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Logística reversa: entenda como funciona o reaproveitamento de equipamentos eletrônicos
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Sabe aquele celular ou computador ultrapassado, esquecido na gaveta e sem uso? Equipamentos eletrônicos que deixaram de ser utilizados podem ser encaminhados para processos de reutilização, recondicionamento, reciclagem ou descarte ambientalmente adequado por meio da logística reversa. Esse processo organiza o retorno dos produtos após o uso, permitindo o reaproveitamento de materiais e a destinação adequada dos resíduos eletrônicos.
Para a logística reversa funcionar, não adianta a pessoa apenas juntar o resíduo eletrônico; é preciso organização. Vamos citar, por exemplo, uma ida ao supermercado. Imagine chegar com as compras e guardar um pote de sorvete na despensa, sem refrigeração, ou o açúcar no congelador? Não dará certo. Com os eletrônicos é a mesma coisa.
Como funciona o ciclo da logística reversa?
Em vez de o seu aparelho velho morrer no lixo, ele faz o seguinte caminho:
Coleta
Essa é a fase do desapego, quando a pessoa decide se livrar daquele celular, computador antigo ou daquelas pilhas gastas. Em vez de jogar no lixo comum, você os entrega em pontos de coleta, em lojas, supermercados ou cooperativas de reciclagem.
Triagem
Hora de entender “quem é quem”. Assim que os eletrônicos chegam ao centro de reciclagem, eles passam por uma seleção rápida. Nessa etapa, acontece a separação: o que ainda funciona e pode ser consertado, o que vai virar matéria-prima e o que realmente precisa ser descartado com segurança (como baterias que podem vazar).
Processamento
Nesta etapa, os equipamentos são desmontados e seus componentes separados de acordo com suas características. Plásticos, metais, vidros e outros materiais podem ser encaminhados para processos de reaproveitamento ou reciclagem, conforme suas condições e possibilidades de utilização.
Reintrodução no mercado
Após o processamento, os materiais recuperados podem ser utilizados como matéria-prima na fabricação de novos produtos ou empregados em outros processos industriais. Em alguns casos, equipamentos recondicionados também podem voltar ao uso, ampliando seu ciclo de vida útil e reduzindo a necessidade de utilização de novos recursos.
Na prática, a logística reversa dá uma segunda chance para esses materiais. Em vez de uma pessoa, sem muito conhecimento e intenção, desgastar a natureza para extrair matéria-prima do zero, a Logística Reversa coloca o que já existe de volta ao cenário antes fora de circulação. Isso poupa o planeta e nos ensina a usar nossos recursos de um jeito muito mais inteligente.
Benefícios
A logística reversa contribui para o reaproveitamento de materiais, para a destinação ambientalmente adequada dos resíduos eletrônicos e para o uso mais eficiente dos recursos. O processo pode gerar benefícios ambientais, econômicos e operacionais em diferentes etapas da cadeia produtiva.
Impactos ambientais
Redução da poluição: evita que o lixo seja descartado incorretamente e acabe poluindo aterros, rios e oceanos.
Poupa os recursos naturais: ao reaproveitar o que já existe, reduz a necessidade de extração de matérias-primas, contribuindo para o uso mais eficiente dos recursos naturais.
Financeiro
Redução de custos: reutilizar materiais (como plásticos, metais e vidros) pode reduzir o consumo de matéria-prima e de energia em determinados processos produtivos.
Geração de receita: materiais recuperados podem ser reinseridos em cadeias produtivas e utilizados na fabricação de novos produtos, conforme sua destinação.
Organizações
A adoção de práticas de logística reversa pode integrar políticas de gestão ambiental e de sustentabilidade, conforme as características e os objetivos de cada organização. Além disso, pode contribuir para o reaproveitamento de materiais e para a gestão adequada dos resíduos gerados.
Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628
Fonte: Ministério das Comunicações
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AM e FM: entenda as diferenças entre as faixas de radiodifusão sonora
Você já se perguntou o que significam as siglas AM e FM ao sintonizar uma estação de rádio no carro, em casa ou em outros aparelhos? Elas correspondem, respectivamente, a Amplitude Modulada (AM) e Frequência Modulada (FM). A principal diferença entre as duas faixas está na forma como o sinal de rádio é transmitido, o que influencia características como o alcance da transmissão e a qualidade do áudio.
A faixa AM possui maior alcance e pode cobrir longas distâncias, mas está mais sujeita a interferências, o que pode afetar a qualidade do som. Já a faixa FM apresenta menor alcance, porém proporciona áudio com menos interferências e pode ser sintonizada por diversos equipamentos, como rádios, smartphones, tablets e outros dispositivos compatíveis.
As emissoras que atendam aos requisitos previstos na regulamentação podem solicitar a migração da faixa AM para FM. A programação da emissora permanece a mesma, sendo alterada a faixa de transmissão utilizada para a prestação do serviço.
Quem pode solicitar?
Podem solicitar a migração entidades executantes dos serviços de radiodifusão em Ondas Curtas (OC) ou Ondas Tropicais (OT), desde que estejam licenciadas e sem impedimentos relacionados a débitos referentes à execução dos serviços de radiodifusão.
Como solicitar
O pedido pode ser realizado por meio da página de serviços do Gov.br.
Serviço: Solicitar Migração do Serviço de OC ou OT para FM.
Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628
Fonte: Ministério das Comunicações
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