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Dia D mobiliza escolas de todo o país para transformar resultados do Ideb

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O que os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dizem sobre a aprendizagem dos estudantes? Quais conhecimentos precisam ser retomados? Quais alunos precisam de mais apoio? E o que a escola pode fazer, a partir desses dados, para melhorar? 

Essas são algumas das perguntas que orientarão o Dia D de Apropriação dos Resultados do Ideb nas Escolas, promovido pelo Ministério da Educação (MEC). A mobilização integra o Brasil Aprende+, estratégia do MEC para apoiar as redes de ensino na análise dos resultados e na definição de ações para fortalecer a aprendizagem. 

Entre 18 de agosto e 2 de setembro, o MEC promoveu reuniões técnicas com estados, municípios prioritários e equipes das redes de ensino de todo o país para apresentar a estratégia, analisar os resultados e orientar as redes sobre as próximas etapas da mobilização. 

Agora, o trabalho chega às escolas. O Dia D será um momento de leitura coletiva dos resultados, identificação dos principais desafios e planejamento das ações. Gestores, coordenadores pedagógicos e professores poderão analisar os dados de suas unidades, identificar as aprendizagens que precisam de maior atenção e definir prioridades. 

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Cada rede de ensino poderá escolher o melhor dia dentro do período de 8 a 11 de setembro, considerando seu calendário e sua realidade local. As aulas devem ser mantidas regularmente durante a realização do Dia D. A orientação é utilizar o tempo de planejamento para organizar as reuniões de apropriação dos resultados. 

Ferramentas para o Dia D 
 
Para apoiar esse trabalho, o MEC disponibiliza a Caixa de Ferramentas do Brasil Aprende+, que será utilizada pelas equipes durante o processo de análise e planejamento:  

Com esses instrumentos e ferramentas, as equipes poderão aprofundar a leitura dos resultados, identificar quais habilidades e conhecimentos precisam ser priorizados e planejar as ações pedagógicas de acordo com as necessidades de cada escola. 

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A partir da análise, cada escola poderá construir ou adaptar seu plano de ação, definindo prioridades, metas, ações, responsáveis e formas de acompanhar os resultados. Os planos de ação das escolas devem ser enviados para as respectivas redes de ensino até 10 de outubro. Já as redes terão até 30 de outubro para inserir no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) o plano de ação da rede. 

Assim, o Dia D transforma os dados da avaliação em um momento de diagnóstico e tomada de decisão pedagógica, conectando os resultados do Ideb ao planejamento das escolas. 

E o trabalho continua depois da mobilização: redes e escolas deverão acompanhar as iniciativas desenvolvidas, analisar os avanços e ajustar o planejamento sempre que necessário. E o MEC desenvolverá novas ações de formação, a partir da análise dos planos de ação das redes, aprimorando a astsistência técnica e a assistência financeira, com foco na melhoria da aprendizagem. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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Envio de artigos ao Cadernos Equidade termina nesta sexta (11)

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Termina nesta sexta-feira, 11 de setembro, o prazo para submissão de artigos científicos à chamada pública do Cadernos Equidade, dedicada à Educação Bilíngue de Surdos. A chamada é realizada pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).  

A iniciativa busca ampliar a participação de acadêmicos, pesquisadores, professores, gestores, profissionais da educação e lideranças surdas na produção de conhecimento sobre a área e contribuir para o fortalecimento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (Pnebs). Os artigos sobre educação bilíngue de surdos devem ser encaminhados para: [email protected]

Os interessados devem ficar atentos às orientações para submissão. Cada artigo poderá ter até três autores, e a autoria deve ser restrita às pessoas que tenham contribuído de forma significativa para a concepção, o desenvolvimento, a execução ou a interpretação do estudo. 

O autor responsável pela submissão também será responsável pelo acompanhamento do fluxo do artigo e pelas comunicações com a publicação. 

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Para garantir a avaliação cega por pares, é necessário realizar o envio de dois arquivos: um contendo o artigo completo e todas as informações referentes aos autores; e outro com o texto, sem qualquer identificação de autoria. 

Os textos devem ser inéditos, redigidos em português escrito e ter entre 35 mil e 50 mil caracteres com espaços. Os trabalhos aprovados deverão ainda apresentar, obrigatoriamente, um resumo em vídeo em Libras, conforme as informações do edital.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi  

Fonte: Ministério da Educação

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