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ABUSO SEXUAL

Pai foge após filha de 13 anos revelar estupros desde os 11

Menor foi vítima de violência sexual por pelo menos dois anos dentro de casa, em Arenápolis; suspeito ainda não foi localizado pela polícia

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A menina relatou ter sofrido atos libidinosos praticados pelo pai em momentos em que os demais familiares não estavam em casa

Uma menina de 13 anos revelou à mãe, no último domingo (31), que vinha sendo abusada sexualmente pelo próprio pai desde os 11 anos. O caso só chegou ao conhecimento da polícia de Arenápolis na noite de quarta-feira (4), depois que familiares de Campo Novo do Parecis fizeram a denúncia — e o suspeito, ao ouvir a ligação, fugiu.

Segundo o boletim de ocorrência registrado na delegacia local, a vítima relatou ter sofrido atos libidinosos praticados pelo pai em momentos em que os demais familiares não estavam em casa ou à noite, enquanto todos dormiam. Após completar 13 anos, o suspeito a teria forçado a manter relações sexuais em duas ocasiões distintas, ambas em abril deste ano.

A mãe, que tomou conhecimento dos abusos três dias antes da denúncia, admitiu à polícia ter adiado o registro propositalmente — ela aguardava o pagamento do salário do marido para quitar contas domésticas antes de entregá-lo às autoridades.

A denúncia formal partiu de uma sobrinha da mãe, que mora em Campo Novo do Parecis e acionou a viatura de Arenápolis ao ser informada da situação. No momento da ligação, o suspeito ouviu a conversa e fugiu. Com apoio de policiais de Nortelândia, guarnições realizaram buscas na residência e nas proximidades, sem êxito. A mãe foi localizada em via pública e auxiliou nas buscas, também sem resultado.

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Mãe e filha foram conduzidas à delegacia para registro da ocorrência e demais providências legais. O caso foi registrado como estupro de vulnerável consumado. O paradeiro do suspeito, de 45 anos, segue desconhecido.

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POLÍCIA

Bebidas vencidas e falta de alvarás entram na mira de operação

Fiscalização percorreu casas noturnas e outros estabelecimentos para verificar cumprimento das normas sanitárias e de segurança.

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Algumas casas noturnas foram notificadas por apresentarem apenas o protocolo de solicitação do Alvará Sanitário

A Prefeitura de Cuiabá notificou casas noturnas por irregularidades em alvarás e flagrou a venda de bebidas e alimentos vencidos durante mais uma etapa da Operação Alvará Regular, realizada na noite desta quarta-feira (4).

A fiscalização reuniu equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), Corpo de Bombeiros, Procon e Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), que vistoriaram oito estabelecimentos da capital.

Durante a operação, os fiscais verificaram a situação dos alvarás de funcionamento e sanitário, as condições de acessibilidade, a documentação exigida pelo Corpo de Bombeiros e a manutenção de equipamentos de segurança, como extintores de incêndio.

Algumas casas noturnas foram notificadas por apresentarem apenas o protocolo de solicitação do Alvará Sanitário, sem o documento definitivo. Já o Corpo de Bombeiros identificou pendências relacionadas ao Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico, enquanto o Crea orientou os responsáveis sobre adequações necessárias para garantir acessibilidade aos clientes.

O coordenador da Fiscalização Preventiva Integrada, Reynaldo Toshyro, explicou que a ação tem caráter preventivo e busca garantir que os estabelecimentos funcionem dentro das normas exigidas pela legislação.

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“Nossa preocupação é garantir que os locais estejam regularizados e ofereçam segurança tanto para os trabalhadores quanto para os frequentadores”, afirmou.

Além das irregularidades documentais, o Procon encontrou produtos vencidos sendo comercializados. Entre os itens recolhidos estavam oito cervejas Budweiser, três refrigerantes Kuat, sete bebidas H2O sabor limão, uma Sprite Lemon Fresh, um iogurte Danone e quatro unidades de Coca-Cola Zero Açúcar.

Segundo a Prefeitura, a Operação Alvará Regular faz parte de um calendário permanente de fiscalização e orientação aos comerciantes. O objetivo é reduzir riscos à população, reforçar o cumprimento das normas sanitárias e de segurança e garantir que os estabelecimentos funcionem de acordo com a legislação.

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