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Café recua nas bolsas internacionais com avanço da colheita no Brasil e expectativa de maior oferta

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O mercado internacional do café iniciou esta quarta-feira (3) em queda, pressionado pelo avanço da colheita brasileira e pela perspectiva de aumento da oferta global nas próximas semanas. O Brasil, maior produtor e exportador mundial da commodity, segue acelerando os trabalhos de campo, fator que reforça a disponibilidade de produto e limita movimentos de alta nas bolsas.

Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), os contratos futuros do café arábica operaram em baixa durante a manhã. O vencimento julho/26 era negociado a 255,85 centavos de dólar por libra-peso, com recuo de 335 pontos. O contrato setembro/26 registrava 250,65 centavos de dólar por libra-peso, queda de 220 pontos, enquanto o dezembro/26 era cotado a 243,30 centavos, com desvalorização de 195 pontos.

O mesmo movimento foi observado no mercado do café robusta, negociado na Bolsa de Londres. O contrato julho/26 era cotado a US$ 3.412 por tonelada, queda de 50 pontos. Já o vencimento setembro/26 recuava para US$ 3.304 por tonelada, enquanto o novembro/26 era negociado a US$ 3.234 por tonelada, ambos também em território negativo.

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Colheita brasileira aumenta pressão sobre os preços

O principal fator de pressão sobre as cotações continua sendo o avanço da colheita nas principais regiões produtoras do Brasil. Com a entrada gradual da nova safra no mercado, cresce a expectativa de maior disponibilidade de café ao longo dos meses de junho e julho, especialmente da variedade arábica.

Analistas destacam que o aumento da oferta tende a reduzir a pressão compradora observada nos meses anteriores, contribuindo para um cenário de acomodação dos preços no curto prazo. Esse movimento é considerado típico do período de colheita, quando o fluxo de produto se intensifica no mercado físico e nas exportações.

Clima segue no radar dos investidores

Apesar da pressão sazonal provocada pela colheita, os agentes do mercado permanecem atentos às condições climáticas nas regiões produtoras. O comportamento do tempo durante a fase de colheita é considerado estratégico para preservar a qualidade dos grãos e evitar perdas que possam comprometer o potencial produtivo da safra.

Qualquer ocorrência de chuvas excessivas ou eventos climáticos adversos pode impactar a qualidade final do café e alterar as projeções de oferta, influenciando diretamente o comportamento dos preços nas bolsas internacionais.

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Demanda e exportações também influenciam o mercado

Além do avanço da safra brasileira, investidores acompanham a evolução da demanda global, os níveis de estoques certificados e o ritmo das exportações do Brasil. Esses fatores continuam sendo determinantes para a formação dos preços e podem trazer maior volatilidade ao mercado nas próximas semanas.

Com a colheita ganhando ritmo e o fluxo de café aumentando gradualmente, o mercado segue avaliando o equilíbrio entre oferta e demanda para definir os próximos movimentos das cotações internacionais da commodity.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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ENCERRAMENTO DA CAPTURA DE TAINHA NA MODALIDADE DE ARRASTO DE PRAIA

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) comunica que fica encerrada, a partir deste domingo (7), a captura da espécie tainha (Mugil liza) na modalidade de arrasto de praia, referente à temporada de pesca de 2026.

A medida possui caráter preventivo e tem por objetivo evitar o excedente da cota de captura estabelecida para a modalidade, considerando que o limite coletivo atingiu 90% da cota autorizada para a temporada, nos termos da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026.

A decisão foi adotada com base nos dados de produção consolidados a partir das Declarações de Entrada de Tainha em Empresas Pesqueiras e será registrado no Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha, conforme determina a legislação vigente.

Atenção aos procedimentos de encerramento previstos na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026.

Último desembarque

As embarcações de arrasto de praia que estiverem em atividade de pesca no mar deverão realizar o último desembarque de tainha (Mugil liza) em até vinte e quatro horas após o encerramento da captura, contadas da publicação deste comunicado no site oficial do Ministério da Pesca e Aquicultura.

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Após esse período, os pescadores e as pescadoras poderão retomar a atividade pesqueira para a captura das demais espécies previstas na respectiva modalidade de permissionamento, conforme disposto na Instrução Normativa Interministerial MPA/MMA nº 10, de 10 de junho de 2011.

Monitoramento e controle

Após o atingimento do limite previsto para encerramento da captura de tainha na modalidade de arrasto de praia, as embarcações sujeitas à obrigatoriedade de envio de Mapa de Bordo deverão realizar o reporte exclusivamente por meio do Sistema PesqBrasil – Mapa de Bordo.

Para mais informações sobre o PesqBrasil – Mapa de Bordo, clique aqui.

O MPA reforça seu compromisso com o cumprimento das disposições regulamentares aplicáveis à gestão por cotas de captura e com a disponibilização de informações atualizadas por meio do Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha de 2026. Confira aqui.

Para esclarecimentos adicionais, o MPA disponibiliza o canal de atendimento [[email protected]]

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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