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Moradores de Ubá (MG) recebem apoio do MGI para solicitar Auxílio Reconstrução pelo GOV.BR
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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) ajudou moradores de Ubá (MG) a criar ou recuperar a conta GOV.BR para solicitar o Auxílio Reconstrução – MG. O atendimento ocorreu durante o evento “Ouvidoria Itinerante – Direitos em Movimento”, realizado nos dias 11 e 12 de março e organizado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH). A ação ofereceu atendimento gratuito à população, com foco nas famílias atingidas pelas fortes chuvas de fevereiro de 2026.
Uma das pessoas que recebeu atendimento do MGI foi Adriana Aparecida Braz, que, por orientação da Defesa Civil, precisou deixar a própria casa após as enchentes. Ela foi ao evento para aprender a usar a plataforma do Governo do Brasil. “Eu não tenho inteligência com a internet, eu não mexo”, disse. “A gente está na casa dos outros, mas está bem, está com vida e saúde, não está indo em hospital”, acrescentou. Após o atendimento, Adriana conseguiu fazer a solicitação do atendimento.
O Auxílio Reconstrução – MG é um apoio financeiro instituído pela Medida Provisória nº 1.338, de 6 de março de 2026. Para as pessoas que foram atingidas pela tragédia, será repassado o valor de R$ 7.300,00, a ser pago em parcela única. A proposta é ajudar famílias que moram em áreas efetivamente atingidas pelos eventos climáticos ocorridos em fevereiro de 2026. Mais informações sobre o programa estão disponíveis no GOV.BR.
Para receber o auxílio, é necessário que as prefeituras das cidades atingidas tenham realizado o cadastro dos moradores afetados. O sistema do Auxílio-Reconstrução só pode ser operado por agentes públicos municipais cadastrados no Transferegov.br do respectivo município — é necessário ter acesso ao perfil de gestor e conta de nível ouro ou prata no portal GOV.BR.
Atendimento presencial do GOV.BR
Em 2024, o MGI criou o programa Balcão GOV.BR para ajudar a população a utilizar os milhares de serviços digitais disponíveis na plataforma. O programa oferece atendimento presencial para quem enfrenta dificuldades no uso do aplicativo. Encontre a mais próxima da sua residência no gov.br/presencial.
Como criar ou recuperar a conta GOV.BR
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Baixe o aplicativo GOV.BR na loja do seu celular.
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Abra o app, digite seu CPF e clique em “continuar”.
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Siga as instruções para criar ou recuperar a conta.
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No primeiro acesso, é preciso preencher um cadastro simples.
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Nessa etapa, os dados podem ser validados pela Receita Federal ou pelo INSS, o que gera uma conta de nível bronze.
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Ao usar o aplicativo, também é possível alcançar novos níveis de conta (prata e ouro).
Como alcançar o nível prata
Você pode obter a conta prata de duas formas:
Validação bancária
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Acesse a opção “Login com seu banco” (mais de 17 instituições bancárias estão credenciadas na plataforma).
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Escolha o banco em que você tem conta.
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Informe seus dados bancários.
Reconhecimento facial com CNH
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Se você tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), faça a validação em um local bem iluminado.
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Mantenha o celular na altura do rosto durante o processo.
Como ter conta ouro no GOV.BR
Para ter uma conta Ouro, que dá acesso a todos os serviços públicos digitais e oferece mais segurança, você pode escolher entre três opções:
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usar o QR Code da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que já está nas mãos de mais de 50 milhões de brasileiros;
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fazer o reconhecimento facial com base nos dados da Justiça Eleitoral;
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usar um certificado digital compatível com a ICP-Brasil.
Atualmente, a plataforma do Governo do Brasil (GOV.BR) possui mais de 175 milhões de usuários e garante o acesso a quase 13 mil serviços, sendo 4.600 serviços digitais do Governo federal e outros 8.700 serviços de estados e municípios.
Para mais informações, acesse o gov.br/conta ou o gov.br/atendimento.
Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
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MDS dá as boas-vindas aos novos municípios da Estratégia Alimenta Cidades
Mais de mil municípios brasileiros passam a integrar uma nova etapa da Estratégia Alimenta Cidades, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O anúncio foi feito durante webinário de boas-vindas, realizado nesta sexta-feira (17.04), que marcou o início do ciclo Alimenta Cidades +1000 e apresentou diretrizes, ferramentas e experiências já implementadas no país.
Entre os exemplos apresentados, está o de Caxias do Sul (RS), que aderiu à estratégia ainda no primeiro edital, em 2024. À frente da implementação local, Cristina Fabian destacou os avanços conquistados desde então, especialmente em contextos de crise.
“Durante as enchentes no Rio Grande do Sul, as cozinhas solidárias tiveram papel fundamental. A experiência mostrou que, como executores da política de segurança alimentar, também precisamos fortalecer essas iniciativas. Foi a partir desse movimento que estruturamos o primeiro fórum de cozinhas solidárias do estado”, relatou.
Coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan/MDS), a estratégia chega a uma nova fase com a publicação da Portaria nº 1.178. A ampliação para mais de mil municípios valoriza a atuação da gestão local, ao reconhecer que os territórios são o ponto de partida para respostas mais efetivas.
Com a adesão, os municípios passam a contar com apoio técnico e instrumentos para planejar e executar ações voltadas à garantia do direito à alimentação adequada.
Durante o webinário, a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Lilian Rahal, destacou que o país já acumula experiências bem-sucedidas na área.
“O Brasil já demonstrou que é possível construir sistemas alimentares mais justos, saudáveis e sustentáveis. Agora, o desafio é ampliar essa transformação, cidade por cidade, para que nós tenhamos um sistema de segurança alimentar vivo, presente em todos os territórios e é por isso que a gente faz esse chamado para que todos estejam conosco implementando no dia a dia o nosso sistema de segurança alimentar e nutricional”, afirmou.
A diretora do Departamento de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável do MDS, Patrícia Gentil, ressaltou que a estratégia contribui para identificar vazios de acesso à alimentação e organizar respostas estruturadas, especialmente em áreas mais vulneráveis.
“Muitas famílias vivem em territórios onde a comida saudável não chega ou chega com baixa qualidade e alto custo. É necessário organizar a ação pública para garantir que alimentos adequados cheguem, sobretudo, a quem mais precisa”, explicou.
SISAN
A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, destacou o papel do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) na implementação da estratégia. Segundo ela, cerca de 70% dos municípios já aderiram ao sistema.
A estrutura permite a articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil, contribuindo para maior integração e efetividade das políticas públicas.
“Quando falamos em governança, tratamos de intersetorialidade, participação social e melhores resultados. Integrar as ações do Governo Federal com os municípios é fundamental para avançarmos”, afirmou.
Destaque internacional
João Marcelo Intini, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirmou que, dos 33 países que fazem parte da América Latina e do Caribe, o Brasil está entre os 11 que avançaram no combate à fome.
“O Brasil, outra vez, saindo do mapa da fome, é um grande motor de inspiração, é um país que nos inspira, é um país que serve como uma grande referência de compromisso com o enfrentamento das desigualdades sociais e econômicas no campo e na cidade, isso nos serve como uma grande inspiração para dizer que sim, é possível”, afirmou.
Assessoria de Comunicação – MDS
Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
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