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INIMIGO ÍNTIMO

Pai é preso por abusar sexualmente da filha por seis anos

As investigações iniciaram após informações passadas pelo Conselho Tutelar de que a adolescente estava sendo vítima do próprio pai

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POLÍCIA

Suspeito aproveitava os momentos em que a mãe da menor se ausentava de casa para praticar os abusos

Um homem suspeito de abusar sexualmente da própria filha durante aproximadamente seis anos teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, nesta terça-feira (16). As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Guarantã do Norte.

O suspeito, de 47 anos, pai da vítima de 14 anos, abusava da filha desde que ela tinha 8 anos de idade. Ele teve o mandado de prisão preventiva decretado pela Vara Única de Guarantã do Norte pelo crime de estupro de vulnerável.

As investigações iniciaram após informações passadas pelo Conselho Tutelar de que a adolescente estava sendo vítima de abuso sexual praticado pelo próprio pai.

Segundo as informações, os fatos ocorriam de forma reiterada desde que a menor tinha oito de idade, aproveitando os momentos em que a mãe se ausentava de casa.

Com o tempo, os abusos foram evoluindo progressivamente. Em um dos casos, a vítima percebeu que estava sendo gravada durante o banho, em outra ocasião, a menor foi vítima de ato libidinoso na frente da irmão. Para evitar que os fatos fossem descobertos, o suspeito costumava presentear a adolescente com itens relacionados a jogos eletrônicos após os abusos, como forma de garantir o silêncio da vítima.

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Com base nos elementos apurados, o mandado de prisão foi deferido pela Justiça e cumprido, nesta terça-feira (16). O suspeito foi conduzido à Delegacia de Guarantã do Norte para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

O delegado de Guarantã do Norte, Mauro Apoitia, destaca a importância das denúncias, uma vez que casos como esse geralmente acontecem silenciosamente dentro de casa, onde a vítima deveria estar protegida. “É importante estar atento a qualquer sinal de mudança de comportamento da criança e adolescente e denunciar imediatamente o conhecimento da violência contra a vítima”, disse o delegado.

 

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POLÍCIA

Golpe com produtos estéticos leva polícia a drogas e munições

Mercadorias obtidas com fraude usavam identidade de médico e foram entregues em endereço monitorado pela investigação

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O golpe veio à tona quando a empresa entrou em contato com o verdadeiro profissional, que negou ter realizado a compra

Uma fraude envolvendo produtos para harmonização orofacial acabou revelando um cenário ainda mais grave em Várzea Grande. Um casal de 25 anos foi preso após receber mercadorias adquiridas por meio de um golpe aplicado contra uma distribuidora do Paraná. Durante a abordagem, os policiais encontraram munições de uso restrito e uma grande quantidade de maconha armazenada na residência.

A investigação começou após uma empresa de Ponta Grossa (PR) descobrir que havia sido vítima de estelionato. Os criminosos utilizaram a identidade de um médico para comprar produtos destinados a procedimentos estéticos e solicitaram a entrega em um endereço no bairro Construmat, em Várzea Grande.

O golpe veio à tona quando a empresa entrou em contato com o verdadeiro profissional, que negou ter realizado a compra e informou que seu nome já havia sido utilizado em outras fraudes semelhantes na região.

Com a denúncia, a entrega de uma nova remessa passou a ser monitorada. Quando a encomenda chegou ao endereço indicado, uma mulher recebeu o material e foi abordada. Dentro da casa, os investigadores localizaram outra caixa com produtos da mesma origem que já havia sido entregue anteriormente.

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Além das mercadorias obtidas com a fraude, avaliadas em cerca de R$ 38 mil, foram encontradas duas munições de calibre 7.62, de uso restrito. Em uma edícula nos fundos do imóvel, os policiais apreenderam tabletes de maconha, porções fracionadas e drogas já embaladas para comercialização.

O homem e a mulher foram presos em flagrante e poderão responder por receptação, associação criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de munição de uso restrito e integração de organização criminosa.

A investigação teve início a partir de informações compartilhadas entre as polícias civis de Mato Grosso e do Paraná e continua para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

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