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Corrente de comércio chega a de US$ 13,5 bi na 3° semana de maio
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Na 3ª semana de maio de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 13,5 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 7,5 bilhões e importações de US$ 6 bilhões.
No mês, as exportações somam US$ 23,5 bilhões e as importações, US$ 17,8 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,7 bilhões e corrente de comércio de US$ 41,3 bilhões.
>> Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês – 3º Semana de Maio/2026
No ano, as exportações totalizam US$ 140 bilhões e as importações, US$ 109,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 30,4 bilhões e corrente de comércio de US$ 249,6 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta segunda-feira (25/5), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).
Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de maio/2026 (US$ 1,565 bilhões) com a de maio/2025 (US$ 1,424 bilhões), houve crescimento de 9,9%. Em relação às importações houve crescimento de 9,2% na comparação entre as médias até a 3ª semana de maio/2026 (US$ 1,188 bilhões) com a do mês de maio/2025 (US$ 1,088 bilhões).
Assim, até a 3ª semana de maio/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.754,6 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 376,79 milhões. Comparando-se este período com a média de maio/2025, houve crescimento de 9,6% na corrente de comércio.
Exportações importações por Setor
No acumulado até a 3ª semana do mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 65,17 milhões (18,5%) em Agropecuária e de US$ 111,89 milhões (15,4%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 37,56 milhões (11,1%) em Indústria Extrativa.
No acumulado até a 3ª semana do mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 1,37 milhões (3,0%) em Indústria Extrativa e de US$ 98,79 milhões (9,8%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 1,31 milhões (5,5%) em Agropecuária.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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Ministro do Turismo negocia com a China Eastern abertura de novas rotas entre os dois países
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, iniciou nesta segunda-feira (25), em Xangai, negociações com a China Eastern, uma das três maiores companhias aéreas estatais do país asiático, para a abertura de rotas entre os dois países, com foco em impulsionar o turismo, os negócios e a circulação de visitantes chineses no Brasil.
De acordo com Feliciano, a operação representaria um avanço para o turismo e para as relações bilaterais. “Precisamos aproximar nossos destinos, considerando que o número de turistas chineses que visitam o Brasil vem aumentando consideravelmente”, disse.
Durante o encontro com representantes da China Eastern, o ministro também apresentou propostas de cooperação para ampliar a presença do Brasil nas plataformas da companhia, incluindo a exibição de filmes nacionais nos voos da empresa.
Com frota superior a 800 aeronaves, a companhia é considerada estratégica para os planos do Ministério do Turismo de ampliar a entrada no Brasil dos viajantes do país asiático. A pasta tem intensificado agendas com companhias aéreas, operadores e investidores estrangeiros, durante a ITB China 2026, para aumentar a conectividade aérea e diversificar os destinos brasileiros aos turistas que visitam o país.
A iniciativa ganha força após a decisão do governo brasileiro de isentar a exigência de visto para turistas chineses. A expectativa do Ministério do Turismo é posicionar o Brasil como um dos principais destinos para o público chinês, um dos que mais movimentam recursos no turismo global.
Além do impacto no turismo de lazer, a possível ampliação da malha aérea entre Brasil e China é vista como oportunidade para fortalecer o fluxo corporativo e incentivar novos investimentos.
Atualmente, a China é um dos principais parceiros comerciais do Brasil e tem ampliado sua presença no país nos últimos anos. “Vamos continuar estreitando laços para inserir o Brasil, de forma mais competitiva, na rota do turismo asiático”, ressaltou Gustavo Feliciano.
Gigante de viagens
A proposta é que os destinos brasileiros sejam divulgados na plataforma da empresa, com foco em atrair mais turistas chineses ao Brasil.
Por Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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