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Brasil é eleito para integrar comitê diretor da OGP
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O Brasil passará a integrar o comitê diretor da Parceria para Governo Aberto (OGP). O anúncio foi feito, pela OGP, na última quinta-feira (30/05), durante a Semana de Governo Aberto e marca o retorno do país ao principal organismo multilateral de promoção da transparência e participação cidadã em âmbito internacional.
O comitê diretor da OGP é o mais alto órgão executivo da parceria internacional, composto por 11 representantes do governo e 11 representantes da sociedade civil. Seus membros são eleitos por voto para um mandato de três anos, com possibilidade de renovação por mais três. Além do Brasil, as Filipinas foram eleitas como novo membro do comitê, juntamente com a Estônia, Marrocos e Reino Unido, que reintegram o grupo para um segundo mandato.
O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius de Carvalho, ressalta que o papel do comitê é crucial para motivar, inspirar a comunidade internacional a alcançar os objetivos de um governo mais aberto e transparente e que o ingresso do país no comitê diretor é um marco significativo.
“O ingresso do Brasil é simbólico e representa o nosso compromisso com a promoção de um governo aberto. O país participou da fundação da OGP em 2011 e contribuirá de forma cada vez mais ativa com o fortalecimento de práticas de transparência e participação que fortalecem a democracia e as políticas públicas”, destaca.
6º Plano de Ação Nacional
Atualmente, o Brasil está na implementação do seu 6º Plano de Ação Nacional, uma iniciativa que busca a promoção de políticas de governo aberto. O plano definiu temas a serem desenvolvidos no período de 2024 a 2027.
A CGU lidera a coordenação dos Planos de Ação no país, fomentando os princípios do governo aberto e contribuindo para a consolidação de um governo mais transparente, responsivo e participativo.
Um dos compromissos do 6º Plano envolve a transparência e participação social em grandes obras de infraestrutura. Esta iniciativa foi selecionada pela OGP e incluída nos desafios do Open Gov Challenge, uma estratégia destinada a impulsionar transformações significativas por meio de iniciativas de governo aberto.
Fonte: Controladoria-Geral da União
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Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo
A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.
Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).
Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.
Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias
Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.
Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.
Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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