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Conanda participa da 5ª edição do Caminhos Literários no Socioeducativo e reforça a cultura como direito fundamental

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O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do adolescente (Conanda), vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), participou, nessa quinta-feira (2), às 10h, da abertura da 5ª edição do Caminhos Literários no Socioeducativo: pelo direito à cultura. O evento será realizado em formato virtual e é promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do Programa Fazendo Justiça.

Representaram o Conanda na mesa de abertura a presidenta do Conselho, Deila Martins, e um adolescente integrante do Comitê de Participação de Adolescentes (CPA), reforçando o compromisso com a participação social e o protagonismo de crianças e adolescentes na construção e no acompanhamento e no controle social das políticas públicas.

Para a presidenta do Conanda, a cultura é um instrumento essencial para garantir direitos, fortalecer trajetórias e ampliar oportunidades para adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas.

“Todo adolescente tem o direito de escrever uma nova história para sua vida. A literatura abre portas, desperta sonhos e amplia horizontes. A participação do Conanda em mais uma edição do Caminhos Literários no Socioeducativo expressa o compromisso com a cultura como direito fundamental e como ferramenta essencial para promover inclusão, cidadania e fortalecer o caráter pedagógico da socioeducação. Em um contexto de retomada das propostas de redução da maioridade penal, iniciativas como esta evidenciam que o enfrentamento da violência não se faz com mais punição ou encarceramento precoce, mas com políticas públicas que garantam direitos, ampliem oportunidades e fortaleçam vínculos”, destaca Deila Martins.

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A iniciativa reúne autoridades, especialistas e profissionais das áreas de cultura, educação, socioeducação e direitos humanos para debater o acesso à cultura como direito fundamental de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas.

Em sua quinta edição, o Caminhos Literários busca aprofundar a reflexão sobre a garantia do direito à cultura, reafirmando os princípios da proteção integral e da prioridade absoluta previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A programação inclui apresentações culturais, palestras e debates voltados à valorização da cultura como dimensão essencial dos processos socioeducativos.

Neste ano, o evento tem como tema central o movimento hip hop, reconhecido como importante expressão cultural de resistência, identidade e transformação social. A proposta é promover o diálogo sobre o potencial dessa manifestação artística para ampliar o acesso a direitos, fortalecer trajetórias de vida e valorizar narrativas frequentemente invisibilizadas.

A participação do Conanda na iniciativa reforça o compromisso do Conselho com a promoção dos direitos humanos de adolescentes e jovens e com o fortalecimento de políticas públicas que assegurem o acesso à cultura, à educação e à participação social como elementos fundamentais para o desenvolvimento integral, a inclusão social e a construção de oportunidades em todo o país.

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Texto: G.O.

Edição: R.F.

Atendimento exclusivo à imprensa:

[email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MDHC

(61) 2027-3538

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Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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MGI e Enap homologam classificação final de cargos com etapas específicas no CPNU 2

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a Fundação Escola Nacional de Administração Pública (Enap) homologaram, nesta sexta-feira (3/7), o resultado definitivo da classificação final de pessoas candidatas aprovadas em cargos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) que ainda dependiam da conclusão de etapas específicas previstas no edital de abertura. A homologação consta do Edital Enap nº 207 e contempla pessoas candidatas habilitadas às vagas imediatas e à lista de espera dos cargos submetidos à Fase 5, à Fase 6 e à segunda etapa do certame.

A publicação conclui o ciclo classificatório dessas carreiras e permite que os órgãos e entidades responsáveis avancem nos procedimentos administrativos necessários ao provimento das vagas, observadas a ordem de classificação, a existência de vagas, os requisitos legais de investidura e a adequação orçamentária e financeira.

As listas abrangem cargos dos blocos temáticos 1 — Seguridade Social: Saúde, Assistência Social e Previdência Social; 3 — Ciência, Dados e Tecnologia; 4 — Engenharia e Arquitetura; 6 — Desenvolvimento Socioeconômico; e 7 — Justiça e Defesa.

Entre os cargos contemplados está o de Analista Técnico de Justiça e Defesa — Qualquer Área de Formação, único do CPNU 2 submetido à Fase 5. O cargo integra a carreira de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa, uma carreira transversal sob gestão do MGI, com atuação voltada ao fortalecimento da capacidade do Estado em áreas estratégicas relacionadas à justiça, à segurança e à defesa nacional. Esta é a primeira seleção para a carreira, que ofertou 250 vagas.

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Também foram homologados os resultados de cargos submetidos à Fase 6, composta por prova oral e defesa de memorial, além de cargos que passaram pela segunda etapa do certame, como curso ou programa de formação. No caso da segunda etapa, estão contemplados cargos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Agência Nacional do Cinema (Ancine), nos blocos 3, 4 e 6.

A relação completa das pessoas candidatas aprovadas poderá ser consultada página do CPNU na Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela execução do concurso. Segundo o edital, o inteiro teor do resultado definitivo da classificação final ficará disponível a partir das 16h desta sexta-feira (3/7), observado o horário oficial de Brasília.

A publicação desta sexta-feira não corresponde à divulgação do resultado final geral do CPNU 2, já realizada em março, mas à homologação da classificação final dos cargos que ainda dependiam da conclusão dessas etapas adicionais. Com isso, o MGI e a Enap encerram mais uma fase importante da segunda edição do concurso, criado para ampliar a capacidade de seleção do Estado brasileiro e organizar, de forma integrada, o ingresso de novos servidores em órgãos e entidades da Administração Pública Federal. 

Etapas previstas

O CPNU 2 foi estruturado com etapas gerais aplicáveis ao conjunto do certame e, para determinados cargos, fases adicionais definidas de acordo com as especificidades das carreiras. Segundo o edital, os resultados homologados nesta sexta-feira são apresentados por órgão, cargo ou especialidade, número de inscrição, nome da pessoa candidata, notas correspondentes à etapa aplicada, nota final ponderada, classificação na ampla concorrência e nas modalidades de concorrência afirmativa, além da situação no cargo ou especialidade.

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A Fase 5 corresponde à investigação social e funcional, de caráter eliminatório. Já a Fase 6 é composta por prova oral e defesa de memorial. A segunda etapa, quando prevista, está relacionada a curso ou programa de formação específico para a carreira.

CPNU 2 em números

A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado ofertou 3.652 vagas em 32 órgãos federais, distribuídas em nove blocos temáticos. Do total, 3.144 vagas foram destinadas a cargos de nível superior e 508 a cargos de nível intermediário.

As provas objetivas foram aplicadas em 5 de outubro de 2025 e as provas discursivas em 7 de dezembro de 2025. O certame manteve medidas voltadas à democratização do acesso ao serviço público federal, com reserva de vagas para pessoas negras, pessoas com deficiência, indígenas e quilombolas, além de mecanismo para ampliar a participação de mulheres entre as pessoas convocadas para a etapa discursiva.

O CPNU é uma iniciativa criada e coordenada pelo MGI para organizar, de forma integrada, concursos públicos para órgãos e entidades da Administração Pública Federal. Inspirado no modelo do Enem, o concurso permite que uma mesma pessoa candidata concorra a diferentes cargos dentro de um bloco temático, conforme a ordem de preferência indicada no momento da inscrição. 

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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