavimentação e sistema de drenagem.
“Esse é o governo que transforma vidas com habitação digna e segura. Vamos entregar moradias em todos os cantos do país. Isso evidencia a prioridade da política habitacional na agenda do Governo do Brasil, com foco na inclusão social, no desenvolvimento urbano e na melhoria da qualidade de vida da população.”, disse o ministro das Cidades, Vladimir Lima.
DESENVOLVIMENTO SOCIAL – Para oferecer ainda mais inclusão, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, irá levar o Programa Acredita no Primeiro Passo, voltado ao empreendedorismo, à qualificação profissional e à geração de emprego para as famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) moradoras dos novos empreendimentos anunciados. A ideia é oferecer às famílias beneficiadas cursos profissionalizantes para inserção no mercado de trabalho.
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Fonte: Ministério das Cidades
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MDS dá as boas-vindas aos novos municípios da Estratégia Alimenta Cidades
Mais de mil municípios brasileiros passam a integrar uma nova etapa da Estratégia Alimenta Cidades, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O anúncio foi feito durante webinário de boas-vindas, realizado nesta sexta-feira (17.04), que marcou o início do ciclo Alimenta Cidades +1000 e apresentou diretrizes, ferramentas e experiências já implementadas no país.
Entre os exemplos apresentados, está o de Caxias do Sul (RS), que aderiu à estratégia ainda no primeiro edital, em 2024. À frente da implementação local, Cristina Fabian destacou os avanços conquistados desde então, especialmente em contextos de crise.
“Durante as enchentes no Rio Grande do Sul, as cozinhas solidárias tiveram papel fundamental. A experiência mostrou que, como executores da política de segurança alimentar, também precisamos fortalecer essas iniciativas. Foi a partir desse movimento que estruturamos o primeiro fórum de cozinhas solidárias do estado”, relatou.
Coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan/MDS), a estratégia chega a uma nova fase com a publicação da Portaria nº 1.178. A ampliação para mais de mil municípios valoriza a atuação da gestão local, ao reconhecer que os territórios são o ponto de partida para respostas mais efetivas.
Com a adesão, os municípios passam a contar com apoio técnico e instrumentos para planejar e executar ações voltadas à garantia do direito à alimentação adequada.
Durante o webinário, a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Lilian Rahal, destacou que o país já acumula experiências bem-sucedidas na área.
“O Brasil já demonstrou que é possível construir sistemas alimentares mais justos, saudáveis e sustentáveis. Agora, o desafio é ampliar essa transformação, cidade por cidade, para que nós tenhamos um sistema de segurança alimentar vivo, presente em todos os territórios e é por isso que a gente faz esse chamado para que todos estejam conosco implementando no dia a dia o nosso sistema de segurança alimentar e nutricional”, afirmou.
A diretora do Departamento de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável do MDS, Patrícia Gentil, ressaltou que a estratégia contribui para identificar vazios de acesso à alimentação e organizar respostas estruturadas, especialmente em áreas mais vulneráveis.
“Muitas famílias vivem em territórios onde a comida saudável não chega ou chega com baixa qualidade e alto custo. É necessário organizar a ação pública para garantir que alimentos adequados cheguem, sobretudo, a quem mais precisa”, explicou.
SISAN
A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, destacou o papel do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) na implementação da estratégia. Segundo ela, cerca de 70% dos municípios já aderiram ao sistema.
A estrutura permite a articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil, contribuindo para maior integração e efetividade das políticas públicas.
“Quando falamos em governança, tratamos de intersetorialidade, participação social e melhores resultados. Integrar as ações do Governo Federal com os municípios é fundamental para avançarmos”, afirmou.
Destaque internacional
João Marcelo Intini, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirmou que, dos 33 países que fazem parte da América Latina e do Caribe, o Brasil está entre os 11 que avançaram no combate à fome.
“O Brasil, outra vez, saindo do mapa da fome, é um grande motor de inspiração, é um país que nos inspira, é um país que serve como uma grande referência de compromisso com o enfrentamento das desigualdades sociais e econômicas no campo e na cidade, isso nos serve como uma grande inspiração para dizer que sim, é possível”, afirmou.
Assessoria de Comunicação – MDS
Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
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