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“Bolsa Família é um programa que abre portas para as pessoas crescerem”, destaca Wellington Dias
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Uma das principais políticas públicas sociais do Governo do Brasil, o Bolsa Família, apresenta impactos positivos na realidade brasileira em termos de emprego, garantias de direitos e ascensão social. É o que mostram diversas pesquisas que abordaram os efeitos do programa, tanto ao longo dos anos quanto na atual gestão.
“O Programa Bolsa Família não é só transferência de renda. Ele é um programa que abre portas para as pessoas crescerem. Agora, quem diz isso é a ciência”, declarou o titular do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Recentemente, um estudo divulgado pelo National Bureau of Economic Research (NBER) apontou que a expansão do Bolsa Família em 2012, além de elevar os níveis de emprego, reduziu internações e evitou cerca de mil mortes entre famílias em situação de extrema pobreza. O working paper, de março de 2026, é assinado por pesquisadores ligados à Columbia University, à Stanford University e à Fundação Getulio Vargas (FGV).
O efeito é que o Brasil não só tirou quase 30 milhões de pessoas da fome, mas também já alcançamos mais de 14 milhões de pessoas superando a pobreza”
Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
“Com o Bolsa Família, evitamos despesas com internações, com adoecimentos. Porque as pessoas passam a sair da subnutrição e da desnutrição”, apontou o ministro Wellington Dias.
Para o titular do MDS, os principais resultados diretos do Bolsa Família não estão apenas na superação da fome e da pobreza, mas na própria trajetória dos beneficiários, que procuram emprego, qualificação e educação.
“O efeito é que o Brasil não só tirou quase 30 milhões de pessoas da fome, mas também já alcançamos mais de 14 milhões de pessoas superando a pobreza. Cerca de dois milhões de pessoas do Cadastro Único e do Bolsa Família estão em cursos profissionalizantes, além daqueles que estão em cursos superiores e pós-graduações”, considerou o ministro.
O programa conta com medidas que incentivam a inclusão produtiva, a busca por emprego formal e a autonomia financeira das famílias beneficiárias, como a Regra de Proteção. O mecanismo permite que as famílias que aumentem seus ganhos para acima de R$ 218 per capita e não ultrapassem R$ 706 por pessoa, continuem recebendo 50% do benefício por até 12 meses. O objetivo é oferecer uma transição segura para quem começa a ter uma melhor condição financeira.
De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o público do Cadastro Único ocupou 81,2% dos empregos gerados no primeiro bimestre. “Dizem que essas pessoas não são incentivadas a trabalhar, muitos dizem que estimula a preguiça, e isso é puro preconceito. Então eles querem trabalhar. Agora, querem emprego justo”, argumentou o ministro.
Inclusão socioeconômica
Além da busca por emprego, o Bolsa Família também incentiva as pessoas mais necessitadas a não se exporem a trabalhos sem condições dignas. “Esse país superou uma fase em que as pessoas se submetiam como verdadeiros escravos por um prato de comida”, considerou o titular do MDS.
Outro efeito já verificado do programa Bolsa Família é a ascensão social. Em 2023 e 2024, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes A, B e C. A quantidade equivale à população inteira do Equador.
O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024. Segundo a FGV, o ritmo da mudança no período foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, anos também marcados pela alta ascensão social no país.
Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
“Agora, temos transferência de renda, complementação alimentar, e garantia não só da condição de alimentação, mas também de abrir portas para as pessoas crescerem. Quando as pessoas crescem, quem cresce? O Brasil”, finalizou Dias.
Bolsa Família
O Bolsa Família é o maior programa de transferência de renda do Brasil e reconhecido internacionalmente por ter tirado milhões de famílias da fome. O Governo do Brasil relançou o programa em 2023 com mais proteção social, com um modelo de benefício que considera o tamanho e as características familiares, com prioridade para a primeira infância (zro aos seis anos).
Além de garantir renda para as famílias em situação de pobreza, o Bolsa Família busca integrar políticas públicas, fortalecendo o acesso das famílias a direitos básicos como saúde, educação e assistência social.
O programa busca promover a dignidade e a cidadania das famílias também pela atuação em ações complementares por meio de articulação com outras políticas para a superação da pobreza e transformação social, tais como esporte, ciência e trabalho.
Em maio deste ano, 19,08 milhões de famílias recebem o benefício, que teve um valor médio de R$ 678,01 por domicílio.
Assessoria de Comunicação – MDS
Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
BRASIL & MUNDO
Nova política do audiovisual brasileiro é debatida por ministro do MDIC
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, participou nesta segunda-feira (25/5), no Rio de Janeiro (RJ), de encontro sobre a nova política de incentivo para o Audiovisual Brasileiro. O evento organizado pela Federação da Industria e comercio do Audiovisual (FICA) reuniu representantes do setor produtivo, instituições de fomento e integrantes do governo federal para discutir medidas estruturantes voltadas ao fortalecimento da indústria audiovisual no país.
Durante o encontro, Márcio Elias Rosa reforçou que o governo federal trabalha na construção de uma política estruturante para fortalecer a cadeia audiovisual brasileira.
“O audiovisual não é apenas cultura. É também indústria, geração de emprego, inovação, exportação e desenvolvimento econômico. O presidente Lula compreende a importância estratégica dessa cadeia produtiva e criou condições para que o Brasil tenha uma política estruturante para o setor, com crédito, financiamento, exportação, combate à pirataria e fortalecimento da produção nacional”, afirmou o ministro do MDIC.
Márcio Elias Rosa destacou que a política está alinhada às diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB) e está sendo construída em diálogo com diferentes segmentos da cadeia produtiva.
“O Brasil precisa de uma indústria moderna, inovadora, sustentável e capaz de disputar mercados internacionais. O audiovisual faz parte dessa transformação e precisa ser tratado como atividade econômica estratégica para o desenvolvimento nacional”, concluiu.
Participaram do encontro a presidente da Federação da Indústria e Comércio do Audiovisual (FICA), Walkiria Barbosa, e o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira Lima, e o presidente da ABDI, Olavo Neto.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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