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Faturamento do turismo de negócios sobe 31% em março e alcança R$ 1,47 bilhão

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Depois de registrar alta em fevereiro, o turismo corporativo seguiu em crescimento no Brasil, em março. Dados da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp) revelam que o faturamento no mês passado, de R$ 1,47 bilhão, é 31% maior que o valor contabilizado no mesmo período do ano anterior, que foi de R$ 1,12 bilhão.

O resultado do trimestre também foi positivo, com aumento de 12% na comparação com o mesmo período de 2025. O faturamento de janeiro a março deste ano foi de R$ 3,57 bilhões. Já o volume dos três primeiros meses do ano passado atingiu R$ 3,18 bilhões.

“O turismo corporativo segue em alta e num patamar elevado, o que mostra a importância desse segmento para a economia brasileira. O setor fortalece cadeias produtivas como aviação, hotelaria e serviços, gerando empregos, renda e oportunidades em diversas regiões do país”, afirmou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

O segmento que mais se destacou no primeiro trimestre, de acordo com o estudo, foi o de transporte aéreo, somando R$ 2,16 bilhões, alta de 16,3% na comparação com o mesmo período de 2025. O setor hoteleiro vem na sequência, com crescimento de 7,58%, totalizando R$ 1,04 bilhão.

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No mês de março, o setor aéreo registrou alta de 39% na comparação com o mesmo mês de 2025, totalizando R$ 899,7 milhões. O setor hoteleiro também registrou avanço relevante: 19%, atingindo o valor de R$ 401,7 milhões.

Turismo em alta

Diversos levantamentos, indicadores e estatísticas divulgados recentemente mostram que o turismo brasileiro está em alta. É o caso, por exemplo, dos gastos de turistas estrangeiros no Brasil.

Dados divulgados recentemente pelo Banco Central mostram que as receitas alcançaram R$ 16 bilhões entre janeiro e março, registrando um crescimento de 12% em relação aos valores movimentados no primeiro trimestre do ano passado, que somaram R$ 14,2 bilhões. Considerando apenas o mês de março, houve aumento de 0,43% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando R$ 4,62 bilhões.

Aviação doméstica

A movimentação de passageiros domésticos na aviação no Brasil registrou recordes, com os maiores números da história em março e no primeiro trimestre. De janeiro a março deste ano, o país registrou a movimentação de 25,2 milhões de passageiros. O número é 6,17% maior que o do mesmo período de 2025, quando 23,7 milhões de pessoas voaram dentro do Brasil.

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Os dados do mês passado também são históricos: pela primeira vez o Brasil superou o patamar de 8 milhões de passageiros. O número é 1,3% maior que o de março de 2025, quando 7,9 milhões de pessoas voaram pelo país.

Por Lúcio Flávio
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Ecoforte fortalece redes da agroecologia e amplia produção sustentável no Semiárido com assinatura de projetos na Bahia

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O município de Uauá, no norte da Bahia, sediou, nesta terça-feira (29), o lançamento oficial de projetos aprovados no âmbito do Programa Ecoforte. A solenidade ocorreu no auditório do Centro Territorial de Educação Profissional do Sertão do São Francisco II – Antônio Conselheiro (CETEP) e contou com a participação de cerca de 150 pessoas, entre agricultores e agricultoras, representantes de organizações sociais, gestores públicos e parceiros institucionais.

Durante o evento, foram realizadas quatro assinaturas de projetos apoiados pelo Programa Ecoforte, voltados ao fortalecimento da agroecologia e das redes territoriais no Semiárido baiano. Foram formalizados os projetos de Estruturação e Fortalecimento da Rede Central da Caatinga no Semiárido Baiano, proposto pelo Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA); Fortalecimento e Estruturação de Rede: COOPERCUC, proposto pela Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (COOPERCUC); Estruturação e Fortalecimento da Rede de Agroecologia do Baixo Sul e Vale do Jiquiriçá, proposto pelo Serviço de Assessoria a Organizações Populares Rurais (SASOP); e Estruturação e Fortalecimento da Rede Araripe, executado pela ONG Caatinga.

Para a secretária-executiva da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO), Patrícia Tavares, o momento reforça a importância da política pública para os territórios. “Destaca-se o papel do programa na transformação dos sistemas alimentares, com impactos que vão da produção ao consumo, além do fortalecimento das organizações sociais. Também se evidencia a capacidade do Ecoforte de articular, integrar e impulsionar políticas públicas nos territórios”, afirma.

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Presente no evento, a presidente da Central da Caatinga, Gisele Maria, destacou a relevância da iniciativa para os territórios. “O Programa Ecoforte nasce para fortalecer as redes territoriais. A Central da Caatinga é um exemplo, pois articula diversas organizações para garantir a produção e a comercialização de alimentos. Não precisamos moldar as comunidades ao projeto; o programa propõe a adequação das ações às demandas das comunidades”, afirma.

Fortalecimento das redes e desenvolvimento sustentável

Além do lançamento e das assinaturas, a solenidade deu visibilidade à retomada do Programa Ecoforte no território e reforçou a importância das parcerias institucionais na construção de estratégias voltadas ao desenvolvimento rural sustentável. As iniciativas dialogam com a valorização da Caatinga, o manejo responsável dos bens naturais e o fortalecimento das organizações sociais.

O Diretor da Mesa de Diálogos da Secretária Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas da Secretaria-Geral da Presidência da República (SNDS/SG/PR), Marcelo Fragozo, destaca: “O Ecoforte apresenta aprendizados importantes ao articular participação social, escuta, controle social e cooperação entre diferentes áreas do governo, contribuindo para enfrentar desafios complexos da sociedade”.

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No território, a integração entre políticas públicas e organizações sociais é apontada como um dos principais diferenciais do programa. “Não estamos lançando apenas projetos; reafirmamos um projeto de sociedade. O Estado atua no território com a oferta de diversas políticas públicas, e o Ecoforte integra e promove a articulação entre elas”, afirma Clerison Belém do IRPAA.

Com base na agroecologia e nos princípios da convivência com o Semiárido, os projetos articulam produção, organização social e uso sustentável dos recursos naturais. As ações contribuem para a geração de renda, o fortalecimento da agricultura familiar e a consolidação do Semiárido como território de vida, trabalho e permanência, além de promover a manutenção da Caatinga em pé.

Fonte: Secretaria-Geral

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