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ACIDENTE FATAL

Idosa morre após ser atropelada por ônibus em Cuiabá

Maria Mendes da Silva Santos, de 82 anos, sofreu graves ferimentos ao desembarcar do coletivo no bairro Pedregal e morreu no HMC

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POLÍCIA

Reprodução

A idosa Maria Mendes da Silva Santos, de 82 anos, morreu poucas horas depois de ser atropelada por um ônibus do transporte coletivo na noite desta quinta-feira (1º), no bairro Pedregal, em Cuiabá.

Maria ficou gravemente ferida após ter a perna dilacerada enquanto desembarcava do veículo. Ela recebeu atendimento e foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente.

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá lamentou a morte e informou que a secretária municipal de Mobilidade Urbana, Francyanne Siqueira, esteve no HMC para acompanhar os procedimentos e prestar assistência aos familiares da vítima.

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) notificou a empresa responsável pelo transporte coletivo para que sejam esclarecidas as circunstâncias do acidente. A apuração deverá analisar a dinâmica da ocorrência e a conduta do motorista, que foi afastado das atividades até a conclusão do procedimento.

A empresa Caribus informou que também está oferecendo apoio à família de Maria, inclusive com o custeio das despesas relacionadas ao velório e ao sepultamento.

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A Semob informou ainda que vem cobrando das empresas responsáveis pelo transporte coletivo a realização de ações de capacitação e reciclagem dos motoristas, com orientações direcionadas à segurança no trânsito e à condução responsável dos veículos.

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POLÍCIA

Trio é condenado a 68 anos pela morte de advogado em Cuiabá

Antônio Gomes, Caçadini e Hedilerson foram considerados culpados pelo assassinato de Roberto Zampieri; julgamento durou mais de 38 horas

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TJMT

O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou Antônio Gomes da Silva, Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas e Hedilerson Fialho Martins Barbosa pelo assassinato do advogado Roberto Zampieri. Somadas, as penas chegam a 68 anos e nove meses de prisão. O julgamento foi encerrado à 0h40 desta sexta-feira (2), após mais de 38 horas de trabalhos em plenário.

Os três réus foram considerados culpados por homicídio qualificado, cometido por motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa da vítima e uso de arma de fogo de emprego restrito ou proibido.

Antônio Gomes da Silva e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas foram condenados, cada um, a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão. No caso de Antônio, foi considerada a atenuante pela confissão do crime. Já Caçadini teve a pena reduzida em razão de ter mais de 70 anos.

Hedilerson Fialho Martins Barbosa recebeu a maior pena entre os três: 25 anos de reclusão. Para ele, nenhuma circunstância atenuante foi reconhecida durante a definição da pena.

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Apesar das condenações, os três réus ainda podem recorrer da decisão, conforme previsto para julgamentos realizados em primeira instância.

Julgamento

A sessão foi presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri de Cuiabá. A acusação ficou sob responsabilidade dos promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, com participação do advogado Giovani Santin como assistente da acusação.

O julgamento começou na terça-feira (29 de setembro), quando os trabalhos foram realizados das 9h às 22h. Na quarta-feira (30), a sessão teve início às 9h e terminou às 18h30.

Na quinta-feira (1º), terceiro dia de julgamento, os trabalhos começaram novamente às 9h e seguiram durante a noite, com os debates entre acusação e defesa. A sessão foi finalmente encerrada na madrugada desta sexta-feira.

No primeiro dia, seis testemunhas foram ouvidas. Entre elas estavam os delegados da Polícia Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edison Ricardo Pick, além do delegado da Polícia Federal [informação não concluída no texto original].

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