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Estado tenta conter superlotação em presídios com nova central

Estrutura também deve monitorar o perfil da população carcerária, acompanhar prisões preventivas pendentes de revisão e subsidiar mutirões

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POLÍCIA

A criação da central segue diretrizes nacionais e ocorre em meio à pressão por maior controle sobre o sistema prisional

O governo de Mato Grosso instituiu uma central para regular o uso de vagas no sistema prisional e tentar reduzir distorções na ocupação das unidades. A medida foi formalizada pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) e já está em vigor.

A chamada Central de Regulação de Vagas Prisionais passa a concentrar o controle sobre a entrada e a permanência de presos no Estado, com base em dados de ocupação e critérios técnicos. A proposta é redistribuir detentos entre unidades e evitar situações de superlotação em presídios específicos.

A estrutura também deve monitorar o perfil da população carcerária, acompanhar prisões preventivas pendentes de revisão e subsidiar ações como mutirões para reavaliar casos. A gestão será compartilhada com órgãos do sistema de Justiça, com previsão de integração direta com o Judiciário.

A criação da central segue diretrizes nacionais e ocorre em meio à pressão por maior controle sobre o sistema prisional, que enfrenta problemas recorrentes de superlotação e gestão de vagas.

A coordenação ficará a cargo de uma comissão executiva, responsável por traçar estratégias para unidades com ocupação crítica, com apoio de uma equipe técnica dedicada à análise de dados e acompanhamento do sistema.

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Segundo o secretário de Justiça, Valter Furtado Filho, a medida busca dar mais previsibilidade à gestão das unidades e melhorar a distribuição da população carcerária.

“A ideia é organizar o sistema com base em critérios técnicos, integrar as instituições e dar mais eficiência à gestão das vagas”, afirmou.

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POLÍCIA

Suspeito morre após troca de tiros com Força Tática

Ele também teria sido identificado em viagens recentes ao Rio de Janeiro, onde manteve contato com áreas dominadas por organização criminosa

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Homem era investigado por atuação no tráfico e teria reagido à abordagem, segundo a polícia

Um homem de 31 anos morreu na manhã desta quinta-feira após confronto com policiais militares da Força Tática, em Gaúcha do Norte, a cerca de 580 km de Cuiabá.

De acordo com a polícia, o suspeito era monitorado após informações da Agência Regional de Inteligência que o apontavam como responsável pela coordenação do tráfico de drogas na região. Ele também teria sido identificado em viagens recentes ao Rio de Janeiro, onde, segundo os levantamentos, manteve contato com áreas dominadas por organização criminosa. Publicações em redes sociais indicariam ainda a exibição de armas de grosso calibre.

O veículo conduzido por ele, um Hyundai Creta branco, foi localizado em via pública. Ainda segundo o registro policial, o motorista ignorou a ordem de parada e só interrompeu a fuga após percorrer alguns metros.

Na sequência, conforme a versão da ocorrência, o homem abandonou o carro e tentou fugir a pé. Durante a perseguição, ele teria sacado uma arma de fogo e atirado contra os policiais, que reagiram.

Baleado, o suspeito chegou a ser socorrido e encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

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A área foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que vão apurar as circunstâncias do caso.

Durante a ação, os policiais receberam a informação de que uma mulher estaria na casa do suspeito retirando objetos. No local, ela se apresentou como companheira do homem e indicou a presença de uma porção de maconha. Também foi encontrada uma balança de precisão.

Já dentro do veículo, os agentes localizaram uma porção de substância semelhante à pasta base de cocaína.

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