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HARMONIZAÇÃO FACIAL

Golpe com produtos estéticos leva polícia a drogas e munições

Mercadorias obtidas com fraude usavam identidade de médico e foram entregues em endereço monitorado pela investigação

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POLÍCIA

O golpe veio à tona quando a empresa entrou em contato com o verdadeiro profissional, que negou ter realizado a compra

Uma fraude envolvendo produtos para harmonização orofacial acabou revelando um cenário ainda mais grave em Várzea Grande. Um casal de 25 anos foi preso após receber mercadorias adquiridas por meio de um golpe aplicado contra uma distribuidora do Paraná. Durante a abordagem, os policiais encontraram munições de uso restrito e uma grande quantidade de maconha armazenada na residência.

A investigação começou após uma empresa de Ponta Grossa (PR) descobrir que havia sido vítima de estelionato. Os criminosos utilizaram a identidade de um médico para comprar produtos destinados a procedimentos estéticos e solicitaram a entrega em um endereço no bairro Construmat, em Várzea Grande.

O golpe veio à tona quando a empresa entrou em contato com o verdadeiro profissional, que negou ter realizado a compra e informou que seu nome já havia sido utilizado em outras fraudes semelhantes na região.

Com a denúncia, a entrega de uma nova remessa passou a ser monitorada. Quando a encomenda chegou ao endereço indicado, uma mulher recebeu o material e foi abordada. Dentro da casa, os investigadores localizaram outra caixa com produtos da mesma origem que já havia sido entregue anteriormente.

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Além das mercadorias obtidas com a fraude, avaliadas em cerca de R$ 38 mil, foram encontradas duas munições de calibre 7.62, de uso restrito. Em uma edícula nos fundos do imóvel, os policiais apreenderam tabletes de maconha, porções fracionadas e drogas já embaladas para comercialização.

O homem e a mulher foram presos em flagrante e poderão responder por receptação, associação criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de munição de uso restrito e integração de organização criminosa.

A investigação teve início a partir de informações compartilhadas entre as polícias civis de Mato Grosso e do Paraná e continua para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

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Grupo suspeito de ofensas nas redes sociais é alvo de operação

Investigação apura publicações que atingiram moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e cidades da região

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Entre os crimes investigados estão injúria, difamação e calúnia

Uma investigação sobre ataques sistemáticos contra moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste levou ao cumprimento de mandados judiciais nesta terça-feira (16). Os alvos são suspeitos de utilizar redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, com publicações que teriam prejudicado a imagem e a reputação de diversas pessoas.

As apurações apontam que as ofensas eram divulgadas de forma recorrente na internet, ampliando o alcance dos ataques e atingindo vítimas em Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos. Entre os crimes investigados estão injúria, difamação e calúnia.

A suspeita é de que a atuação não tenha sido isolada. Os investigadores trabalham com a hipótese de uma associação voltada à prática organizada de crimes contra a honra no ambiente digital, situação que ainda será aprofundada durante o andamento do inquérito.

Para reunir novas provas, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, além de duas medidas cautelares, nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá. Celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos devem passar por perícia para auxiliar na identificação da autoria e da extensão dos ataques.

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A operação foi conduzida pela Polícia Civil e recebeu o nome de Boca Maldita. As investigações continuam e novas medidas não estão descartadas. Caso as suspeitas sejam confirmadas, os envolvidos poderão responder criminalmente pelos conteúdos divulgados na internet.

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